Descubra o poder de adicionar vídeos aos sites dos seus clientes

April 8, 2022
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Ao projetar e construir sites para clientes, toda agência quer descobrir a melhor forma de engajar visitantes, capturar sua atenção e gerar conversões. Na era da economia da atenção, uma das maneiras mais práticas e eficazes de gerar resultados para os clientes é adicionar vídeos aos seus sites.

Um levantamento da empresa de marketing Wyzowl aponta que 86% das empresas já usam vídeos em seus sites como ferramenta de marketing. Do ponto de vista dos visitantes dos sites, quando perguntados sobre de que forma eles mais gostam de descobrir mais sobre um produto ou serviço, 72% das pessoas preferem assistir a um vídeo curto.

Mas quais são os benefícios dos vídeos em sites e quais as melhores maneiras de começar a usar vídeos nos sites dos seus clientes? Continue lendo para obter respostas para essas perguntas e muito mais.

BENEFÍCIOS DOS VÍDEOS EM SITES

Como exatamente os clientes se beneficiam de ter vídeos em seus sites? Se você trabalha em uma agência digital, é uma boa ideia entender realmente quais são esses benefícios para que você possa comunicar aos clientes o valor do conteúdo de vídeo.


Captar atenção


Em 2021, as
pessoas passaram, em média, 100 minutos por dia assistindo a vídeos online. Nenhum outro formato de conteúdo chama a atenção da mesma forma que um vídeo de alta qualidade. Com pesquisas sobre a diminuição do tempo de atenção surgindo o tempo todo, os clientes são mais bem atendidos incorporando conteúdo que atraia mais atenção.


Transmitir uma mensagem


Os vídeos alcançam sem esforço o que a maioria dos conteúdos se propõe a fazer, que é transmitir uma mensagem a um público específico. De fato, os analistas da Forrester descobriram que
um minuto de vídeo vale 1,8 milhão de palavras. Em outras palavras, os clientes podem transmitir o mesmo valor de informação naquele vídeo de 60 segundos que em 1.500 posts de blog!

Mostrar personalidade


Em vez de um site sem rosto com apenas conteúdo escrito, o vídeo adiciona personalidade aos sites dos clientes. Mesmo que uma postagem de blog ou página inclua uma assinatura com a imagem do autor, o vídeo ressoa muito mais profundamente em um nível emocional com o público. Ao humanizar uma marca ou empresa, o vídeo ajuda a desenvolver a confiança do cliente que impulsiona as
conversões.


Apresentar produtos e serviços


Os visitantes de sites hoje em dia geralmente realizam pesquisas antes de comprar um produto ou serviço de empresas. Como agência digital, você deseja ajudar os clientes a criar um site que convença as pessoas a se inscrever para uma demonstração ou fazer uma compra. O vídeo no site é uma excelente maneira de mostrar os principais recursos de produtos ou serviços e atrair as pessoas a fazer essa compra.


Melhorar a experiência do usuário


As agências na vanguarda do design de
experiência do usuário entendem que texto estático ou imagens por si só não são suficientes para sites modernos. Os vídeos são dinâmicos, cativantes e memoráveis, e complementam de forma excelente os outros conteúdos do site. Seja para definir uma atmosfera específica, contar uma história ou fornecer informações, o conteúdo de vídeo otimizado aprimora a experiência do usuário nos sites dos clientes.


Melhor SEO 


O vídeo tem impactos diretos e indiretos nas classificações dos mecanismos de busca, e os clientes de todas as agências se preocupam com a forma como seu site é construído do ponto de vista de
SEO. Vídeos sobre determinados tópicos podem ser classificados nos resultados de pesquisa e trazer mais visitantes ao site de um cliente. Além disso, vídeos bem feitos atraem backlinks para páginas da web, o que potencialmente melhora as classificações dessas páginas. No mercado de SEO, ficar à frente de um concorrente em uma ou duas posições pode fazer uma grande diferença nos resultados.

9 maneiras de usar vídeos nos sites

Uma estratégia bem pensada não termina apenas em recomendar que os clientes publiquem vídeos em seus sites. Aqui estão 9 maneiras práticas de inserir vídeos no design dos sites de seus clientes e obter melhores resultados.



  1. Hero videos — vídeos criativos e rápidos, muitas vezes sem som, que costumam ser reproduzidos automaticamente em um site para apresentá-lo aos visitantes.
  2. Vídeos instrutivos — vídeos que ensinam as pessoas a usar produtos ou serviços ou demonstram recursos específicos que podem convencer potenciais compradores.
  3. Vídeos de produtos — em vez de depender de imagens e descrições para informar os visitantes sobre produtos, os vídeos mostram produtos ou serviços com muito mais eficiência.
  4. Vídeos institucionais — vídeos que fornecem informações dos bastidores da história, missão e valores de uma empresa, geralmente apresentando o proprietário ou outros líderes de negócios.
  5. Vídeos na homepage — um vídeo na página inicial de um cliente pode ser usado para apresentar o que a empresa faz ou para anunciar uma promoção.
  6. Vídeos com depoimentos — vídeos que apresentam clientes satisfeitos funcionam como prova social para criar mais confiança com clientes em potencial e podem mostrar que comprar no site do seu cliente é a decisão certa.
  7. Vídeos em landing pages — vídeos que ajudam um usuário a realizar uma ação em uma landing page, muitas vezes com o uso de mini-trailers ou personalização.
  8. Vídeos em blogs — vídeos que educam as pessoas sobre um tópico específico ao mesmo tempo em que são divertidos.
  9. Vídeos de suporte — vídeos que fornecem respostas completas para perguntas comuns de suporte sem a necessidade de esperar pela disponibilidade de um agente de suporte humano.



Em vez de tentar usar todos esses métodos de vídeos em sites de uma só vez, é melhor se concentrar na produção de um ou dois vídeos de qualidade excepcional nas áreas que provavelmente farão mais sentido para esse negócio específico.

MELHORES PRÁTICAS PARA O USO DE VÍDEOS EM SITES

Você poderia preencher um caderno inteiro com tudo o que já foi escrito sobre como fazer marketing usando vídeos corretamente. Ao criar sites de clientes, aqui estão algumas práticas recomendadas para usar vídeos da maneira certa.

Faça o básico certo

Produzir vídeos de alta qualidade não significa fazer o cliente sair e comprar uma câmera e um microfone de US$ 5.000. No entanto, o básico de som claro, filmagem estável e boa iluminação são cruciais para acertar em qualquer vídeo.

Mantenha os vídeos curtos

Embora os vídeos sejam o tipo de conteúdo mais envolvente, os clientes ainda precisam publicá-los nos limites de períodos de atenção online reduzidos. Embora diferentes páginas do site possam exigir durações de vídeo variados, é uma boa regra manter a maioria dos vídeos em um site em 30 a 90 segundos. A única razão para ultrapassar 90 segundos é um vídeo de thought leadership, como um webinar ou uma demonstração.

Otimize os tempos de carregamento

Construir um site com vídeos incluídos pode dar errado se esses vídeos não forem otimizados com um tempo de carregamento mínimo. Não apenas os usuários provavelmente evitarão assistir a vídeos que demoram muito para carregar, como os tempos de carregamento de página lentos vão diminuir as classificações nos mecanismos de busca, especialmente desde a introdução do Core Web Vitals como um fator de classificação. As dicas incluem veicular vídeos de uma CDN, usar compactação ou converter para HTML5. Ou você pode simplesmente usar o construtor de sites da Duda para uma experiência otimizada automaticamente.

Cuidado com o contraste

Como agência digital, é essencial prestar atenção ao contraste entre vídeos e outros elementos da página e ao contraste nos vídeos. Os vídeos devem se destacar na página e ainda parecer integrados profissionalmente como parte de um design de site coerente. Ao reproduzir vídeos ou usar miniaturas, qualquer texto deve contrastar bem com o plano de fundo e ser facilmente legível.

Pense no usuário mobile

Todos os tipos de problemas podem surgir em uma página da Web quando os vídeos não são otimizados para dispositivos móveis. Os vídeos podem empurrar outros elementos para fora do portal de visualização ou tornar o texto ilegível. Práticas de design responsivo são essenciais para garantir que o vídeo de um site se adapte ao dispositivo específico do usuário e ao tamanho da tela. Ao deixar de considerar o design móvel para vídeos, você corre o risco de fornecer uma experiência de usuário ruim para os visitantes do site de um cliente.

EMBEDANDO E SUBINDO VÍDEOS EM SITES

A principal consideração é optar por vídeos auto-hospedados, veicular vídeos de uma rede de entrega de conteúdo (CDN) ou incorporar vídeos no site de um cliente a partir de uma plataforma externa, como YouTube ou Vimeo. Nem todos os clientes terão servidores dedicados de hospedagem na web, portanto, os vídeos auto-hospedados podem ser um recurso considerável e impactar o tempo de carregamento.

O YouTube oferece uma oportunidade de criar um público engajado e gerar mais tráfego, portanto, pode valer a pena começar com uma CDN e republicar alguns conteúdos de vídeo no YouTube. Ao incorporar o vídeo de uma plataforma externa, altere o código para otimizar a exibição do vídeo. Por exemplo, muitas pessoas acham desagradáveis os vídeos de reprodução automática altos, então talvez considere desativar a reprodução automática para vídeos com som.

Como incorporar vídeos em sites com o Duda?

É muito fácil incorporar vídeos em sites usando o Duda. Tudo o que você precisa fazer é utilizar nosso widget de vídeo e pronto!

CONCLUSÃO

Agora que você entende todas as formas poderosas de usar vídeo e algumas práticas recomendadas, vale a pena adotar uma estratégia de vídeo como parte do valor que sua agência oferece. Uma estratégia de design de vídeo bem executada ajudará os clientes e, finalmente, ajudará a expandir sua agência.

Interessado em usar uma plataforma de criação de sites para escalar a criação de sites na sua agência? Comece hoje mesmo com a ajuda da Duda. Faça um teste grátis agora ou agende uma conversa com um dos nossos especialistas.






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Core Web Vitals aren't new, Google introduced them in 2020 and made them a ranking factor in 2021. But the questions keep coming, because the metrics keep changing and the stakes keep rising. Reddit's SEO communities were still debating their impact as recently as January 2026, and for good reason: most agencies still don't have a clear, repeatable way to measure, diagnose, and fix them for clients. This guide cuts through the noise. Here's what Core Web Vitals actually measure, what good scores look like today, and how to improve them—without needing a dedicated performance engineer on every project. What Core Web Vitals measure Google evaluates three user experience signals to determine whether a page feels fast, stable, and responsive: Largest Contentful Paint (LCP) measures how long it takes for the biggest visible element on a page — usually a hero image or headline — to load. Google considers anything under 2.5 seconds good. Above 4 seconds is poor. Interaction to Next Paint (INP) replaced First Input Delay (FID) in March 2024. Where FID measures the delay before a user's first click is registered, INP tracks the full responsiveness of every interaction across the page session. A good INP score is under 200 milliseconds. Cumulative Layout Shift (CLS) measures visual stability — how much page elements unexpectedly move while content loads. A score below 0.1 is good. Higher scores signal that images, ads, or embeds are pushing content around after load, which frustrates users and tanks conversions. These three metrics are a subset of Google's broader Page Experience signals, which also include HTTPS, safe browsing, and mobile usability. Core Web Vitals are the ones you can most directly control and improve. Why your clients' scores may still be poor Core Web Vitals scores vary dramatically by platform, hosting, and how a site was built. Some of the most common culprits agencies encounter: Heavy above-the-fold content . A homepage with an autoplay video, a full-width image slider, and a chat widget loading simultaneously will fail LCP every time. The browser has to resolve all of those resources before it can paint the largest element. Unstable image dimensions . When an image loads without defined width and height attributes, the browser doesn't reserve space for it. It renders the surrounding text, then jumps it down when the image appears. That jump is CLS. Third-party scripts blocking the main thread . Analytics pixels, ad tags, and live chat tools run on the browser's main thread. When they stack up, every click and tap has to wait in line — driving INP scores up. A single slow third-party script can push an otherwise clean site into "needs improvement" territory. Too many web fonts . Each font family and weight is a separate network request. A page loading four font files before rendering any text will fail LCP, especially on mobile connections. Unoptimized images . JPEGs and PNGs served at full resolution, without compression or modern formats like WebP or AVIF, add unnecessary weight to every page load. How to measure them accurately There are two types of Core Web Vitals data you should be looking at for every client: Lab data comes from tools like Google PageSpeed Insights, Lighthouse, and WebPageTest. It simulates page loads in controlled conditions. Lab data is useful for diagnosing specific issues and testing fixes before you deploy them. Field data (also called Real User Monitoring, or RUM) comes from actual users visiting the site. Google collects this through the Chrome User Experience Report (CrUX) and surfaces it in Search Console and PageSpeed Insights. Field data is what Google actually uses as a ranking signal — and it often looks worse than lab data because it reflects real-world device and connection variability. If your client's site has enough traffic, you'll see field data in Search Console under Core Web Vitals. This is your baseline. Lab data helps you understand why the scores are what they are. For clients with low traffic who don't have enough field data to appear in CrUX, you'll be working primarily with lab scores. Set that expectation early so clients understand that improvements may not immediately show up in Search Console. Practical fixes that move the needle Fix LCP: get the hero image loading first The single most effective LCP improvement is adding fetchpriority="high" to the hero image tag. This tells the browser to prioritize that resource over everything else. If you're using a background CSS image for the hero, switch it to anelement — background images aren't discoverable by the browser's preload scanner. Also check whether your hosting serves images through a CDN with caching. Edge delivery dramatically reduces the time-to-first-byte, which feeds directly into LCP. Fix CLS: define dimensions for every media element Every image, video, and ad slot on the page needs explicit width and height attributes in the HTML. If you're using responsive CSS, you can still define the aspect ratio with aspect-ratio in CSS while leaving the actual size fluid. The key is giving the browser enough information to reserve space before the asset loads. Avoid inserting content above existing content after page load. This is common with cookie banners, sticky headers that change height, and dynamically loaded ad units. If you need to show these, anchor them to fixed positions so they don't push content around. Fix INP: reduce what's competing for the main thread Audit third-party scripts and defer or remove anything that isn't essential. Tools like WebPageTest's waterfall view or Chrome DevTools Performance panel show you exactly which scripts are blocking the main thread and for how long. Load chat widgets, analytics, and ad tags asynchronously and after the page's critical path has resolved. For most clients, moving non-essential scripts to load after the DOMContentLoaded event is a meaningful INP improvement with no visible impact on the user experience. For websites with heavy JavaScript — particularly those built on frameworks with large client-side bundles — consider breaking up long tasks into smaller chunks using the browser's Scheduler API or simply splitting components so the main thread isn't locked for more than 50 milliseconds at a stretch. What platforms handle automatically One of the practical advantages of building on a platform optimized for performance is that many of these fixes are applied by default. Duda, for example, automatically serves WebP images, lazy loads below-the-fold content, minifies CSS, and uses efficient cache policies for static assets. As of May 2025, 82% of sites built on Duda pass all three Core Web Vitals metrics — the highest recorded pass rate among major website platforms. That baseline matters when you're managing dozens or hundreds of client sites. It means you're starting each project close to or at a passing score, rather than diagnosing and patching a broken foundation. How much do Core Web Vitals actually affect rankings? Honestly, they're a tiebreaker — not a primary signal. Google has been clear that content quality and relevance still dominate ranking decisions. A well-optimized site with thin, irrelevant content won't outrank a content-rich competitor just because its CLS is 0.05. What Core Web Vitals do affect is the user experience that supports those rankings. Pages with poor LCP scores have measurably higher bounce rates. Sites with high CLS lose users mid-session. Those behavioral signals — time on page, return visits, conversions — are things search engines can observe and incorporate. 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A monthly one-page performance summary showing before/after scores builds credibility and makes your technical work visible. Prioritize mobile. Google uses mobile-first indexing, and field data shows that mobile CWV scores are almost always worse than desktop. If you only have time to optimize one version, do mobile first. Core Web Vitals aren't a one-time fix. Platforms change, new scripts get added, campaigns bring in new widgets. Build the audit into your workflow and treat it like any other ongoing deliverable, and you'll stay ahead of the issues before they affect your clients' rankings. Duda's platform is built with Core Web Vitals performance in mind. Explore how it handles image optimization, script management, and site speed automatically — so your team spends less time debugging and more time building.
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