Como estruturar o time de desenvolvimento web da sua agência

April 1, 2021
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O sucesso de um time de desenvolvimento web começa desde sua formação, com a contratação de profissionais que tenham posições e visões estratégicas, além de serem criativos e saibam lidar com as diversas demandas. 


Importante também que a agência adote ferramentas que promovam autonomia e acelerem os processos da equipe de desenvolvimento, para que possam trabalhar de forma integrada e dinâmica, aumentando assim a produtividade da equipe.


Por isso, abordaremos, neste artigo, dicas para selecionar desenvolvedores adequados e com expertise de mercado às demandas e necessidades da sua agência, garantindo o sucesso do time de tecnologia e do negócio como um todo.

Vantagens de estruturar o seu time de desenvolvimento web



Para estruturar da melhor forma possível o time de web, é necessário saber quais são as necessidades do setor, que serviços e produtos os clientes demandam, para identificar as competências e habilidades que cada profissional deve ter.


Em seguida, traçar um perfil do profissional que se quer contratar e partir para o processo de seleção. Planejando e montando uma equipe multidisciplinar e qualificada para desenvolver sites, os resultados vêm fácil.

Gerenciamento eficaz




A equipe devidamente estruturada com funções distribuídas de forma estratégica torna não só o processo de desenvolvimento dos produtos mais ágeis, pois cada um sabe o que e quando deve fazer, como também facilita o gerenciamento do time. O líder saberá delegar e cobrar, já que vai ter mais conhecimento sobre quem está executando cada tarefa. 


A propósito, um gestor que conheça bem o seu time sabe aproveitar bastante as competências e habilidades dos seus profissionais de acordo com o nível de demanda.


O uso de metodologias ágeis também é um recurso que deixa o gerenciamento do time de desenvolvimento web mais fácil. Ao adotar métodos como Kanban, Scrum e Agile que buscam implantar uma cultura ágil no setor, pode dar à agência uma vantagem competitiva em relação a seus concorrentes, com entregas de projetos em tempo menor.


Aumento da Produtividade 




Uma boa gestão também se baseia na possibilidade de oferecer autonomia aos colaboradores do desenvolvimento. Uma vez distribuídas as funções e tarefas, vale deixar o time livre para criar e assim, se sentir mais integrado ao projeto e à agência, pois percebem a confiança do gestor no seu trabalho.


Com isso, temos uma
equipe mais produtiva, ainda mais com o devido acompanhamento por meio de plataformas de trabalho integrada em que o gestor pode monitorar e direcionar a produção e desempenho do trabalho da equipe.


Uma boa divisão de tarefas com o uso de uma ferramenta que possa integrar a equipe permite ainda mensurar e estabelecer métricas reais para prever tempo de entrega dos produtos, com qualidade, criatividade na solução dos problemas e escalabilidade.

Cultura com foco em resultados






Invista em recursos para motivar o time a ser mais engajado em cada um dos projetos desenvolvidos. Ouvir as pessoas, escolher ferramentas que ajudem no dia a dia de trabalho e criar momentos e canais de interação são formas de investir na gestão do time. 


Junto disso, tente valorizar não só as entregas, mas também a qualidade e a performance delas.


Quanto melhor for o desempenho de um site entregue, por exemplo, melhor será a motivação do time para os próximos, o feedback do cliente e o sucesso da empresa. Incentive o cuidado com qualidade dos resultados desde o primeiro momento de seleção da equipe e das ferramentas!

Entendendo o projeto 





Um item que influencia diretamente no alcance das vantagens listadas acima é o conhecimento coletivo sobre o que é o projeto, qual sua finalidade, os prazos e como cada um contribuirá na construção dele.


Com isso, temos uma equipe ciente do que é a responsabilidade de cada um e o que deve resultar desse trabalho coletivo. O resultado disso é um projeto com menor ocorrência de falhas, revisões e alterações, contribuindo, portanto, para entregas no tempo hábil.

Redução de custos e esforços 





Fica evidente que um projeto minuciosamente apresentado e distribuído, com uma equipe trabalhando de forma motivada e sinérgica para a entrega dele, resulta em redução esforços. 


Afinal, quando cada profissional tem pré-definido o escopo de execução, não há sobrecarga de funções ou demandas, o deadline pode ser cumprido com mais eficiência e o setor pode ter previsibilidade de novas entradas de projetos. O resultado é maior produtividade e
rentabilidade

Além disso, o uso de uma plataforma de construção de sites, por exemplo, que dinamize a produção e entrega, ainda pode permitir a produção em modelo escalável, otimizando ainda mais os lucros da agência.

Habilidades necessárias no time de desenvolvimento




O tamanho da equipe é determinado pelo volume de demandas e clientes que a agência possui, ou pelo potencial de escalabilidade para entregar mais com inteligência e recorrência. 


Às vezes, uma equipe enxuta, com um time multifacetado e bem distribuído consegue dar conta do recado. Em qualquer arranjo, o importante é priorizar a diversidade de competências, mas também as especialidades. Conheça algumas funções que podem estar envolvidas no trabalho de um time de desenvolvimento web:

Diretor de tecnologia





A pessoa responsável pela diretoria de tecnologia ou CTO (Chief Technology Officer) é chefe da equipe de tecnologia, responsável pela avaliação e tomada de decisão nesse quesito.

Product Manager (PM)



O Product Manager (PM) é o (a) profissional que trabalha com desenvolvimento, UX e Business. É quem vai validar as ideias de produtos antes de serem passadas ao cliente. Possui expertise em tendências do setor e vai lidar com clientes de diferentes níveis.

Desenvolvedor front-end, back-end, full stack



Devs Front-end desenvolvem as telas de aplicação que foram projetadas pelos arquitetos e designers do projeto. Precisa dominar, assim, a linguagem HTML, CSS e JavaScript. Já desenvolvedores Back-End têm o papel no time web de programação de gerenciar as regras do negócio, lidando diretamente com as requisições do cliente. 

Por fim, o Full-Stack desenvolve um trabalho mais complexo, uma vez que trabalha tanto com front quanto back end. Desse modo, precisa dominar as duas competências e habilidades.

Quality Assurance



O QA responsabiliza-se pela qualidade do produto a ser entregue, checando se os métodos e critérios estabelecidos estão sendo executados no processo.

Profissional UX/UI designer



Este profissional fica responsável pela experiência do usuário na plataforma. Assim, é responsável por identificar e desenvolver soluções que promovam uma experiência satisfatória e positiva ao usuário do produto.

Profissional DevOps



O Devop otimiza a produtividade dos desenvolvedores e a confiabilidade das operações. Estabelece a comunicação e a integração das equipes dentro do time, garantindo a padronização dos processos.


Como a Duda pode ajudar o time de desenvolvimento web?


Agências que trabalham com desenvolvimento de site, no modelo de recorrência, encontram no mercado, ferramentas multitarefas que entregam sites em pouco tempo. Um exemplo é a Duda, uma plataforma de criação e gestão de sites, que possui uma característica colaborativa permitindo que uma equipe multidisciplinar e enxuta de devs, designers e conteúdo, atuem de forma ágil no mesmo ambiente para construir sites de qualidade com facilidade de uso para todos os setores..


Isso porque o time de desenvolvimento web consegue criar sites completos de forma rápida com a oferta de modelos prontos e no modelo
white label, oferecendo estrutura ampla para que a equipe desenvolva o produto com muita facilidade e agilidade, e usando a marca da própria agência.


A plataforma white label da Duda possibilita que widgets e outros recursos sejam criados e migrados de forma prática para a plataforma, garantindo a originalidade e exclusividade do produto final, e a agilidade na entrega do produto ao cliente.


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By Shawn Davis April 1, 2026
Core Web Vitals aren't new, Google introduced them in 2020 and made them a ranking factor in 2021. But the questions keep coming, because the metrics keep changing and the stakes keep rising. Reddit's SEO communities were still debating their impact as recently as January 2026, and for good reason: most agencies still don't have a clear, repeatable way to measure, diagnose, and fix them for clients. This guide cuts through the noise. Here's what Core Web Vitals actually measure, what good scores look like today, and how to improve them—without needing a dedicated performance engineer on every project. What Core Web Vitals measure Google evaluates three user experience signals to determine whether a page feels fast, stable, and responsive: Largest Contentful Paint (LCP) measures how long it takes for the biggest visible element on a page — usually a hero image or headline — to load. Google considers anything under 2.5 seconds good. Above 4 seconds is poor. Interaction to Next Paint (INP) replaced First Input Delay (FID) in March 2024. Where FID measures the delay before a user's first click is registered, INP tracks the full responsiveness of every interaction across the page session. A good INP score is under 200 milliseconds. Cumulative Layout Shift (CLS) measures visual stability — how much page elements unexpectedly move while content loads. A score below 0.1 is good. Higher scores signal that images, ads, or embeds are pushing content around after load, which frustrates users and tanks conversions. These three metrics are a subset of Google's broader Page Experience signals, which also include HTTPS, safe browsing, and mobile usability. Core Web Vitals are the ones you can most directly control and improve. Why your clients' scores may still be poor Core Web Vitals scores vary dramatically by platform, hosting, and how a site was built. Some of the most common culprits agencies encounter: Heavy above-the-fold content . A homepage with an autoplay video, a full-width image slider, and a chat widget loading simultaneously will fail LCP every time. The browser has to resolve all of those resources before it can paint the largest element. Unstable image dimensions . When an image loads without defined width and height attributes, the browser doesn't reserve space for it. It renders the surrounding text, then jumps it down when the image appears. That jump is CLS. Third-party scripts blocking the main thread . Analytics pixels, ad tags, and live chat tools run on the browser's main thread. When they stack up, every click and tap has to wait in line — driving INP scores up. A single slow third-party script can push an otherwise clean site into "needs improvement" territory. Too many web fonts . Each font family and weight is a separate network request. A page loading four font files before rendering any text will fail LCP, especially on mobile connections. Unoptimized images . JPEGs and PNGs served at full resolution, without compression or modern formats like WebP or AVIF, add unnecessary weight to every page load. How to measure them accurately There are two types of Core Web Vitals data you should be looking at for every client: Lab data comes from tools like Google PageSpeed Insights, Lighthouse, and WebPageTest. It simulates page loads in controlled conditions. Lab data is useful for diagnosing specific issues and testing fixes before you deploy them. Field data (also called Real User Monitoring, or RUM) comes from actual users visiting the site. Google collects this through the Chrome User Experience Report (CrUX) and surfaces it in Search Console and PageSpeed Insights. Field data is what Google actually uses as a ranking signal — and it often looks worse than lab data because it reflects real-world device and connection variability. If your client's site has enough traffic, you'll see field data in Search Console under Core Web Vitals. This is your baseline. Lab data helps you understand why the scores are what they are. For clients with low traffic who don't have enough field data to appear in CrUX, you'll be working primarily with lab scores. Set that expectation early so clients understand that improvements may not immediately show up in Search Console. Practical fixes that move the needle Fix LCP: get the hero image loading first The single most effective LCP improvement is adding fetchpriority="high" to the hero image tag. This tells the browser to prioritize that resource over everything else. If you're using a background CSS image for the hero, switch it to anelement — background images aren't discoverable by the browser's preload scanner. Also check whether your hosting serves images through a CDN with caching. Edge delivery dramatically reduces the time-to-first-byte, which feeds directly into LCP. Fix CLS: define dimensions for every media element Every image, video, and ad slot on the page needs explicit width and height attributes in the HTML. If you're using responsive CSS, you can still define the aspect ratio with aspect-ratio in CSS while leaving the actual size fluid. The key is giving the browser enough information to reserve space before the asset loads. Avoid inserting content above existing content after page load. This is common with cookie banners, sticky headers that change height, and dynamically loaded ad units. If you need to show these, anchor them to fixed positions so they don't push content around. Fix INP: reduce what's competing for the main thread Audit third-party scripts and defer or remove anything that isn't essential. Tools like WebPageTest's waterfall view or Chrome DevTools Performance panel show you exactly which scripts are blocking the main thread and for how long. Load chat widgets, analytics, and ad tags asynchronously and after the page's critical path has resolved. For most clients, moving non-essential scripts to load after the DOMContentLoaded event is a meaningful INP improvement with no visible impact on the user experience. For websites with heavy JavaScript — particularly those built on frameworks with large client-side bundles — consider breaking up long tasks into smaller chunks using the browser's Scheduler API or simply splitting components so the main thread isn't locked for more than 50 milliseconds at a stretch. What platforms handle automatically One of the practical advantages of building on a platform optimized for performance is that many of these fixes are applied by default. Duda, for example, automatically serves WebP images, lazy loads below-the-fold content, minifies CSS, and uses efficient cache policies for static assets. As of May 2025, 82% of sites built on Duda pass all three Core Web Vitals metrics — the highest recorded pass rate among major website platforms. That baseline matters when you're managing dozens or hundreds of client sites. It means you're starting each project close to or at a passing score, rather than diagnosing and patching a broken foundation. How much do Core Web Vitals actually affect rankings? Honestly, they're a tiebreaker — not a primary signal. Google has been clear that content quality and relevance still dominate ranking decisions. A well-optimized site with thin, irrelevant content won't outrank a content-rich competitor just because its CLS is 0.05. What Core Web Vitals do affect is the user experience that supports those rankings. Pages with poor LCP scores have measurably higher bounce rates. Sites with high CLS lose users mid-session. Those behavioral signals — time on page, return visits, conversions — are things search engines can observe and incorporate. The practical argument for fixing Core Web Vitals isn't just "because Google said so." It's that faster, more stable pages convert better. Every second of LCP improvement can reduce bounce rates by 15–20% depending on the industry and device mix. For client sites that monetize through leads or eCommerce, that's a revenue argument, not just an SEO argument. A repeatable process for agencies Audit every new site before launch. Run PageSpeed Insights and record LCP, INP, and CLS scores for both mobile and desktop. Flag anything in the "needs improvement" or "poor" range before the client sees the live site. Check Search Console monthly for existing clients. The Core Web Vitals report surfaces issues as they appear in field data. Catching a regression early — before it compounds — is significantly easier than explaining a traffic drop after the fact. Document what you've improved. Clients rarely see Core Web Vitals scores on their own. A monthly one-page performance summary showing before/after scores builds credibility and makes your technical work visible. Prioritize mobile. Google uses mobile-first indexing, and field data shows that mobile CWV scores are almost always worse than desktop. If you only have time to optimize one version, do mobile first. Core Web Vitals aren't a one-time fix. Platforms change, new scripts get added, campaigns bring in new widgets. Build the audit into your workflow and treat it like any other ongoing deliverable, and you'll stay ahead of the issues before they affect your clients' rankings. Duda's platform is built with Core Web Vitals performance in mind. Explore how it handles image optimization, script management, and site speed automatically — so your team spends less time debugging and more time building.
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