UX sites: As tendências mais quentes para 2022

December 7, 2021
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User Experience, experiência do usuário ou UX (para os íntimos) ganha cada vez mais relevância na hora de criar e vender sites eficientes e competitivos. Quase todo mundo já sabe que é preciso colocar a experiência do usuário no centro. Mas fazer isso não é algo simples. Nem fácil. 


Isso ocorre porque, além de ser complexo, o UX Design muda com o tempo. Ele precisa acompanhar as evoluções tecnológicas e as mudanças na sociedade. Não é por acaso que em 2020 e 2021 a UX em sites foi extremamente marcada pela pandemia. 


Com a digitalização forçada e apressada de muitos negócios e com os profissionais de UX Design presos em suas casas, foi preciso muita criatividade para superar os desafios e tentar entregar uma boa experiência aos usuários. O que, convenhamos, nem sempre aconteceu. 


As tendências mais quentes em UX Design para sites em 2022 incluem coisas bem empolgantes como o ressurgimento do dark mode, elementos 3D imersivos e microinterações, entre outras.







Só que antes de entrarmos nos detalhes, let's go back to the basics. Vamos falar rapidamente sobre
o que é UX Design e por que ele é tão importante na hora de criar e vender sites. Vem com a gente e ninguém larga a mão de ninguém. 


Origem da UX


O termo surgiu nos anos 90 e foi popularizado pelo psicólogo cognitivista Don Norman, que trabalhava para a Apple. “Eu inventei o termo porque pensei que interface humana e usabilidade eram muito limitados. Eu queria cobrir todos os aspectos da experiência de uma pessoa com um sistema, incluindo o design industrial, gráfico, a interface, a interação física e a manual”, explica Don. 


Podemos dizer que UX Design é uma
área do conhecimento que busca garantir que o usuário tenha a melhor experiência de uso com algum produto ou serviço. Para isso, busca entender profundamente as necessidades dos usuários - tanto práticas quanto emocionais, seus objetivos, suas habilidades e limitações. 


Ele pode ser aplicado tanto a produtos físicos quanto digitais. Entretanto, muitas vezes o termo UX Design é usado como sinônimo de UX Design para a área digital. Isso porque ele é praticamente mandatório no campo do desenvolvimento de aplicativos, sites e softwares. 


O que é UX Design para sites


No caso dos websites, o UX Designer trabalha para evitar que o usuário tenha uma
jornada frustrante de navegação e consumo. Por exemplo, é bastante comum que as pessoas desistam da compra de um produto num site de e-commerce. Isso muitas vezes acontece pela dificuldade na finalização da compra ou exibição do produto em meio a tantos pop-ups e anúncios.


Ou seja, a UX está presente desde o tempo que o usuário espera para carregar a página até a forma como navega pelo site e realiza sua compra. Em resumo, um bom site é aquele que possui um design e conteúdo atraentes, mas que também oferece facilidade e conforto em sua usabilidade. Como citado por Don Norman, “beleza e inteligência, prazer e usabilidade – eles devem andar de mão dadas”. 


Mas como fazer isso na prática? Peter Morville, CEO da Semantic Studios e um dos pioneiros do UX, definiu 7 facetas nas quais a análise do UX deve ser baseada no ambiente web: útil, utilizável, desejável, localizável, acessível, crível e valioso. 


Todas elas estão intimamente ligadas ao campo do marketing. Um exemplo: Se um site for útil, ele provavelmente conseguirá um número maior de conversões, que podem ser a conquista de um
lead, o consumo de conteúdo ou uma venda.


Por que investir em UX Design para sites?


A essa altura do campeonato você já deve ter percebido que o UX Design precisa estar alinhado aos objetivos do negócio. Seu intuito é desenvolver produtos e serviços que sejam bons tanto para as pessoas quanto para a empresa. 


Por isso, o UX Design tem um papel muito importante na atração e na retenção dos usuários. E é simples de entender o porquê. Se você criar algo incrível, mais pessoas vão querer usar e continuar usando.


Uma pesquisa feita pelo engenheiro e consultor americano Tom Gilb nos anos 80 é frequentemente citada pelos “profetas” do UX. Ele afirma que, "a cada dólar que uma empresa investe em UX, o retorno pode chegar a 100 dólares."


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Finalmente, as 3 tendências mais quentes em UX para sites



Agora que você já sabe porque é tão importante investir em sites com UX, descubra o que deve ser
tendência em UX Design para 2022. E esteja preparado para encantar seus clientes com sites cada vez mais eficientes! 

1. The dark mode is back


A sensação é de deja vu. O dark mode ressurge como uma das principais UX trends para sites em 2022. Tudo começou com o Instagram, que lançou a moda em 2020 em uma atualização do seu aplicativo. Primeiro o novo tema foi introduzido em modo de teste. Só que o sucesso foi tanto que logo o Instagram foi seguido pela Apple, que lançou as versões dark mode para iOS e MacOS.


Atualmente, muitos aplicativos sites já permitem que as pessoas alternem entre um modo claro e um modo escuro de alto contraste. Mas qual a razão para tamanha popularidade do tema escuro? Muitos apontam sua capacidade de destacar elementos de design únicos, ao mesmo tempo em que reduz o uso de energia dos aparelhos celulares com telas OLED. 


Além disso, o tema escuro com cores contrastantes fornece visibilidade aprimorada para alguns usuários com deficiência visual. Este é um dos itens da lista de verificação da auditoria de acessibilidade. Por fim, tudo isso pode ser feito com um aumento mínimo da carga de trabalho dos designers e desenvolvedores. 


Para 2022, a tendência é que os desenvolvedores criem várias opções de páginas ao mesmo tempo, para que o usuário possa escolher de forma independente o design mais adequado às suas preferências. Vários sites já trazem esse recurso de UX adicionando à página principal um botão que permite mudar o design.


Portanto, se você ainda não considerou a criação de um
modo escuro ou tema escuro para seus sites, provavelmente é hora de começar. 

2. Mergulhando no 3D com elementos imersivos


Essa é uma das tendências de 2021 que deve seguir em alta em 2022. Cada vez mais designers estão integrando elementos 3D em sites como forma de proporcionar uma experiência mais real e imersiva com o conteúdo da página. 


Se o uso do 3D no design em si não é uma novidade, ele será atualizado em 2022. A tendência é que os gráficos 3D se tornem mais diversificados e inclusivos. Nos últimos anos, muitos desenvolvedores da web têm usado inserções 3D monótonas e superdimensionadas que aumentam o tempo de carregamento da página. 


No próximo ano, a ênfase será em pequenos elementos, pois eles podem reduzir o tempo para abrir um recurso. Os elementos 3D ajudarão a melhorar a usabilidade, tornarão o design mais original e farão parte do design gráfico de quase qualquer página ou site. 


Os especialistas explicam que é tecnicamente mais fácil transmitir energia, textura e significado por meio do 3D porque ele está mais próximo da nossa percepção do que uma imagem plana. As ilustrações 3D são mais profundas, mais informativas e mais interativas. 


Por fim, os efeitos visuais atraem perfeitamente a atenção de um potencial público. De acordo com estatísticas da
Merehaed, na presença de elementos 3D a probabilidade de uma pessoa permanecer na página e melhorar a indexação aumentam em 45%.


Agora atenção! Antes de integrar conteúdo pesado, como elementos 3D, certifique-se de que a sua plataforma seja de alto desempenho. Só assim ela vai carregar todos os elementos rapidamente, sem travar ou inviabilizar a interação do consumidor.

3. Microinterações, macro influência


Microinterações são pequenas interações na interface que ajudam os usuários a navegar em um site ou aplicativo. Normalmente, são efeitos visuais ou sonoros que servem como avisos para o usuário: eles mostram o que aconteceu, a que ação o levará, o que precisa ser feito a seguir.


Em 2022, as interações animadas darão vida ao seu design e ajudarão a manter os usuários envolvidos. A atenção a cada detalhe é um aspecto fundamental do trabalho de um designer, assim como a atenção a todos os elementos. As duas coisas juntas têm o poder de levar  uma experiência positiva ao usuário.


É importante alcançar a harmonia entre os elementos e não espalhar a atenção para todos os lados da tela. Uma parte significativa das microinterações são as cores. Eles trazem significado aos elementos da interface. 


As microinterações devem ajudar o usuário a navegar nas páginas e explicar suas funcionalidades sem esforço. Um dos aspectos mais importantes é agilizar e simplificar procedimentos que antes eram demorados para se chegar a uma determinada ação.


As interações podem melhorar a UX por meio da gamificação. Mostrando a importância de algumas ações de UX, a marca deixa claro que se preocupa com a forma como o leitor perceberá as informações.


Esta é uma nova abordagem que tornará a interação com uma página ou aplicativo mais amigável. Cada usuário será capaz de sentir um contato incomum com o recurso e é mais provável que queira permanecer nele. A presença de microinterações no recurso terá um efeito benéfico na reputação da empresa e certamente poderá interessar os usuários.

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O que a Duda faz pelo UX dos sites? 


Aqui na Duda nós levamos o UX Design dos sites muito a sério. Nosso foco está na performance dos sites, que é dos principais fatores de UX.

Nossos templates trazem designs modernos de carregamento rápido que encantam os usuários. É possível criar sites atraentes com cabeçalhos modernos que se retraem quando os visitantes rolam a tela. E ainda controlar a cor do texto do cabeçalho retrátil, botões, ícones e muito mais.


Os planos de fundo permitem o uso de imagens ou vídeos de fundo e habilitam efeitos parallax. Você pode escolher entre mais de 100 estilos de fontes para os seus sites. E ainda pode personalizar cada elemento por dispositivo, para controle total sobre a aparência e a funcionalidade do seu site em computadores, tablets e celulares.


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Interaction to Next Paint (INP) replaced First Input Delay (FID) in March 2024. Where FID measures the delay before a user's first click is registered, INP tracks the full responsiveness of every interaction across the page session. A good INP score is under 200 milliseconds. Cumulative Layout Shift (CLS) measures visual stability — how much page elements unexpectedly move while content loads. A score below 0.1 is good. Higher scores signal that images, ads, or embeds are pushing content around after load, which frustrates users and tanks conversions. These three metrics are a subset of Google's broader Page Experience signals, which also include HTTPS, safe browsing, and mobile usability. Core Web Vitals are the ones you can most directly control and improve. Why your clients' scores may still be poor Core Web Vitals scores vary dramatically by platform, hosting, and how a site was built. Some of the most common culprits agencies encounter: Heavy above-the-fold content . A homepage with an autoplay video, a full-width image slider, and a chat widget loading simultaneously will fail LCP every time. The browser has to resolve all of those resources before it can paint the largest element. Unstable image dimensions . When an image loads without defined width and height attributes, the browser doesn't reserve space for it. It renders the surrounding text, then jumps it down when the image appears. That jump is CLS. Third-party scripts blocking the main thread . Analytics pixels, ad tags, and live chat tools run on the browser's main thread. When they stack up, every click and tap has to wait in line — driving INP scores up. A single slow third-party script can push an otherwise clean site into "needs improvement" territory. Too many web fonts . Each font family and weight is a separate network request. A page loading four font files before rendering any text will fail LCP, especially on mobile connections. Unoptimized images . 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