Serviços de marketing digital: os 10 mais rentáveis para a sua agência

June 18, 2021
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Se você é gestor em uma agência de marketing digital, sabe que não faltam opções de serviços de marketing digital para oferecer aos clientes. 

E, para acompanhar o mercado e se destacar, é preciso estar sempre atento àqueles que vão trazer resultados tanto para seus clientes quanto para sua empresa, montando pacotes atraentes para os seus clientes e lucrativos para o seu negócio.

Neste artigo trazemos os serviços de marketing digital mais indicados para adicionar na carteira da sua agência. 

Isso pode te ajudar a inovar e a surpreender seus clientes com opções sincronizadas com as demandas do mercado, além de viabilizar um modelo de recorrência para sua agência. Continue a leitura para descobrir!

Entenda o que é um serviço de marketing digital


A agência de marketing digital é a responsável pela produção de posts para mídias sociais, de artigos para blogs, desenvolvimento de sites, comunicação com os clientes pela plataforma, acompanhamento do engajamento do público, anúncios pagos e orgânicos, entre outros serviços.

Para que a agência tenha sucesso nesses serviços, ela precisa estar sempre focada em estratégia e inovação

Por isso, a agência precisa saber desenvolver desde os serviços básicos de marketing digital até os que complementem a estratégia mapeada. 

Assim, o cliente pode encontrar as soluções que precisa em um só lugar, e a agência lucra ainda mais conforme o crescimento do contrato de serviço.

Como a gama de serviços de marketing digital é muito extensa, é comum que os gestores fiquem em dúvida na hora de definir quais são essenciais para oferecer. 

Afinal, é importante selecionar muito bem o que é escalável e rentável, e o que faz sentido para as estratégias que o cliente necessita. 

Oferecer os serviços certos também pode ajudar a sua agência a fugir do churn, já que quanto mais serviços o seu cliente assina com a sua agência, maior é a tendência à fidelização. E é isso que você verá a seguir.

Serviços de marketing digital

10 serviços de marketing digital para você oferecer aos clientes


Para se ter uma ideia, segundo uma pesquisa da Neotrust, o e-commerce recebeu mais de 5,7 milhões de consumidores novos, só no ano de 2020. 

A presença online do consumidor e o avanço da presença digital das marcas, desencadeados pelo isolamento social, foram pilares desse crescimento. E o ponto de atenção para as agências de marketing digital: esse volume tende a aumentar ainda mais. 

Por isso, é preciso ficar de olho nos serviços que seus clientes possam precisar e que também serão rentáveis para sua agência. Acompanhe quais são os melhores.

Antes de seguirmos, uma palavra de precaução: cuidado para não perder a linha tentando abraçar o mundo, comece com o "feijão com arroz" bem feito e vá incrementando os seus pacotes de serviço conforme os negócios fluem.

1 - Inbound marketing: a jornada do consumidor e estratégias para que ele encontre o produto que precisa


O consumidor que está na internet por muitas vezes nem pensa que precisa de determinado produto. 

Com a estratégia correta, é possível oferecer a ele conteúdos que o ajudem a chegar a essa necessidade. Isso é possível ao acompanhá-lo em toda sua jornada de consumo, oferecendo o que ele precisa em cada touchpoint. 

O inbound marketing é essa estratégia e ele pode ser muito rentável para o seu cliente, como também para a sua agência. 

Nutrir e educar o consumidor em todas as etapas, entrando aos poucos em sua vida digital e oferecendo produtos certeiros, ajudam a vender na internet de uma forma que não seja invasiva e que crie conexão.

2 - Produção de conteúdo: o texto certo com técnicas corretas para atrair e ser visto na internet


A produção de conteúdo é mais um dos serviços de marketing digital que não podem faltar na sua agência. Vídeos, imagens, materiais ricos e artigos aumentam o tráfego de site, que é o principal canal de vendas das marcas.

O conteúdo é imprescindível na jornada de consumo do cliente, que o prepara para comprar. E ainda ajuda uma marca a se tornar referência sobre um universo de assuntos.

3 - SEO: otimização para tráfego orgânico


Por falar em construção de conteúdo, um dos serviços mais buscados quando o assunto é audiência em páginas é o SEO. 

Trata-se de uma estratégia de otimização de conteúdo para buscadores, como Google e Bing e de técnicas de encantamento do usuário. 

Isso mesmo, o SEO pensa tanto no consumo de conteúdo do buscador quanto na experiência de quem lê. Por meio desse serviço, a sua agência pode fortalecer a presença digital de várias marcas e ainda consolidar a estratégia de marketing de conteúdo.

4 - Gestão de redes sociais: entender os movimentos do consumidor nas redes

As redes sociais são o maior reduto de pessoas do digital. Por meio delas, é possível encontrar nichos para vender o que quiser. 

Por isso, acompanhar as redes dos seus clientes de perto e saber gerenciá-las da melhor forma vai ajudar muito a organizar o público e encontrar um grupo interessado no seu produto.

Para isso, é indispensável um profissional que saiba se posicionar nas redes, com equilíbrio, entenda os valores da marca e acompanhe o restante de sua comunicação, tanto no online quanto no offline.

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5 - Desenvolvimento de sites: para criar um conteúdo direto e objetivo para o público

O desenvolvimento de sites é o serviço que toda agência de marketing digital precisa garantir. 

Uma vez que grande parte dos negócios perdeu o tráfego físico por conta do isolamento social, os sites garantiram uma presença digital mais forte e preparada para recuperação econômica. 

Mesmo com redes sociais a todo vapor, o site é uma plataforma proprietária que o consumidor precisa ter acesso para assegurar que a marca é confiável. 

Por isso, o site precisa ser objetivo e visualmente agradável para a experiência do usuário. 

Além disso, é necessário cumprir uma série de requisitos técnicos para que sejam indexados nos motores de buscas e alcançarem as melhores posições de ranqueamento.

Isso tudo é possível graças a um bom time de desenvolvimento. E, para que esse serviço tenha maior escala e gere receita recorrente, o construtor de site white label pode ajudar nisso. 



6 - Mídia e Performance


O tráfego pago é uma estratégia de marketing que aumenta o alcance das marcas nos canais digitais. 

Por meio de anúncios em redes sociais, em motores de busca, em sites e até em aplicativos, é possível direcionar o público-alvo para uma oferta ou para um canal do cliente.

Essa é uma das ferramentas que mais adiciona valor na presença digital do cliente. Pois, por meio de uma boa segmentação, ela impacta quem realmente é de interesse para a marca. 

Além disso, enquanto o orgânico é construído progressivamente, o pago acelera o acesso dos consumidores. 

7 - Análise de métricas


Saber analisar as métricas e ler os resultados das estratégias é um serviço fundamental para comprovar ao cliente que os investimentos nos serviços da agência estão dando resultado.

As métricas também são essenciais para saber quais estratégias é possível seguir, o direcionamento a tomar e ainda conhecer mais a fundo o público alvo.





8 - Marketing B.I.


A análise de métricas que apontamos acima é um serviço básico e está muito ligado ao monitoramento dos canais digitais de uma marca. 

Mas, hoje, o marketing B.I. é uma evolução desse serviço e a sua agência precisa evoluir também. 

Bebendo na fonte do Business Intelligence, o marketing B.I. utiliza tecnologias como Big Data e Inteligência Artificial/Machine Learning e faz uso de técnicas, como Análise Preditiva, Análise Competitiva entre outras.

O marketing B.I. pode ser a inteligência que falta para a sua agência.

9 - Consultoria de Branding


O marketing digital é o aliado do time de vendas, mas é também um grande parceiro do departamento de comunicação da sua empresa. 

Isso significa que, ao passo que os canais digitais são usados para atrair clientes, também podem ser importantes ferramentas de awareness.

De olho nisso, consultoria de branding também é um serviço de marketing digital que pode compor o seu hall de ofertas para os clientes. 

Por meio dela, sua agência vai ajudar empresas a se tornarem mais competitivas e a se fixarem como melhores opções de consumo para os clientes.

Ou seja, marketing digital não é apenas sobre vendas, mas também sobre retenção. Concorda?

serviços de marketing digital

10 - Transformação Digital de Vendas


Já que estamos falando de vendas, vamos falar sobre um dos principais ganhos dos serviços de marketing digital: a transformação digital de vendas.

Ter um time comercial super alinhado às estratégias de marketing é um desafio em grande parte das empresas. 

Em geral, o time de marketing está mais orientado para estratégias digitais e o time comercial está implicado em estratégias mais conservadoras. 

Isso dificulta a “passagem de bastão” de leads e ainda algumas informações podem ficar retidas em cada um dos setores. 

Se, por acaso, você acredita que isso não é problema da sua agência de marketing digital, você pode fazer parte desse desalinhamento. 

Transformar digitalmente o marketing da empresa do seu cliente é transformar digitalmente também o setor de vendas. 

Fique atento a isso e depois nos conte como isso resultou na melhoria das suas estratégias de marketing.

Gostou? Agora, inove nos serviços digitais!


Na hora de oferecer serviços de marketing digital, inove na apresentação e preveja os resultados que eles garantem para as marcas.

Aproveite para ressaltar o quanto uma presença digital forte e consolidada ajuda no crescimento dos negócios. 

Ofereça pacotes para facilitar o entendimento


Uma dica de ouro para vender serviços importantes para os clientes é separá-los por pacotes. 

A agência pode começar com um básico, por exemplo, de monitoramento e gestão de mídias sociais. Com o passar do tempo, pode aumentar para produção de anúncios.

Apresentando bons resultados, pode inserir um pacote de serviços de inbound, com construção do perfil do público-alvo, estratégias para captação de leads, produção de conteúdos para blogs e construção do fluxo orgânico de visitas.

Conforme o cliente for entendendo como avaliar os resultados, fica mais fácil justificar o próximo passo e construir um novo pacote.

Além disso, apresente ferramentas, técnicas e estratégias inovadoras para atingir a maior quantidade de pessoas possível. A dica é estar sempre de olho nas tendências do mercado e se antecipar para oferecer aquilo que traga os melhores resultados.

Você sabia que a Duda oferece um serviço de white label, que permite que você venda sites para os seus clientes em um construtor com a sua marca? 

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Core Web Vitals aren't new, Google introduced them in 2020 and made them a ranking factor in 2021. But the questions keep coming, because the metrics keep changing and the stakes keep rising. Reddit's SEO communities were still debating their impact as recently as January 2026, and for good reason: most agencies still don't have a clear, repeatable way to measure, diagnose, and fix them for clients. This guide cuts through the noise. Here's what Core Web Vitals actually measure, what good scores look like today, and how to improve them—without needing a dedicated performance engineer on every project. What Core Web Vitals measure Google evaluates three user experience signals to determine whether a page feels fast, stable, and responsive: Largest Contentful Paint (LCP) measures how long it takes for the biggest visible element on a page — usually a hero image or headline — to load. Google considers anything under 2.5 seconds good. Above 4 seconds is poor. Interaction to Next Paint (INP) replaced First Input Delay (FID) in March 2024. Where FID measures the delay before a user's first click is registered, INP tracks the full responsiveness of every interaction across the page session. A good INP score is under 200 milliseconds. Cumulative Layout Shift (CLS) measures visual stability — how much page elements unexpectedly move while content loads. A score below 0.1 is good. Higher scores signal that images, ads, or embeds are pushing content around after load, which frustrates users and tanks conversions. These three metrics are a subset of Google's broader Page Experience signals, which also include HTTPS, safe browsing, and mobile usability. Core Web Vitals are the ones you can most directly control and improve. Why your clients' scores may still be poor Core Web Vitals scores vary dramatically by platform, hosting, and how a site was built. Some of the most common culprits agencies encounter: Heavy above-the-fold content . A homepage with an autoplay video, a full-width image slider, and a chat widget loading simultaneously will fail LCP every time. The browser has to resolve all of those resources before it can paint the largest element. Unstable image dimensions . When an image loads without defined width and height attributes, the browser doesn't reserve space for it. It renders the surrounding text, then jumps it down when the image appears. That jump is CLS. Third-party scripts blocking the main thread . Analytics pixels, ad tags, and live chat tools run on the browser's main thread. When they stack up, every click and tap has to wait in line — driving INP scores up. A single slow third-party script can push an otherwise clean site into "needs improvement" territory. Too many web fonts . Each font family and weight is a separate network request. A page loading four font files before rendering any text will fail LCP, especially on mobile connections. Unoptimized images . JPEGs and PNGs served at full resolution, without compression or modern formats like WebP or AVIF, add unnecessary weight to every page load. How to measure them accurately There are two types of Core Web Vitals data you should be looking at for every client: Lab data comes from tools like Google PageSpeed Insights, Lighthouse, and WebPageTest. It simulates page loads in controlled conditions. Lab data is useful for diagnosing specific issues and testing fixes before you deploy them. Field data (also called Real User Monitoring, or RUM) comes from actual users visiting the site. Google collects this through the Chrome User Experience Report (CrUX) and surfaces it in Search Console and PageSpeed Insights. Field data is what Google actually uses as a ranking signal — and it often looks worse than lab data because it reflects real-world device and connection variability. If your client's site has enough traffic, you'll see field data in Search Console under Core Web Vitals. This is your baseline. Lab data helps you understand why the scores are what they are. For clients with low traffic who don't have enough field data to appear in CrUX, you'll be working primarily with lab scores. Set that expectation early so clients understand that improvements may not immediately show up in Search Console. Practical fixes that move the needle Fix LCP: get the hero image loading first The single most effective LCP improvement is adding fetchpriority="high" to the hero image tag. This tells the browser to prioritize that resource over everything else. If you're using a background CSS image for the hero, switch it to anelement — background images aren't discoverable by the browser's preload scanner. Also check whether your hosting serves images through a CDN with caching. Edge delivery dramatically reduces the time-to-first-byte, which feeds directly into LCP. Fix CLS: define dimensions for every media element Every image, video, and ad slot on the page needs explicit width and height attributes in the HTML. If you're using responsive CSS, you can still define the aspect ratio with aspect-ratio in CSS while leaving the actual size fluid. The key is giving the browser enough information to reserve space before the asset loads. Avoid inserting content above existing content after page load. This is common with cookie banners, sticky headers that change height, and dynamically loaded ad units. If you need to show these, anchor them to fixed positions so they don't push content around. Fix INP: reduce what's competing for the main thread Audit third-party scripts and defer or remove anything that isn't essential. Tools like WebPageTest's waterfall view or Chrome DevTools Performance panel show you exactly which scripts are blocking the main thread and for how long. Load chat widgets, analytics, and ad tags asynchronously and after the page's critical path has resolved. For most clients, moving non-essential scripts to load after the DOMContentLoaded event is a meaningful INP improvement with no visible impact on the user experience. For websites with heavy JavaScript — particularly those built on frameworks with large client-side bundles — consider breaking up long tasks into smaller chunks using the browser's Scheduler API or simply splitting components so the main thread isn't locked for more than 50 milliseconds at a stretch. What platforms handle automatically One of the practical advantages of building on a platform optimized for performance is that many of these fixes are applied by default. Duda, for example, automatically serves WebP images, lazy loads below-the-fold content, minifies CSS, and uses efficient cache policies for static assets. As of May 2025, 82% of sites built on Duda pass all three Core Web Vitals metrics — the highest recorded pass rate among major website platforms. That baseline matters when you're managing dozens or hundreds of client sites. It means you're starting each project close to or at a passing score, rather than diagnosing and patching a broken foundation. How much do Core Web Vitals actually affect rankings? Honestly, they're a tiebreaker — not a primary signal. Google has been clear that content quality and relevance still dominate ranking decisions. A well-optimized site with thin, irrelevant content won't outrank a content-rich competitor just because its CLS is 0.05. What Core Web Vitals do affect is the user experience that supports those rankings. Pages with poor LCP scores have measurably higher bounce rates. Sites with high CLS lose users mid-session. Those behavioral signals — time on page, return visits, conversions — are things search engines can observe and incorporate. 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A monthly one-page performance summary showing before/after scores builds credibility and makes your technical work visible. Prioritize mobile. Google uses mobile-first indexing, and field data shows that mobile CWV scores are almost always worse than desktop. If you only have time to optimize one version, do mobile first. Core Web Vitals aren't a one-time fix. Platforms change, new scripts get added, campaigns bring in new widgets. Build the audit into your workflow and treat it like any other ongoing deliverable, and you'll stay ahead of the issues before they affect your clients' rankings. Duda's platform is built with Core Web Vitals performance in mind. Explore how it handles image optimization, script management, and site speed automatically — so your team spends less time debugging and more time building.
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