Métricas SaaS - Indicadores de performance para escalar seu negócio

July 30, 2021
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O número de empresas SaaS (Software as a Service) vem crescendo. E, provavelmente, se você ainda não é dono de uma, deve ser cliente. Tudo porque é nesse modelo de negócio que se encaixam empresas gigantes como NetFlix e Spotify, por exemplo.

A natureza das empresas Saas é de serviços escaláveis e de vendas com alta recorrência. Por isso, outra característica comum das empresas Saas é a aliança com as melhores tecnologias para atender ao volume crescente de demanda.

Tudo isso é o que torna esse modelo de negócio tão competitivo.

Por falar em competitividade, é preciso que o Saas conte com indicadores que monitorem o seu desempenho nesse mar de negócios e orientem para novas ações. Algumas das métricas mais usadas para isso são: CAC, Ticket Médio, Lifetime Value, MRR, ARR, MQL, SQL, Churn, Cohort e outros.

Já ouviu falar sobre essas métricas Saas? Nós vamos falar mais detalhadamente sobre elas ao longo deste artigo. 

Vem ler!

Qual a importância de métricas SaaS

A lucratividade na empresa SaaS funciona de forma diferente, já que as vendas são por assinatura. Isso faz com que haja uma grande mudança na forma como cada cliente conquistado deva ser avaliado, bem como nas projeções futuramente. 

Afinal, enquanto nas outras empresas é possível trabalhar ao “empurrar” um produto parado para o consumidor, na SaaS o valor retornado é ligado ao tempo de contrato. Dessa forma, quanto mais tempo o cliente ficar com o produto, maior o lucro

Isso faz com que o foco deva ser sempre no cliente e em sua satisfação em usar a sua ferramenta. Afinal, quanto mais feliz ele estiver, mais tempo ele vai pagar e ajudar a manter o seu negócio vivo e faturando.

Isso faz com que seja necessário acompanhá-lo por meio de métricas, pois são elas que permitem:

  • Identificar se a estratégia de marketing está sendo eficiente, ou seja, o valor gasto para aquisição de um cliente é melhor do que a quantidade deixada por ele na empresa;
  • Prever o faturamento para os próximos meses;
  • Perceber quando há uma taxa de desistência da assinatura maior do que a esperada e buscar encontrar o que está errado, para que possa fazer a correção;
  • Identificar estratégias que levem o cliente a gastar mais;
  • Conhecer a sazonalidade da busca pelo serviço e se preparar para ela;
  • Identificar falhas;
  • Planejar investimentos em parcerias que melhorem o serviço, entre outros. 

Principais métricas Saas para o seu negócio

Elencamos aqui as métricas mais importantes para qualquer negócio Saas acompanhar para mensurar seus resultados e basear novas ações.

1 - Churn rate (Taxa de Churn)

Essa é a métrica que mostra quantas pessoas desistiram de ser assinantes ou fizeram downgrade.  ela é de extrema importância, visto que o faturamento da empresa SaaS é baseado nas mensalidades. Ao acompanhá-la, é possível descobrir caso haja um aumento na porcentagem de desistência. Assim, a empresa pode descobrir o problema e buscar soluções. 

Além disso, quando  há um bom número de entradas mensais, mas o número de saída é equivalente, a empresa para de crescer. É hora de descobrir o que está acontecendo e mudar isso. 

2 - NRR (NET REVENUE RETENTION)

Você já ouviu falar na métrica NRR? Conhecer essa métrica é importante para entender o quanto o seu atual cliente ainda pode expandir em consumo do seu serviço, dentro de um determinado período. Graças a essa métrica é possível, por exemplo:

  • Impulsionar o aumento do MRR: nesse caso, o NRR vai te ajudar a mapear oportunidades de upsell.
  • Segurar a redução do MRR, evitando o churn ou o downgrade.

3 - Ticket Médio

O Ticket Médio é uma métrica que permite descobrir a quantia mensal média gerada pela renovação da assinatura dos clientes. Isso ajudará a avaliar os resultados, bem como identificar pontos que possam ser melhorados. 

Ela permite a análise de crescimento de uma empresa e de geração de receita. Isso pode colaborar também para perceber qual produto é mais atrativo e gera receita maior. 

4 - CAC (Custo de Aquisição de Cliente)

O Custo de Aquisição de Cliente nada mais é do que o valor que a empresa gasta em marketing e venda para conquistar um novo consumidor. Dessa forma, pode comparar com o valor gasto para atraí-lo e definir se a estratégia de marketing e venda usada está dando resultado positivo ou prejuízo. Além disso, é válido lembrar que quanto mais a empresa gasta caro para conquistar um usuário, menos lucro ela tem.

métricas saas

5 - MRR (Receita Mensal Recorrente)

O MRR, ou Receita Mensal Recorrente, mostra o faturamento mensal recorrente. É uma ótima métrica para avaliar quais meses geram mais lucros, como a sazonalidade impacta na receita e até para prever faturamento de meses seguintes. 

É uma métrica que pode ser acompanhada para entender o LTV do cliente, pois considera o tempo médio que o cliente fica na conta. E também impacta no CAC, pois o tempo de permanência com o plano de serviços precisa ser superior ao valor da assinatura para gerar margem de lucro. Assim, o tempo de permanência inferior significa prejuízo no MRR.

6 - ARR

ARR significa Faturamento Recorrente Anual e segue a mesma lógica do MRR. Mas, desta vez, o cálculo leva em consideração os 12 meses do ano. 

Ficar de olho no ARR ajuda gestores de negócios Saas a realizarem previsão do ano seguinte, identificando possíveis quedas de faturamento dentro daquele novo período. Assim, se determinado mês foi o pior de faturamento, no planejamento estratégico anual deve conter ações para rever o péssimo cenário no novo ano.

7 - Lifetime Value

Talvez este artigo já tenha deixado claro, em diversos momentos, o quanto a permanência do seu cliente na conta é importante para a saúde do negócio. E quem mede esse tempo é o Lifetime Value, uma importante métrica Saas. 

O Lifetime Value estima o lucro líquido de vida do cliente em seu negócio. Ou seja, ele calcula a média de valor gasto e o tempo de uso do cliente no seu serviço. 

De olho nessa métrica, o seu Saas pode pensar em estratégias para aumentar esse tempo, reduzir o gasto no CAC e aumentar o MRR.

8 - Cohort

Outra métrica Saas que pode ser importante para o seu negócio é a Análise Cohort

Para quem desconhece, Cohort significa grupo. Logo, a Análise Cohort investiga o comportamento de determinados grupos para entendê-los de forma segmentada.

Assim, essa métrica Saas ajuda a responder acerca do impacto de uma ação sobre um grupo isolado. Exemplo: qual o perfil de usuários que mais utilizou o plano freemium no mês de janeiro? Qual o plano mais assinado por moradores da região Oeste da capital? 

Análise Cohort ajuda, portanto, a verificar a efetividade de estratégias de marketing, de campanhas de mídia, de lançamentos de serviços etc.

9 - Upsell

Um dos grandes objetivos da retenção de clientes é o upsell, a movimentação do cliente de um plano com menos serviços para outro com mais serviços. Por meio dele, o cliente não apenas aumenta o LTV, como também o MRR e até o ARR. 

A taxa de upsell ajuda a entender se os clientes atuais progridem na jornada de compra dentro da marca. Para impulsionar esse movimento, os negócios Saas buscam constantemente por melhorias dos seus serviços, o que leva o cliente a perceber novas necessidades e acréscimo de serviços nos planos atuais.

Mas é importante saber mapear as oportunidades de upsell, se não o cliente se sente coagido e intimidado. E, em vez de migrar para um plano mais robusto, dá churn no serviço total.

10 - Geração de Leads

A geração de leads é uma missão do time de marketing e do time de vendas, que impacta em todo o negócio. Ela não é uma métrica Saas e sim uma estratégia que se baseia em outros indicadores importantes, como CPL (custo por lead), LPV (leads por venda), taxas de conversão, MQL e SQL, por exemplo.

Se o seu negócio Saas não acompanha essas métricas, ele pouco sabe sobre a eficiência das estratégias de marketing e vendas na aquisição de clientes. Afinal, os leads são os contatos de possíveis clientes do seu negócio que precisam ser impactados e transformados em clientes.

Esse trabalho de “impacto” é o que chamamos de qualificação de leads e costuma ajudar o lead a entender melhor o negócio, gerar percepção de valor para ele até que ele sinta que o seu negócio é indispensável para ele. Falando assim, essa jornada parece ser longa e complexa. 

Mas, em se tratando de negócios Saas, ela pode ter um ciclo curto e cada vez mais acelerado por estratégias de marketing e vendas.

Como escolher as métricas Saas ideais

Há três pilares críticos em um negócio SaaS que são: 

  • A aquisição de novos clientes;
  • A retenção de clientes pelo maior tempo possível;
  • A monetização, tendo como base o aumento do tempo de vida do consumidor na empresa, para que ele gaste mais com o negócio. 

Assim, todas as métricas relacionadas a esses três pilares devem ser acompanhadas. Afinal, será com base nelas que a empresa poderá alcançar o sucesso ou não. 

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Interaction to Next Paint (INP) replaced First Input Delay (FID) in March 2024. Where FID measures the delay before a user's first click is registered, INP tracks the full responsiveness of every interaction across the page session. A good INP score is under 200 milliseconds. Cumulative Layout Shift (CLS) measures visual stability — how much page elements unexpectedly move while content loads. A score below 0.1 is good. Higher scores signal that images, ads, or embeds are pushing content around after load, which frustrates users and tanks conversions. These three metrics are a subset of Google's broader Page Experience signals, which also include HTTPS, safe browsing, and mobile usability. Core Web Vitals are the ones you can most directly control and improve. Why your clients' scores may still be poor Core Web Vitals scores vary dramatically by platform, hosting, and how a site was built. Some of the most common culprits agencies encounter: Heavy above-the-fold content . A homepage with an autoplay video, a full-width image slider, and a chat widget loading simultaneously will fail LCP every time. The browser has to resolve all of those resources before it can paint the largest element. Unstable image dimensions . When an image loads without defined width and height attributes, the browser doesn't reserve space for it. It renders the surrounding text, then jumps it down when the image appears. That jump is CLS. Third-party scripts blocking the main thread . Analytics pixels, ad tags, and live chat tools run on the browser's main thread. When they stack up, every click and tap has to wait in line — driving INP scores up. A single slow third-party script can push an otherwise clean site into "needs improvement" territory. Too many web fonts . Each font family and weight is a separate network request. A page loading four font files before rendering any text will fail LCP, especially on mobile connections. Unoptimized images . JPEGs and PNGs served at full resolution, without compression or modern formats like WebP or AVIF, add unnecessary weight to every page load. How to measure them accurately There are two types of Core Web Vitals data you should be looking at for every client: Lab data comes from tools like Google PageSpeed Insights, Lighthouse, and WebPageTest. It simulates page loads in controlled conditions. Lab data is useful for diagnosing specific issues and testing fixes before you deploy them. Field data (also called Real User Monitoring, or RUM) comes from actual users visiting the site. Google collects this through the Chrome User Experience Report (CrUX) and surfaces it in Search Console and PageSpeed Insights. Field data is what Google actually uses as a ranking signal — and it often looks worse than lab data because it reflects real-world device and connection variability. If your client's site has enough traffic, you'll see field data in Search Console under Core Web Vitals. This is your baseline. Lab data helps you understand why the scores are what they are. For clients with low traffic who don't have enough field data to appear in CrUX, you'll be working primarily with lab scores. Set that expectation early so clients understand that improvements may not immediately show up in Search Console. Practical fixes that move the needle Fix LCP: get the hero image loading first The single most effective LCP improvement is adding fetchpriority="high" to the hero image tag. This tells the browser to prioritize that resource over everything else. If you're using a background CSS image for the hero, switch it to anelement — background images aren't discoverable by the browser's preload scanner. Also check whether your hosting serves images through a CDN with caching. Edge delivery dramatically reduces the time-to-first-byte, which feeds directly into LCP. Fix CLS: define dimensions for every media element Every image, video, and ad slot on the page needs explicit width and height attributes in the HTML. If you're using responsive CSS, you can still define the aspect ratio with aspect-ratio in CSS while leaving the actual size fluid. The key is giving the browser enough information to reserve space before the asset loads. Avoid inserting content above existing content after page load. This is common with cookie banners, sticky headers that change height, and dynamically loaded ad units. If you need to show these, anchor them to fixed positions so they don't push content around. Fix INP: reduce what's competing for the main thread Audit third-party scripts and defer or remove anything that isn't essential. Tools like WebPageTest's waterfall view or Chrome DevTools Performance panel show you exactly which scripts are blocking the main thread and for how long. Load chat widgets, analytics, and ad tags asynchronously and after the page's critical path has resolved. For most clients, moving non-essential scripts to load after the DOMContentLoaded event is a meaningful INP improvement with no visible impact on the user experience. For websites with heavy JavaScript — particularly those built on frameworks with large client-side bundles — consider breaking up long tasks into smaller chunks using the browser's Scheduler API or simply splitting components so the main thread isn't locked for more than 50 milliseconds at a stretch. What platforms handle automatically One of the practical advantages of building on a platform optimized for performance is that many of these fixes are applied by default. Duda, for example, automatically serves WebP images, lazy loads below-the-fold content, minifies CSS, and uses efficient cache policies for static assets. As of May 2025, 82% of sites built on Duda pass all three Core Web Vitals metrics — the highest recorded pass rate among major website platforms. That baseline matters when you're managing dozens or hundreds of client sites. It means you're starting each project close to or at a passing score, rather than diagnosing and patching a broken foundation. How much do Core Web Vitals actually affect rankings? Honestly, they're a tiebreaker — not a primary signal. Google has been clear that content quality and relevance still dominate ranking decisions. A well-optimized site with thin, irrelevant content won't outrank a content-rich competitor just because its CLS is 0.05. What Core Web Vitals do affect is the user experience that supports those rankings. Pages with poor LCP scores have measurably higher bounce rates. Sites with high CLS lose users mid-session. Those behavioral signals — time on page, return visits, conversions — are things search engines can observe and incorporate. 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A monthly one-page performance summary showing before/after scores builds credibility and makes your technical work visible. Prioritize mobile. Google uses mobile-first indexing, and field data shows that mobile CWV scores are almost always worse than desktop. If you only have time to optimize one version, do mobile first. Core Web Vitals aren't a one-time fix. Platforms change, new scripts get added, campaigns bring in new widgets. Build the audit into your workflow and treat it like any other ongoing deliverable, and you'll stay ahead of the issues before they affect your clients' rankings. Duda's platform is built with Core Web Vitals performance in mind. Explore how it handles image optimization, script management, and site speed automatically — so your team spends less time debugging and more time building.
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