Quanto cobrar por um site: Guia para agências e profissionais

August 29, 2022
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Quanto cobrar por um site é uma decisão crítica, seja você um freelancer ou uma agência que oferece o serviço de criação de sites.

Acertar no preço vai ajudar a determinar seu sucesso em atrair clientes e impulsionar o crescimento e a sustentabilidade do seu negócio.

Encontrar o equilíbrio certo quanto ao preço dos seus serviços significa dar aos clientes a percepção de que eles estão fazendo um bom negócio. Significa também garantir que você está recebendo um valor justo pela sua entrega e pelas habilidades que você e o time desenvolveram ao longo do tempo.   

Entretanto, definir o preço para a criação de um site é mais complicado do que parece, pois depende de uma intrincada rede de fatores.

Este artigo busca ajudar agências e freelancers a determinar um preço adequado examinando as taxas típicas das agências e destacando os principais elementos que influenciam a fixação de preços para os serviços de desenvolvimento de sites.

Precificar é um dos maiores desafios enfrentados pelas agências

Antes de mais nada, é importante que você saiba que vender e precificar os serviços estão entre os maiores desafios enfrentados pelas agências digitais brasileiras. Quem aponta isso é o Panorama das Agências Digitais, pesquisa feita anualmente pela Rock Content, Resultados Digitais e mLabs.

A venda e precificação aparecem em segundo lugar no ranking das maiores dores das agências, perdendo apenas para a dificuldade de demonstrar valor nos resultados entregues. 

Já na pesquisa Censo Agências, realizada pela Operand com o patrocínio da Duda, o fato de o cliente não perceber o valor no serviço prestado é apontado por 52,3% das agências como principal motivo para perder clientes.

Por isso, consideramos que a decisão de quanto cobrar por um site é uma etapa tão importante quanto o próprio desenvolvimento do site.



MAS AFINAL, QUANTO AS AGÊNCIAS COBRAM PARA CONSTRUIR UM SITE?

Como você já deve saber, existe uma grande variação de preços. A média de valores cobrados agências e freelancers para construir um site abrange uma grande faixa que começa por volta de R$ 600 e pode ir até mais de R$ 8.000,00.

E você ainda pode encontrar preços menores ou maiores do que esses no mercado. A razão para uma gama tão ampla de valores decorre dos vários elementos que influenciam o custo, entre eles as funcionalidades que estarão disponíveis no site.

Segundo a pesquisa Censo Agências, 41% das agências levam em consideração a complexidade e o porte do cliente na hora de definir o preço que será cobrado pelos seus serviços (aqui estamos falando de todos os tipos de serviço fornecidos pelas agências). Já 32% referenciam seus preços principalmente com base nas horas trabalhadas.


Quanto cobrar por um site

Diferentes formas de cobrar por um site


Vamos agora dar uma olhada nos diferentes modelos que as agências usam ao cobrar dos clientes por sites.

Cobrança por hora

O preço por hora significa que você cobra do cliente todas as horas gastas trabalhando no design e no desenvolvimento do site. Muitos programadores gostam de precificar os seus serviços dessa forma.

Esta é uma estrutura de preços bastante útil no sentido de que reflete a natureza variável de quanto tempo cada projeto leva. No entanto, uma crítica válida a essa abordagem é que ela recompensa a lentidão e desincentiva a eficiência.

Preço por projeto

Uma taxa fixa estabelece um preço para todo o projeto desde o início, conforme acordado entre você e o cliente.

Do ponto de vista da agência, essa estrutura de custos funciona bem quando você tende a estimar com precisão o tempo e os recursos necessários para os projetos. E se você se esforçar continuamente para melhorar seus processos, como usar um criador de sites, muitas vezes acabará concluindo os projetos mais rapidamente, o que funciona de forma mais lucrativa.

Uma desvantagem é que subestimar a complexidade de um projeto pode resultar em cobrar pouco e ficar no prejuízo.

Cobrança anual

Para a maioria das agências digitais, criar um modelo de recorrência e obter outras fontes de receita além do design inicial do site é importante pois abre caminho para o crescimento a longo prazo.

Um fee anual normalmente inclui, junto com a criação do site, outros serviços adicionais, como manutenção, atualização, auditorias do site, renovação de certificado SSL e muito mais.

Um engajamento anual é uma boa opção para empresas baseadas em serviços que podem precisar atualizar seu site com pouca frequência.

Cobrança mensal

Assim como a cobrança anual, cobrar um fee mensal para a criação e manutenção do site é uma ótima maneira de criar uma fonte de receita previsível para a agência.

Você fatura os clientes todos os meses e empacota outros serviços junto com a criação do site, como otimizações contínuas de SEO, gerenciamento de hospedagem e manutenção geral do site.

As taxas mensais se adequam melhor aos sites que os clientes precisam atualizar regularmente para se manterem competitivos e funcionais, como e-commerce.


9 ELEMENTOS PARA DETERMINAR QUANTO COBRAR POR UM SITE

Agora vamos listar os diversos aspectos que envolvem a criação de um site para ajudá-lo a decidir quanto cobrar por ele.

Aqui estão 9 elementos a serem considerados, independentemente do modelo de precificação que você optar.

1. Custos Mínimos de Produção

Se você nunca fez um curso básico de contabilidade ou administração, talvez não esteja familiarizado com o conceito de custos de produção. Felizmente ele não é nenhum bicho de sete cabeças.

Os custos de produção são todos aqueles custos incorridos pela empresa para a produção de um determinado produto ou prestação de um serviço. Esse conceito se mostra útil como uma diretriz inicial para que você calcule quanto cobrar por um site.

Os custos mínimos de produção para a criação de um site incluem:

  • Despesas com domínio, que podem ser incluídas no seu preço ou ficarem a cargo do cliente
  • Despesas com hospedagem, caso ela não esteja inclusa nos serviços do construtor de sites
  • Despesas com um sistema de gerenciamento de conteúdo (CMS) ou construtor de sites, como a Duda
  • Custos de design, caso você precise utilizar horas de trabalho um designer
  • Custos de desenvolvimento, caso você precise utilizar horas de trabalho de um desenvolvedor
  • Eventuais despesas com templates, temas, widgets, plugins ou recursos de segurança essenciais para evitar um ataque hacker, como certificados SSL
  • Custos operacionais da agência, como aluguel de sala, servidor, ferramentas de marketing, encargos financeiros e horas de profissionais da equipe (gerente de projetos, atendimento, etc)
  • Horas profissionais para a realização de migração, testes e rodadas de alteração
  • Custos de manutenção do site

Se sua oferta principal é construir sites e você quer ser lucrativo, você precisa cobrar uma taxa que no mínimo exceda as “matérias-primas” essenciais e as despesas trabalhistas.

Se você oferece serviços adicionais além da criação de sites, ainda assim deseja cobrir pelo menos esses custos para cada projeto.


2. Preço da concorrência

Pesquise quanto outras agências ou profissionais cobram por um trabalho semelhante. Sim, esse é um fator muito importante na hora de definir quanto você vai cobrar por um site.

Se a sua agência atua em um nicho específico, encontre outras agências nesse espaço e veja o que elas cobram. Muitas agências serão diretas sobre os preços típicos para a construção de um site.


Se você é mais generalista e gosta de aplicar suas habilidades em vários tipos de negócios e indústrias, as comparações com agências ou freelancers que fazem o mesmo são mais apropriadas.

Investigar as taxas de mercado predominantes não significa que você precisa espelhar exatamente o que seus concorrentes cobram. Mas esses valores fornecem uma estimativa útil de quanto seus clientes-alvo estão dispostos a pagar.

3. Tipo de site e recursos

Mesmo se você se especializar em web design para um tipo específico de cliente ou setor, é comum que clientes dentro de um mesmo ramo queiram sites muito diferentes.

Algumas empresas podem querer apenas um site básico de cinco páginas que destaque seus serviços e pareça profissional, talvez com uma seção de blog.

Outros podem desejar recursos extras, como gerenciamento de eventos, web personalization, formulários de contato avançados, área de membros ou lojas online com centenas de páginas de produtos.

Quanto mais recursos ou páginas extras o cliente precisar, mais tempo você levará para concluir o trabalho, o que justifica a cobrança de um preço mais alto.

Além disso, recursos extras podem exigir a compra de ferramentas adicionais que se integram ao CMS ou à plataforma de criação de sites com a qual você trabalha.

Não esqueça de fazer um bom briefing de site para captar essas nuances e orçar o serviço adequadamente.

4. Escopo e tamanho do projeto

O escopo e o tamanho do projeto são fatores que diferem ligeiramente do tipo de site e seus recursos. Explicaremos as diferenças a seguir.

Alguns clientes podem chegar até você querendo um site personalizado que seja construído do zero. Outros podem querer um redesign do site atual. E um terceiro grupo de clientes pode querer um site simples que seja construído a partir de um template.

Esses são projetos de tamanhos diferentes que exigem preços diferentes.

O escopo também é importante que seja esclarecido porque é comum encontrar clientes que fazem várias solicitações de revisão à medida que o projeto se desenvolve.

É aqui que você pode se queimar com um preço fixo de projeto se não levar em conta possíveis alterações no escopo com um contrato escrito que estipula quantas rodadas de alterações estão incluídas no preço.

5. O setor de atuação do cliente

O setor em que o cliente opera desempenha um papel importante no valor que ele está disposto a gastar na criação do site. 

Empresas de mídia, de tecnologia e do setor de saúde precisam de uma forte presença digital e não têm vergonha de gastar com recursos e designs profissionais.

Outros setores, como educação, hospitalidade ou restaurantes, geralmente vêm com orçamentos mais baixos.

É claro que existem diferenças dentro dos setores. Mas esse é um fator importante a ser levado em consideração na hora de definir quanto cobrar por um site. 

6. ROI que o site vai gerar para o cliente

Levar em consideração o Retorno sobre o Investimento (ROI) que o site vai gerar para o cliente é um elemento importante e muitas vezes esquecido no cálculo de quanto cobrar por um site.

Você não precisa se aprofundar muito nos resultados de pesquisa do Google para encontrar sites mal projetados ou com desempenho ruim.

Se você se comprometer a realmente se destacar e entregar um site que gere resultados na forma de geração de leads ou vendas, ajudará seu cliente a atingir seus objetivos de negócio e ter um ótimo ROI.


Ofereça mais valor aos clientes fazendo upselling de outros serviços (por exemplo, SEO ou otimização da conversão), prometendo melhorar o desempenho do site ou oferecendo excelentes pontuações nos Google Core Web Vitals.

Você pode então cobrar mais porque os clientes acabam gerando mais receita/sucesso graças às suas habilidades e trabalho.

7. Suas habilidades e sua reputação


Parte do motivo para que exista uma variação tão grande nos preços dos sites se resume a conjuntos de habilidades e níveis de experiência amplamente diferentes no mundo do web design.

Se você é novo no mundo do web design, provavelmente terá que cobrar taxas mais baixas, pelo menos até que sua agência desenvolva uma reputação e você tenha um portfólio para exibir.

Não se coíba de revelar quaisquer certificações, cursos ou diplomas específicos que o capacitem com habilidades de web design. Até mesmo sites nos quais você trabalhou pessoalmente por diversão adicionam credibilidade às suas habilidades, então inclua-os em seu portfólio (desde que pareçam ótimos e funcionem bem).


À medida que sua reputação cresce e seu conhecimento aumenta, você pode naturalmente justificar a cobrança de valores mais altos.

Conseguir um cliente de renome e fazer um bom trabalho é outro marco que aumenta a estatura e justifica um aumento de preço (mesmo que esse cliente seja apenas um grande nome dentro de uma indústria ou setor específico).


8. Seu custo de vida

Um dos grandes atrativos da criação de sites é que você pode iniciar uma agência de qualquer lugar e comercializar seus serviços para o mundo inteiro. Esse nível de independência de localização faz com que agências respeitáveis ​​surjam em todos os cantos do planeta.

A arbitragem geográfica pode permitir que você aproveite os custos de vida mais baixos em certas cidades ou partes do mundo enquanto vende serviços para empresas em regiões com um custo de vida mais elevado. Isso é cada vez mais uma realidade após a pandemia.

Se este for o seu cenário, considere cobrar um preço um pouco mais baixo para competir pelos negócios.

9. Clientes de nicho vs Clientes genéricos

Segundo a pesquisa Censo Agências, 63% das agências brasileiras não atua em um nicho específico do mercado.

Embora vender para todos seja uma boa maneira de obter exposição a diferentes projetos, não é necessariamente a melhor maneira de ganhar muito dinheiro, pelo menos não no início.

Uma boa dica é se concentrar na solução de problemas do site para um subconjunto específico de negócios em um tipo de setor.

Ou, para emprestar uma frase favorita de muitos gurus do marketing na Internet: escolha um nicho!

Quando você se concentra em quem você cria sites, você se torna conhecido como a agência de referência para essa pequena seção de clientes. Esses clientes estarão dispostos a pagar mais por seus serviços do que uma agência generalista que talvez não esteja familiarizada com as expectativas em torno de mensagens ou branding nesse nicho.


Quanto cobrar por um site

CONCLUSÃO

Tenha sempre em mente que cada projeto é único, portanto, decidir quanto cobrar por um site pode mudar de cliente para cliente. Acima de tudo, mantenha uma percepção saudável do valor que você entrega e alinhe seus preços com esse valor.

Para se tornar uma agência mais produtiva e entregar sites de alto desempenho para clientes em escala, considere a Duda, o construtor de sites profissional dedicado a agências.

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A homepage with an autoplay video, a full-width image slider, and a chat widget loading simultaneously will fail LCP every time. The browser has to resolve all of those resources before it can paint the largest element. Unstable image dimensions . When an image loads without defined width and height attributes, the browser doesn't reserve space for it. It renders the surrounding text, then jumps it down when the image appears. That jump is CLS. Third-party scripts blocking the main thread . Analytics pixels, ad tags, and live chat tools run on the browser's main thread. When they stack up, every click and tap has to wait in line — driving INP scores up. A single slow third-party script can push an otherwise clean site into "needs improvement" territory. Too many web fonts . Each font family and weight is a separate network request. A page loading four font files before rendering any text will fail LCP, especially on mobile connections. Unoptimized images . JPEGs and PNGs served at full resolution, without compression or modern formats like WebP or AVIF, add unnecessary weight to every page load. How to measure them accurately There are two types of Core Web Vitals data you should be looking at for every client: Lab data comes from tools like Google PageSpeed Insights, Lighthouse, and WebPageTest. It simulates page loads in controlled conditions. Lab data is useful for diagnosing specific issues and testing fixes before you deploy them. Field data (also called Real User Monitoring, or RUM) comes from actual users visiting the site. Google collects this through the Chrome User Experience Report (CrUX) and surfaces it in Search Console and PageSpeed Insights. Field data is what Google actually uses as a ranking signal — and it often looks worse than lab data because it reflects real-world device and connection variability. If your client's site has enough traffic, you'll see field data in Search Console under Core Web Vitals. 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