Por que seus clientes devem reformular o site em 2021

March 23, 2021
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Para qualquer ação de publicidade ou marketing, existe um ponto central para o qual as empresas querem direcionar o público. No momento atual de protagonismo das ações digitais, muitas vezes esse ponto central é  o site. Independente dos canais que forem utilizados para campanhas e divulgações, nas estratégias digitais é para ele que o CTA (call-to-action) deve apontar. Nesse caso, fazer a reformulação do site é uma ação fundamental para 2021.


Por conta da pandemia, que acelerou o processo de transformação digital nas empresas - muitas tiveram que se adaptar para vender produtos e serviços virtualmente - o número de sites criados disparou em 2020. Na pesquisa
Perfil do E-commerce Brasileiro 2020, realizada pelo PayPal, o número de lojas online no Brasil cresceu 40%:


  • eram 930 mil sites de e-commerce em agosto de 2019
  • passou para 1,3 milhão de sites em agosto de 2020


Com base nesses dados e nas mudanças para 2021, a projeção é para um crescimento ainda maior. Quem não se adaptou ainda precisa correr para não ficar muito atrás da concorrência. Ah, e não basta simplesmente ter um site. É importante que ele seja claro, útil e direto na mensagem que precisa passar.


É por isso que vamos apresentar neste artigo os principais argumentos para você, que se posiciona como agência, vender mais projetos de sites para seus clientes ao longo do ano.
Este é o momento ideal e existem vários fatores para comprovar isso. Confira!

Você sabe como o web design está olhando para 2021?



Primeiro precisamos falar das tendências do ponto de vista visual. Afinal, ninguém quer ter a experiência de acessar um site e ficar com a impressão de que ele foi feito décadas atrás, não é mesmo? Todos nós queremos uma experiência personalizada.


Hoje a prioridade não é só ter um site. Cotar com uma
identidade visual online se tornou uma prioridade para muitas empresas.


Para 2021, o olhar do web design está para um contexto de reformulação. Então além dos pontos tradicionais como fontes utilizadas ou a discussão entre fotos ou ilustrações, todos os elementos que compõem a identidade farão a diferença no aspecto visual. Vamos conferir alguns exemplos:

Templates de modo escuro




São ótimos modelos para serem utilizados por agências ou outras empresas que oferecem a venda de serviços. Funcionam muito bem em todas as plataformas e chamam ainda mais atenção nos dispositivos mobile.

Este é um modelo de template pronto no site da Duda

Este é um modelo de template pronto no site da Duda



Linha de produtos



Já vimos como a quantidade de lojas online aumentou em apenas um ano, e aqui o design do site faz toda a diferença para divulgar a linha de produtos oferecida. Nesse caso, o destaque deve estar nos produtos em si, contando com um conjunto mais clean no layout.

Este é um modelo de template pronto no site da Duda


Seguir esses modelos e as principais tendências são ótimas indicações para os seus clientes, ajudando não só nas escolhas para a reformulação do site mas também para ter um
impacto mais positivo na percepção do público.

Google Page Experience: atualização que impacta na reformulação do site


Se existe um ponto de atenção para qualquer site podemos dizer que são os fatores de rankeamento do Google. Na prática, são centenas de fatores que interferem no posicionamento dos sites, e a cada ano eles passam por atualizações. As principais são conhecidas como Core Updates, mas em 2021 já existe uma programada para o mês de maio: o Google Page Experience.


Essa atualização é focada nas
Core Web Vitals, requisitos básicos para a qualidade técnica de um site. O Google definiu esses requisitos em 2020 como um conjunto de métricas centradas no usuário, que quantificam os principais aspectos de UX Design, a experiência do usuário.


Na prática, essas métricas medem as dimensões da usabilidade de um site, como o tempo de carregamento, as opções de interatividade e a estabilidade do conteúdo. Falando desse último ponto, o Google usou como exemplo
na página que fala sobre a nova atualização um exemplo bem claro de instabilidade, que gera uma péssima experiência para qualquer um.

Detalhando as novas métricas que impactam na construção dos sites




Trazendo agora um pouco mais de detalhes sobre as novas métricas:


  • Carregamento
    : mede a velocidade de carregamento e marca o ponto na linha do tempo no momento em que o conteúdo principal da página foi carregado;
  • Interatividade: mede a capacidade de resposta e quantifica a experiência que os usuários sentem ao tentar interagir pela primeira vez com a página;
  • Estabilidade: mede a estabilidade visual e quantidade de mudanças inesperadas do layout do conteúdo visível da página.


Leia também: Por Que Seu Cliente Precisa De Um Site Com Maior Velocidade De Carregamento


Na apresentação dessas métricas, também tivemos a divulgação das medidas de referência. No caso do carregamento, por exemplo, é preciso que seja feito em até 2,5 segundos.

Elas se juntam a outras anteriores que já eram levadas em consideração, como o HTTPS (sites devem ter o protocolo de segurança) e o Mobile Friendly (com layout adaptado para os dispositivos móveis).


Resumindo, o
Core Web Vitals mede quanto tempo leva para um usuário chegar à sua página, quão fácil é para ele interagir com ela e se ele pode ficar confuso com as inconsistências no design do site.


Isso significa que agora é o melhor momento para os seus clientes fazerem a reformulação do site, já atendendo aos novos requisitos. Quanto antes as páginas estiverem preparadas para atender as métricas,
maiores as chances de se posicionar bem e ter melhores resultados, aparecendo na frente da concorrência nas buscas orgânicas.

Não deixe a competitividade do seu site cair




Como vimos, existe uma necessidade urgente de atender a novas regras visuais e de experiência nos sites. Conforme a maturidade digital do público avança,
maior a exigência para entregar páginas completas e com total atenção aos detalhes.


Para você que atua como agência, precisa saber que a
necessidade dos clientes parte então de dois pontos:


  • Ficar atualizado
    : não ficar defasado no mercado é um dos pilares para indicar a reformulação do site. Ser visto como atual e inovador é um elemento chave e importante no processo de decisão dos clientes;
  • Se manter competitivo: ao analisar dois concorrentes, é através do site que um cliente vai tirar a conclusão final de quem vai escolher para comprar.


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By Shawn Davis April 1, 2026
Core Web Vitals aren't new, Google introduced them in 2020 and made them a ranking factor in 2021. But the questions keep coming, because the metrics keep changing and the stakes keep rising. Reddit's SEO communities were still debating their impact as recently as January 2026, and for good reason: most agencies still don't have a clear, repeatable way to measure, diagnose, and fix them for clients. This guide cuts through the noise. Here's what Core Web Vitals actually measure, what good scores look like today, and how to improve them—without needing a dedicated performance engineer on every project. What Core Web Vitals measure Google evaluates three user experience signals to determine whether a page feels fast, stable, and responsive: Largest Contentful Paint (LCP) measures how long it takes for the biggest visible element on a page — usually a hero image or headline — to load. Google considers anything under 2.5 seconds good. Above 4 seconds is poor. Interaction to Next Paint (INP) replaced First Input Delay (FID) in March 2024. Where FID measures the delay before a user's first click is registered, INP tracks the full responsiveness of every interaction across the page session. A good INP score is under 200 milliseconds. Cumulative Layout Shift (CLS) measures visual stability — how much page elements unexpectedly move while content loads. A score below 0.1 is good. Higher scores signal that images, ads, or embeds are pushing content around after load, which frustrates users and tanks conversions. These three metrics are a subset of Google's broader Page Experience signals, which also include HTTPS, safe browsing, and mobile usability. Core Web Vitals are the ones you can most directly control and improve. Why your clients' scores may still be poor Core Web Vitals scores vary dramatically by platform, hosting, and how a site was built. Some of the most common culprits agencies encounter: Heavy above-the-fold content . A homepage with an autoplay video, a full-width image slider, and a chat widget loading simultaneously will fail LCP every time. The browser has to resolve all of those resources before it can paint the largest element. Unstable image dimensions . When an image loads without defined width and height attributes, the browser doesn't reserve space for it. It renders the surrounding text, then jumps it down when the image appears. That jump is CLS. Third-party scripts blocking the main thread . Analytics pixels, ad tags, and live chat tools run on the browser's main thread. When they stack up, every click and tap has to wait in line — driving INP scores up. A single slow third-party script can push an otherwise clean site into "needs improvement" territory. Too many web fonts . Each font family and weight is a separate network request. A page loading four font files before rendering any text will fail LCP, especially on mobile connections. Unoptimized images . JPEGs and PNGs served at full resolution, without compression or modern formats like WebP or AVIF, add unnecessary weight to every page load. How to measure them accurately There are two types of Core Web Vitals data you should be looking at for every client: Lab data comes from tools like Google PageSpeed Insights, Lighthouse, and WebPageTest. It simulates page loads in controlled conditions. Lab data is useful for diagnosing specific issues and testing fixes before you deploy them. Field data (also called Real User Monitoring, or RUM) comes from actual users visiting the site. Google collects this through the Chrome User Experience Report (CrUX) and surfaces it in Search Console and PageSpeed Insights. Field data is what Google actually uses as a ranking signal — and it often looks worse than lab data because it reflects real-world device and connection variability. If your client's site has enough traffic, you'll see field data in Search Console under Core Web Vitals. This is your baseline. Lab data helps you understand why the scores are what they are. For clients with low traffic who don't have enough field data to appear in CrUX, you'll be working primarily with lab scores. Set that expectation early so clients understand that improvements may not immediately show up in Search Console. Practical fixes that move the needle Fix LCP: get the hero image loading first The single most effective LCP improvement is adding fetchpriority="high" to the hero image tag. This tells the browser to prioritize that resource over everything else. If you're using a background CSS image for the hero, switch it to anelement — background images aren't discoverable by the browser's preload scanner. Also check whether your hosting serves images through a CDN with caching. Edge delivery dramatically reduces the time-to-first-byte, which feeds directly into LCP. Fix CLS: define dimensions for every media element Every image, video, and ad slot on the page needs explicit width and height attributes in the HTML. If you're using responsive CSS, you can still define the aspect ratio with aspect-ratio in CSS while leaving the actual size fluid. The key is giving the browser enough information to reserve space before the asset loads. Avoid inserting content above existing content after page load. This is common with cookie banners, sticky headers that change height, and dynamically loaded ad units. If you need to show these, anchor them to fixed positions so they don't push content around. Fix INP: reduce what's competing for the main thread Audit third-party scripts and defer or remove anything that isn't essential. Tools like WebPageTest's waterfall view or Chrome DevTools Performance panel show you exactly which scripts are blocking the main thread and for how long. Load chat widgets, analytics, and ad tags asynchronously and after the page's critical path has resolved. For most clients, moving non-essential scripts to load after the DOMContentLoaded event is a meaningful INP improvement with no visible impact on the user experience. For websites with heavy JavaScript — particularly those built on frameworks with large client-side bundles — consider breaking up long tasks into smaller chunks using the browser's Scheduler API or simply splitting components so the main thread isn't locked for more than 50 milliseconds at a stretch. What platforms handle automatically One of the practical advantages of building on a platform optimized for performance is that many of these fixes are applied by default. Duda, for example, automatically serves WebP images, lazy loads below-the-fold content, minifies CSS, and uses efficient cache policies for static assets. As of May 2025, 82% of sites built on Duda pass all three Core Web Vitals metrics — the highest recorded pass rate among major website platforms. That baseline matters when you're managing dozens or hundreds of client sites. It means you're starting each project close to or at a passing score, rather than diagnosing and patching a broken foundation. How much do Core Web Vitals actually affect rankings? Honestly, they're a tiebreaker — not a primary signal. Google has been clear that content quality and relevance still dominate ranking decisions. A well-optimized site with thin, irrelevant content won't outrank a content-rich competitor just because its CLS is 0.05. What Core Web Vitals do affect is the user experience that supports those rankings. Pages with poor LCP scores have measurably higher bounce rates. Sites with high CLS lose users mid-session. Those behavioral signals — time on page, return visits, conversions — are things search engines can observe and incorporate. The practical argument for fixing Core Web Vitals isn't just "because Google said so." It's that faster, more stable pages convert better. Every second of LCP improvement can reduce bounce rates by 15–20% depending on the industry and device mix. For client sites that monetize through leads or eCommerce, that's a revenue argument, not just an SEO argument. A repeatable process for agencies Audit every new site before launch. Run PageSpeed Insights and record LCP, INP, and CLS scores for both mobile and desktop. Flag anything in the "needs improvement" or "poor" range before the client sees the live site. Check Search Console monthly for existing clients. The Core Web Vitals report surfaces issues as they appear in field data. Catching a regression early — before it compounds — is significantly easier than explaining a traffic drop after the fact. Document what you've improved. Clients rarely see Core Web Vitals scores on their own. A monthly one-page performance summary showing before/after scores builds credibility and makes your technical work visible. Prioritize mobile. Google uses mobile-first indexing, and field data shows that mobile CWV scores are almost always worse than desktop. If you only have time to optimize one version, do mobile first. Core Web Vitals aren't a one-time fix. Platforms change, new scripts get added, campaigns bring in new widgets. Build the audit into your workflow and treat it like any other ongoing deliverable, and you'll stay ahead of the issues before they affect your clients' rankings. Duda's platform is built with Core Web Vitals performance in mind. Explore how it handles image optimization, script management, and site speed automatically — so your team spends less time debugging and more time building.
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