Como manter seu site pronto para as atualizações do Google

September 21, 2020
0 minute read

Quando falamos sobre SEO, o Google é o "Search Engine" que geralmente vem à mente. Por mais de vinte anos, o gigante das buscas tem sido uma autoridade pioneira e uma poderosa porta de entrada para o conteúdo da web. Classificar-se bem no Google é ser o proprietário de imóveis no melhor bairro da Internet.

A primeira das atualizações do Google foi lançada em 2003. Desde então, o mecanismo de pesquisa lança continuamente atualizações destinadas a refinar os resultados da pesquisa, para que os usuários possam encontrar melhor as informações, produtos e serviços mais relevantes para eles. E embora algumas mudanças tenham natureza um tanto quanto enigmática, existe um método claro para as mudanças do Google para sites, que é o que veremos a seguir.

Para você que cria sites para clientes e os otimiza para SEO, produzimos este conteúdo na esperança de que ele te ajude a não ser pego de surpresa pela próxima atualização do Google (que costumam acontecer com bastante frequência). E o mais importante, queremos que você use essas informações para obter bons resultados por seus esforços em SEO - com ranqueamentos mais altos.


atualizações do google: CRITÉRIOS E MOTIVAÇÕES

Para entender os motivos do Google, precisamos revisar várias das principais atualizações lançadas, identificar seus propósitos e registrar tendências recorrentes. A partir daí, você começará a ver os critérios que devem ser considerados ao criar e atualizar sites.

analisando as tendências

Desde o início (e com algumas exceções, como discutiremos mais adiante), a maior parte das principais atualizações do Google pode ser dividida em uma das cinco categorias: velocidade, compatibilidade com dispositivos móveis, segurança, conteúdo e localização. Abaixo, vamos discutir cada categoria, listar as principais atualizações que se aplicam a elas e abordar as práticas recomendadas que permitirão que você deixe tudo pronto antes mesmo das atualizações.


1. conteúdo

Principais atualizações focadas em conteúdo:

- Fevereiro de 2011 - Panda Update - focado em impedir que sites com conteúdo de baixa qualidade recebam boas classificações.

- Janeiro de 2012 - Top Heavy Update - concentrou-se em impedir que os sites "muito pesados" e com muitos anúncios fossem bem ranqueados.

- Agosto de 2012 - Pirate Update - focado em impedir que sites com violação de direitos autorais sejam bem ranqueados.

- Setembro de 2012 - EMD Update - focado em impedir que sites fiquem bem posicionados com base só nas palavras-chave.

- Junho de 2013 - Payday Update - focado em melhorar os resultados de pesquisa para consultas que produzem spam.

- Setembro de 2013 - Google Hummingbird - uma nova plataforma de pesquisa focada no significado das palavras.

- Julho de 2014 - Pigeon Update - focado em melhorar os resultados locais relacionados às classificações tradicionais na web.

- Junho de 2016 - Google RankBrain Algorithm - focado no uso de um sistema de aprendizado de máquina para filtrar resultados.

- Agosto de 2018 - Medic Update - uma atualização abrangente que teve grande impacto em prestadores de serviços, como profissionais da área médica.











A maior parte das principais atualizações do Google se concentrou no conteúdo, e por isso esperamos que mais atualizações focadas nesse aspecto sejam lançadas no futuro. Isso significa que, uma das melhores maneiras de manter seu site pronto para o Google é fazer do conteúdo de qualidade uma prioridade.


Práticas recomendadas de conteúdo: se você der uma olhada nos sites que foram mais afetados pela Medic Update, vai ver uma grande dica do Google: informar primeiro e vender depois. Qualquer empresa, independentemente das ofertas, deve adotar a Medic Update como um plano de ação para enfatizar a publicidade e a venda de produtos e, em vez disso, focar mais no conteúdo e nos serviços de qualidade. Uma dica fácil de lembrar é o E-A-T :

- Expertise (experiência). Crie conteúdo que destaque o seu conhecimento do setor, informe as pessoas e as ajude.

- Authority (autoridade). Torne sua empresa uma fonte essencial de informações, criando um repertório de conteúdo valioso que gere backlinks de alta qualidade (mais informações sobre isso a seguir).

- Trust (confiança). Ganhe a lealdade do cliente com conteúdo de qualidade, boas práticas de negócios e referências positivas.


Dica profissional: 90% dos consumidores não tomaram decisões de compra antes de fazer uma pesquisa online (Status Labs, 2018). Um bom conteúdo pode moldar positivamente as opiniões.

2. VELOCIDADE

Principais atualizações (e produtos) com foco na velocidade:

- Julho de 2018 - Speed Update - O Google começa a usar a velocidade da página como fator de ranqueamento no celular.

- Novembro de 2018 - PageSpeed Update - O Google começa a usar o Lighthouse para aprimorar o PageSpeed ​​Insights.

Um site incrível merece ser visto pelo maior número de visitantes possível, o mais rápido possível. No entanto, se esse conteúdo rico e envolvente demorar muito para carregar, isso não será possível. :( A velocidade lenta do site pode ser uma grande barreira para as conversões. 53% dos visitantes abandonam a página no mobile se demorar mais de 3 segundos para carregar.

Práticas recomendadas para a velocidade do site: Como regra geral, é uma boa ideia procurar maneiras de renderizar o conteúdo mais rapidamente. Por exemplo, é possível remover código em excesso, compactar arquivos, remover JavaScript de bloqueio de renderização e otimizar imagens usando os arquivos corretos (por exemplo, PNG vs JPEG) - psiu, tudo isso a Duda já faz por você!

Não se esqueça que a velocidade do site é importante em todos os dispositivos; portanto, não se esqueça de fazer testes em computadores, tablets e dispositivos móveis.

Dica profissional: lembre-se; nada é definitivo quando se trata da velocidade do site. De volta à Internet antiga, o tempo de carregamento de 15 segundos era visto como super rápido. A barra de velocidade do site continuará aumentando e os sites precisarão se tornar cada vez mais rápidos para acompanhar. Use isso como um incentivo para tornar a otimização da velocidade do site um processo constante. Na Duda, atualizamos continuamente nossa plataforma para renderização de conteúdo mais rápida e pontuações mais altas no Teste do Google Lighthouse.



3. segurança

Principais atualizações focadas em segurança:

- Agosto de 2014 - o HTTPS se torna um requisito de classificação no Google.

- Julho de 2018 - O Google começa a marcar todos os sites não criptografados como "Não seguros"

A segurança do site deve ser vista como um fator mais do que fundamental para quem está criando sites. Chegamos ao ponto de dizer que atualmente nenhuma empresa (especialmente aquelas com uma solução de e-commerce) deve ter um site não criptografado. Infelizmente, cerca de 25% dos sites que recebem tráfego ainda não são criptografados e permanecem vulneráveis ​​a ataques. 🙀


Práticas recomendadas de segurança - O Google é a força por trás da iniciativa 'HTTPS Everywhere', penaliza sites não criptografados e os marca como 'não seguros' para visitantes no Google Chrome. O CTA não poderia ser mais claro: as empresas precisam criptografar seus sites com um certificado SSL e renová-lo quando expirar. A vulnerabilidade do site pode e deve ser um problema, pois existem muitas opções gratuitas e acessíveis para criptografia de sites disponíveis no mercado hoje. Na Duda, criptografamos todos os sites com certificados SSL de renovação automática gratuitos com apenas um clique.

4. Mobile-Friend

Principal atualização focada em dispositivos móveis:

- Abril de 2015Mobile-Friendly Update (também conhecido como Mobilegeddon) oferece aos sites compatíveis com dispositivos móveis um incremento no ranking.

O smartphone é o principal canal de engajamento na internet, o que significa que a maioria das visitas ao site de uma empresa será realizada em celulares. O Google sabe disso e, se você seguir essas dicas, vai concordar que todas as empresas com presença online devem ter uma experiência móvel tão boa quanto - se não melhor - do que em computadores.

Práticas recomendadas para dispositivos móveis - daqui em diante, é uma boa ideia aplicar uma perspectiva mobile-first ao design do seu site. Faça do UX para dispositivos móveis a sua principal prioridade e considere cada um dos três fatores de SEO anteriores na experiência móvel do seu cliente, especialmente a velocidade do site, que é um fator de classificação importante no celular.


Dica profissional: faça do celular o seu ponto de partida para o design responsivo. Na plataforma Duda, você pode definir as configurações globais de design para dispositivos móveis, ajustar o layout do dispositivo móvel e optar por mostrar ou ocultar certos elementos na experiência móvel do seu cliente, como um botão de call por exemplo.


5. Localização

Principal atualização focada em SEO local:

- Agosto de 2017 - Hawk Update - alteração que afeta os filtros locais.


Embora seja verdade que, para serem considerados realmente otimizados para SEO, os sites precisam carregar rapidamente, funcionar bem em dispositivos móveis, manter um certificado SSL válido e ter conteúdo de qualidade, também há um componente local que pode ajudar uma empresa a melhorar sua visibilidade nas páginas de resultados dos mecanismos de pesquisa (SERP). Aqui estão algumas coisas que você deve saber para ajudar os clientes de pequenas empresas a conquistarem melhores ranqueamentos.

Fatores de classificação com base geográfica

De acordo com um estudo de fatores de classificação com base geográfica da Universidade da Califórnia, os principais fatores de classificação local no Google se enquadram em 3 categorias:

  1. Distância do centro da pesquisa
  2. Classificações orgânicas
  3. Avaliações:



- Número de comentários com a palavra-chave.

- Mais do que 0 reviews.

- Porcentagem de comentários com palavras-chave.

- Número de comentários não respondidos.


  • Distance from center of search
  • Organic rankings
  • Reviews:
    • Number of reviews with keyword.
    • More than 0 reviews.
    • Percentage of reviews with keyword.
    • Number of reviews not responded to.

A evolução da SERP no Google

Se você observar o que o Google está fazendo da perspectiva de causa e efeito, cada atualização pode ter uma causa interna (ou não visível), cujos efeitos visíveis aparecem em uma SERP.


À medida que as pesquisas locais continuam a aumentar constantemente (provavelmente devido à crescente popularidade das pesquisas por voz), o SEO local está se tornando cada vez mais importante, e o Google continua transformando os SERPs para melhorar a interação dos usuários com empresas locais. Isso inclui a introdução de novos elementos SERP, como:

- O botão Get In Line, que permite que frequentadores de restaurantes se colocar em uma fila virtual em vez de ficar horas em filas de espera.

- A extensão Reserve with Google, que permite aos alunos reservar lugar em aulas e se inscrever diretamente em cursos.

- Tornar os horários de check-in/check-out parte das informações locais de hotéis.

- Alterações em eventos que agora permitem aos usuários salvar um evento, encontrar datas e locais adicionais onde o evento também está ocorrendo e até comprar ingressos.


Práticas recomendadas de SEO local

Andrew Shotland, CEO do Local Search Guide, explica por que as avaliações são importantes para o SEO local

As empresas podem começar conferindo de que todas as suas informações estão atualizadas (incluindo a localização), obtendo o maior número possível de avaliações positivas em sites de review, como Google My Business, G2Crowd e Yelp, e respondendo a elas (consulte o vídeo em inglês acima). Assista ao nosso webinar de SEO local com Andrew Shotland para aprender ainda mais dicas e truques de SEO local. Se precisar, acione a legenda em inglês para dar uma forcinha no idioma.

As empresas também devem procurar maneiras de aproveitar o Google para facilitar a interação direta com os clientes e aumentar o tráfego em seus sites. Isso inclui não apenas aproveitar os elementos SERP que citamos acima, mas também outros conteúdos do Google que você pode controlar, como anúncios, imagens e conteúdo de diretórios.

Dica profissional: 70% das chamadas e orientações de endereço vêm diretamente do Google. Inserir seu nome, endereço e telefone na sua página é muito importante.

Bonus: fatores adicionais de ranqueamento

Backlinks Ao longo dos anos, várias atualizações foram lançadas, mostrando ainda mais a qualidade dos links de entrada (como o Penguin Update em abril de 2012), que até hoje continua sendo um dos critérios de ranqueamento mais fortes no Google (e nos motores de busca em geral). Com links de qualidade para seus sites nos domínios de nível superior, as empresas podem ter uma classificação mais alta para determinadas palavras-chave e melhorar seu poder de classificação estabelecendo seus sites como uma autoridade.

Atualidade – Parte do que torna o conteúdo excelente é sua relevância no período em que é divulgado. Atualizar o conteúdo do seu site com frequência pode afetar positivamente a classificação do Google em questão de dias, como mostrou o algoritmo Freshness (junho de 2010) e suas várias atualizações.

DE OLHO NO FUTURO:

O Google segue o propósito de entregar a seus usuários a melhor experiência de pesquisa possível. Sua empresa deve seguir a mesma motivação. Pense em SEO como um argumento extra para destacar serviços de qualidade, boas práticas de negócios e fazer um esforço para criar a melhor experiência de usuário possível em um site.

O Google espera que você seja proativo em seus esforços para tornar os sites de seus clientes o melhor possível; tudo o que você puder fazer para otimizá-los continuamente deve ser feito - sempre que possível. Não tenha medo de testar novas estratégias, avaliá-las e fazer ajustes. É isso que o Google está fazendo. E não há melhor maneira de se manter "preparado para o Google" do que usar sua própria metodologia e manter a qualidade dos seus sites sempre acima da média.


_________________________________________________

Demonstre seu conhecimento básico sobre criação de sites e se torne um Especialista na Plataforma Duda.


Did you find this article interesting?


Thanks for the feedback!
By Shawn Davis April 16, 2026
Website builder analysed 69M AI crawler visits across over 850,000 websites in February 2026 to determine key trends and characteristics that increase local AEO
By Shawn Davis April 1, 2026
Core Web Vitals aren't new, Google introduced them in 2020 and made them a ranking factor in 2021. But the questions keep coming, because the metrics keep changing and the stakes keep rising. Reddit's SEO communities were still debating their impact as recently as January 2026, and for good reason: most agencies still don't have a clear, repeatable way to measure, diagnose, and fix them for clients. This guide cuts through the noise. Here's what Core Web Vitals actually measure, what good scores look like today, and how to improve them—without needing a dedicated performance engineer on every project. What Core Web Vitals measure Google evaluates three user experience signals to determine whether a page feels fast, stable, and responsive: Largest Contentful Paint (LCP) measures how long it takes for the biggest visible element on a page — usually a hero image or headline — to load. Google considers anything under 2.5 seconds good. Above 4 seconds is poor. Interaction to Next Paint (INP) replaced First Input Delay (FID) in March 2024. Where FID measures the delay before a user's first click is registered, INP tracks the full responsiveness of every interaction across the page session. A good INP score is under 200 milliseconds. Cumulative Layout Shift (CLS) measures visual stability — how much page elements unexpectedly move while content loads. A score below 0.1 is good. Higher scores signal that images, ads, or embeds are pushing content around after load, which frustrates users and tanks conversions. These three metrics are a subset of Google's broader Page Experience signals, which also include HTTPS, safe browsing, and mobile usability. Core Web Vitals are the ones you can most directly control and improve. Why your clients' scores may still be poor Core Web Vitals scores vary dramatically by platform, hosting, and how a site was built. Some of the most common culprits agencies encounter: Heavy above-the-fold content . A homepage with an autoplay video, a full-width image slider, and a chat widget loading simultaneously will fail LCP every time. The browser has to resolve all of those resources before it can paint the largest element. Unstable image dimensions . When an image loads without defined width and height attributes, the browser doesn't reserve space for it. It renders the surrounding text, then jumps it down when the image appears. That jump is CLS. Third-party scripts blocking the main thread . Analytics pixels, ad tags, and live chat tools run on the browser's main thread. When they stack up, every click and tap has to wait in line — driving INP scores up. A single slow third-party script can push an otherwise clean site into "needs improvement" territory. Too many web fonts . Each font family and weight is a separate network request. A page loading four font files before rendering any text will fail LCP, especially on mobile connections. Unoptimized images . JPEGs and PNGs served at full resolution, without compression or modern formats like WebP or AVIF, add unnecessary weight to every page load. How to measure them accurately There are two types of Core Web Vitals data you should be looking at for every client: Lab data comes from tools like Google PageSpeed Insights, Lighthouse, and WebPageTest. It simulates page loads in controlled conditions. Lab data is useful for diagnosing specific issues and testing fixes before you deploy them. Field data (also called Real User Monitoring, or RUM) comes from actual users visiting the site. Google collects this through the Chrome User Experience Report (CrUX) and surfaces it in Search Console and PageSpeed Insights. Field data is what Google actually uses as a ranking signal — and it often looks worse than lab data because it reflects real-world device and connection variability. If your client's site has enough traffic, you'll see field data in Search Console under Core Web Vitals. This is your baseline. Lab data helps you understand why the scores are what they are. For clients with low traffic who don't have enough field data to appear in CrUX, you'll be working primarily with lab scores. Set that expectation early so clients understand that improvements may not immediately show up in Search Console. Practical fixes that move the needle Fix LCP: get the hero image loading first The single most effective LCP improvement is adding fetchpriority="high" to the hero image tag. This tells the browser to prioritize that resource over everything else. If you're using a background CSS image for the hero, switch it to anelement — background images aren't discoverable by the browser's preload scanner. Also check whether your hosting serves images through a CDN with caching. Edge delivery dramatically reduces the time-to-first-byte, which feeds directly into LCP. Fix CLS: define dimensions for every media element Every image, video, and ad slot on the page needs explicit width and height attributes in the HTML. If you're using responsive CSS, you can still define the aspect ratio with aspect-ratio in CSS while leaving the actual size fluid. The key is giving the browser enough information to reserve space before the asset loads. Avoid inserting content above existing content after page load. This is common with cookie banners, sticky headers that change height, and dynamically loaded ad units. If you need to show these, anchor them to fixed positions so they don't push content around. Fix INP: reduce what's competing for the main thread Audit third-party scripts and defer or remove anything that isn't essential. Tools like WebPageTest's waterfall view or Chrome DevTools Performance panel show you exactly which scripts are blocking the main thread and for how long. Load chat widgets, analytics, and ad tags asynchronously and after the page's critical path has resolved. For most clients, moving non-essential scripts to load after the DOMContentLoaded event is a meaningful INP improvement with no visible impact on the user experience. For websites with heavy JavaScript — particularly those built on frameworks with large client-side bundles — consider breaking up long tasks into smaller chunks using the browser's Scheduler API or simply splitting components so the main thread isn't locked for more than 50 milliseconds at a stretch. What platforms handle automatically One of the practical advantages of building on a platform optimized for performance is that many of these fixes are applied by default. Duda, for example, automatically serves WebP images, lazy loads below-the-fold content, minifies CSS, and uses efficient cache policies for static assets. As of May 2025, 82% of sites built on Duda pass all three Core Web Vitals metrics — the highest recorded pass rate among major website platforms. That baseline matters when you're managing dozens or hundreds of client sites. It means you're starting each project close to or at a passing score, rather than diagnosing and patching a broken foundation. How much do Core Web Vitals actually affect rankings? Honestly, they're a tiebreaker — not a primary signal. Google has been clear that content quality and relevance still dominate ranking decisions. A well-optimized site with thin, irrelevant content won't outrank a content-rich competitor just because its CLS is 0.05. What Core Web Vitals do affect is the user experience that supports those rankings. Pages with poor LCP scores have measurably higher bounce rates. Sites with high CLS lose users mid-session. Those behavioral signals — time on page, return visits, conversions — are things search engines can observe and incorporate. The practical argument for fixing Core Web Vitals isn't just "because Google said so." It's that faster, more stable pages convert better. Every second of LCP improvement can reduce bounce rates by 15–20% depending on the industry and device mix. For client sites that monetize through leads or eCommerce, that's a revenue argument, not just an SEO argument. A repeatable process for agencies Audit every new site before launch. Run PageSpeed Insights and record LCP, INP, and CLS scores for both mobile and desktop. Flag anything in the "needs improvement" or "poor" range before the client sees the live site. Check Search Console monthly for existing clients. The Core Web Vitals report surfaces issues as they appear in field data. Catching a regression early — before it compounds — is significantly easier than explaining a traffic drop after the fact. Document what you've improved. Clients rarely see Core Web Vitals scores on their own. A monthly one-page performance summary showing before/after scores builds credibility and makes your technical work visible. Prioritize mobile. Google uses mobile-first indexing, and field data shows that mobile CWV scores are almost always worse than desktop. If you only have time to optimize one version, do mobile first. Core Web Vitals aren't a one-time fix. Platforms change, new scripts get added, campaigns bring in new widgets. Build the audit into your workflow and treat it like any other ongoing deliverable, and you'll stay ahead of the issues before they affect your clients' rankings. Duda's platform is built with Core Web Vitals performance in mind. Explore how it handles image optimization, script management, and site speed automatically — so your team spends less time debugging and more time building.
By Ilana Brudo March 31, 2026
Vertical SaaS must transition from tools to an AI-powered Vertical Operating System (vOS). Learn to leverage context, end tech sprawl, and maximize retention.
Show More

Latest posts