39 exemplos de call to action matadores

August 2, 2022
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Você provavelmente já sabe que o call to action ou simplesmente CTA é um componente fundamental em qualquer estratégia de marketing. 


São os calls to action que convidam o usuário para agir e dar o próximo passo. É no CTA que as pessoas fecham negócio.


Eles desempenham um papel importante na
jornada do cliente e contribuem de forma decisiva para as conversões de uma campanha, site, e-commerce, post em mídias sociais, evento ou email marketing, entre outros. 


O desafio do CTA é chamar a atenção do usuário da forma mais adequada em meio a tanta informação e em tempos de atenção e concentração cada vez mais curtos. 


Uma pesquisa realizada pela Microsoft aponta que os seres humanos conseguem se concentrar em algo por apenas 8 segundos, em média. E esse tempo está cada vez menor. 


Pasme:
o tempo de concentração das pessoas na era digital já é menor que o de um peixe


Por isso, não espere que o usuário realize a ação do seu call to action só porque é isso que você quer. Ele ou ela só vai clicar se entender claramente qual é o próximo passo, se sentir seguro para realizar a ação e tiver interesse no que você está oferecendo.


Para ajudar você nessa missão, compilamos dicas e exemplos com o objetivo de inspirá-lo na criação de calls to action matadores, que realmente levam o usuário à ação. 

Mas o que os CTAs matadores têm em comum?

Como veremos a seguir, a chamada para a ação precisa ser envolvente e personalizada. 

Isso quer dizer que não adianta seguir fórmulas prontas e engessadas e, voilá, seu CTA matador estará pronto e automaticamente vai gerar muitas conversões

A lista abaixo deve ser apenas um ponto de partida para orientá-lo na criação dos seus próprios CTAs. 

Usam gatilhos mentais

A maioria das decisões que a gente toma não são lógicas. Os gatilhos mentais são decisões que o cérebro toma no nível do inconsciente e que o nosso consciente nem percebe. São recursos da própria natureza humana para facilitar a tomada de decisões. 

Já faz bastante tempo que as áreas de marketing e vendas usam os gatilhos mentais como técnica de persuasão. Eles aparecem em outras dicas que trazemos a seguir e em diversos exemplos de CTAs matadores. 

Muitas vezes usamos esse mecanismo sem nem perceber. Confira alguns gatilhos mentais e como eles são usados nos CTAs:

  • Reciprocidade ou doação - Entregar algo gratuitamente para o usuário faz com que ele fique impelido a retribuir o favor. Ele pode fazer isso deixando seu email, indicando algo para amigos, fazendo boas avaliações ou simplesmente não falando mal do negócio
  • Aversão à perda - Oferecer cupons de desconto faz com que as pessoas se sintam donas daquele dinheiro economizado e perdê-lo seria muito ruim
  • Efeito da posição serial - As pessoas lembram do primeiro e do último item de uma lista com mais facilidade. Use essa informação para posicionar as informações mais importantes e o CTA na página

Usam as palavras certas

Seja muito cuidadoso com o número de palavras que você usa nos CTAs. Com textos longos, sua mensagem pode se perder entre outras informações. Menos é mais. 

Prefira palavras, frases e termos que seu público usa em suas conversas diárias.

Comece com verbos e seja específico. Use, por exemplo, “Baixe aqui seu ebook” ou “Receba um orçamento por email”.

Se o que você espera é que o visitante realize uma ação, deixe clara qual é ela. Use verbos no imperativo (“Faça o download”) ou no infinitivo (“Fazer download”). O ideal é testar ambas as opções em diferentes contextos para descobrir o que funciona melhor.

Focam no benefício para a persona

Parece simples, mas pense para quem é a oferta e qual problema da sua persona que essa oferta resolve.

Por exemplo, em um post no blog focado em empresas de tecnologia, não faz sentido você fazer um CTA oferecendo um material sobre estratégias para empresas de educação. Melhor é fazer um CTA convidando a pessoa para baixar um ebook sobre as últimas tendências na área de tecnologia, não? 

Quanto mais você souber sobre a sua audiência, mais interessante poderá ser para ela. Então, busque conhecer seus interesses, necessidades e problemas para definir o melhor CTA.

Consideram o estágio no funil de vendas

Além de ter em mente quem são os usuários, analise em qual estágio do funil de conversão eles se encontram. Por exemplo, se um consumidor está buscando dicas para evitar o sedentarismo, o CTA não pode ser “Compre seu tênis de corrida agora”. 

A solução mais eficiente, nesse caso, seria criar um CTA para que ele pudesse baixar um ebook com dicas práticas para combater o sedentarismo. Você poderia captar seu email e começar a construir um relacionamento por meio do envio de newsletters e outros materiais ricos. 

A abordagem comercial, com um CTA no estilo "Compre agora", só é indicada para quem já está na fase de decisão de compra.

Oferecem opções limitadas

Quanto mais opções o usuário tiver, mais ele fica confuso e maior a probabilidade de não clicar em nada, nem realizar nenhuma ação. 

Quem nunca ficou segurando um cardápio num restaurante cheio de opções de pratos sem saber o que pedir? 

Esse é o paradoxo da escolha, um gatilho mental que pode disparar a ansiedade diante da sobrecarga de opções e paralisar as pessoas. 

Por isso, cuidado com o número de CTAs nos seus conteúdos. Sobretudo aqueles que instigam ações completamente diferentes. 

Tenha um objetivo específico para cada call to action. Isso facilita, inclusive, a análise de resultados que você deve fazer no futuro.

Estão na cor, tamanho e lugar certo

Para que o call to action não perca para os “elementos concorrentes”, como imagens e textos, trabalhe com cores contrastantes. Use elementos da identidade visual da marca para atrair a atenção do usuário, como imagens, ícones e formas. 

Contrastando cores, tamanhos e projetando estrategicamente seus CTAs, você pode criar a melhor experiência para o usuário - o que vai levar a mais conversões.

Para testar qual melhor call to action em termos de performance, faça testes A/B em cores, imagens, links ou textos.

Passam no teste dos 5 segundos

Para finalizar, faça o teste dos 5 segundos. Ele é uma forma bastante simples de identificar se o seu call to action está chamando a atenção ou não. 

Como funciona?

Se você estiver criando um CTA para uma página de site, chame alguém que ainda não conheça o site e mostre a página no desktop ou no celular por 5 segundos. 

Depois, oculte a página e pergunte o que havia nela e o que era possível fazer lá. Se a pessoa não souber responder qual era o próximo passo que deveria ser tomado, é provável que o seu call to action não esteja funcionando como deveria.

Call to action exemplos mulher surpresa em frente ao computador

39 exemplos de call to action matadores

Agora que você já conhece alguns princípios importantes para a criação de CTAs, vamos aos exemplos. Você pode usá-los na homepage ou em páginas internas do site, em redes sociais, e-mail marketing, posts no blog, anúncios, vídeos, ofertas e materiais ricos, entre outros. 

Pode ainda testá-los em diferentes formatos, como botões, banners, links, imagens, microcopy ou outros. 

Mas lembre-se: não adianta usar esses CTA em qualquer contexto e de qualquer forma, desconsiderando completamente as nuances da persona e de cada projeto. 

O objetivo dos exemplos é que eles sirvam de inspiração. Não esqueça de adaptá-los aos seus objetivos e criar o contexto ideal para que eles convertam. 

Aproveite por tempo limitado!

A urgência é um dos gatilhos mentais mais usados no mundo dos negócios. Ela está relacionada ao instinto de sobrevivência: precisamos garantir os itens básicos para sobreviver antes que eles acabem. 

Oferecer produtos e serviços com prazo para término ativa o senso de urgência nas pessoas. Isso faz com que elas pensem em adquirir o produto e serviço na mesma hora e evitem postergar a decisão para depois.

Expressões como “Não perca!” ou “É só até amanhã” funcionam porque exploram o gatilho da urgência. Palavras como “hoje” e “agora” também, porque mostram o quão fácil e imediata é a ação.

Mas lembre-se de utilizar isso apenas se realmente tiver um limite ou algo finito para oferecer. Além disso, ao usar esse gatilho é interessante tentar explicar o porquê desse prazo para mostrar credibilidade aos clientes.

A loja online de decoração Westwing trabalha muito bem o gatilho mental da urgência. O site lança campanhas com data e horário para terminar. Então, as pessoas compram logo, impulsionadas pelo senso de urgência. O CTA escolhido foi "Compre agora".

call to action exemplos Westwing

Já no exemplo abaixo, o CTA "Clique e confira" é simples e objetivo. O gatilho de urgência aparece no contexto: "A melhor oferta até a meia noite", "Agora vai!", "Só até meia noite". O call to action complementa a estratégia. Importante: todos os elementos devem estar integrados para levar à conversão.

Call to action exemplos Angeloni

CTA e suas variações: 

1. Aproveite por tempo limitado!

2. Aproveite por XX dias

3. Aproveite a oportunidade agora

4. Última oportunidade 

5. Só hoje!

6. Oferta por tempo limitado

7. Compre agora

8. Clique e confira


Veja nossas últimas unidades disponíveis 

Outro gatilho mental muito usado no marketing é a escassez. As pessoas valorizam aquilo que é escasso, que está acabando. 

A sensação de que pode acabar de uma hora para outra gera uma resposta rápida por parte do consumidor, que não quer perder essa oportunidade para outro comprador. É um dos mais poderosos gatilhos mentais que você pode usar para converter leads.

É um recurso muito usado no e-commerce. E funciona também para conteúdos. Você pode, por exemplo, anunciar que vai liberar determinado material rico apenas para as 10 primeiras pessoas que deixarem seu email. 

No caso de cursos com vagas limitadas, o CTA pode ser "Garanta sua vaga agora!". Ou você pode usar esse tipo de call to action de forma mais genérica para eventos online sem vagas limitadas - "Reserve meu lugar" - ou para a venda de produtos - "Garanta o seu". 

O Booking trabalha os gatilhos da escassez e da urgência de diversas formas para fazer com que o comprador decida rapidamente efetuar sua reserva. 

Na pesquisa abaixo, o usuário recebe a informação que o hotel está tendo muita procura, que outras 7 pessoas estão pesquisando sobre ele no momento, que ele foi reservado 14 vezes nas últimas 24 horas e que só restam mais 2 quartos disponíveis. O uso da cor vermelha chama a atenção e ajuda a criar o senso de urgência. É quase impossível não clicar!

call to action exemplos Booking

CTA e suas variações: 

9. Veja nossas últimas unidades disponíveis

10. Só mais XX itens

11. Garanta seu ebook antes que seja tarde

12. Garanta sua vaga

13. Reserve meu lugar

14. Garanta o seu


Teste grátis

Muito utilizado por empresas que oferecem períodos de teste gratuito de seus produtos e serviços, o CTA de "Teste grátis" tem como objetivo final converter leads em clientes. 

Mas ele também pode ser usado para captar novos leads, que vão precisar deixar seus dados de contato para poderem fazer o teste. 

É mais adequado para consumidores que já estão no fundo do funil, ou seja, já identificaram que possuem determinado problema e estão prontos para testar a solução. Por isso, o contexto em que o CTA está inserido precisa ser bastante convincente para incentivar o clique e levar a pessoa a deixar suas informações para testar o produto.

A mesma estratégia pode ser usada para a realização de downloads da versão gratuita de determinados aplicativos. 

É um dos CTAs que usamos aqui na Duda, no lado superior direito da nossa homepage. Além dele, também usamos um CTA bastante específico para o nosso negócio: "Vamos construir sites!". 

Lembre-se: quanto mais específico você for no seu CTA, mais fácil vai ser para as pessoas entenderem qual é o próximo passo.

call to action exemplos Duda

CTA e suas variações: 

15. Teste grátis

16. Teste sem custo

17. Experimente grátis

18. Experimente grátis por XX dias

19. Assista um mês grátis

20. Download gratuito 

21. Vamos construir sites!


Assista onde quiser. Cancele quando quiser

Um dos motivos do sucesso da Netflix é a facilidade que os usuários têm para acessar a plataforma e cancelar sua assinatura quando quiserem. 

Quem não tem medo de comprar algo e depois se arrepender, especialmente quando essa compra é feita online?

Para eliminar esse medo pela raiz, a gigante do streaming inovou ao oferecer um mês de assinatura grátis e cancelamento facilitado. 

Eles usam uma estratégia de convencimento declarada na frase “Cancele a qualquer momento” acima do CTA "Assista um mês grátis", que se transforma em um exemplo de call to action matador.

Por isso insistimos que o contexto é tão importante quanto o CTA. Você também pode usar essa estratégia deixando claro no call to action como a ação é simples e sem complicação. Para isso, use frases como "Vamos lá" e "Eu quero". 

Ainda sobre o exemplo da Netflix, note como a cor vermelha, que corresponde à identidade da Netflix, se destaca nos CTAs primário - "Assista um mês grátis" - e secundário - "Entrar".

call to action exemplos Netflix

CTA e suas variações: 

22. Assine sem complicação

23. Vamos lá

24. Eu quero

25. Compre agora e pague depois

26. Baixe agora

27. Assine hoje e fique por dentro

28. Saiba mais

29. Comece agora


Termine o seu pedido

Os carrinhos abandonados são um grande problema para os ecommerces. Isso porque mais de 75% das pessoas abandonam seus carrinhos de compra online. Ou seja, 3 a cada 4 pessoas adicionam algo aos seus carrinhos e saem sem fazer a compra. 

A boa notícia é que você pode fazer com que várias dessas pessoas voltem e comprem. Para isso, basta usar mensagens automáticas no seu site ou emails marketing de recuperação de carrinho com o CTA certo. 

Usando uma ferramenta de marketing ou configurações de web personalization no seu site, você configura o sistema uma vez e consegue resultados automaticamente. 

Além dos carrinhos abandonados, pense também naqueles leads que já não interagem com suas campanhas há muito tempo. Ou que estão na sua base, mas não compram. Incentivar essas pessoas com uma oferta e um apelo sentimental pode colocá-las no fluxo de vendas novamente.

Veja o exemplo abaixo da loja americana Thredup. O item abandonado está na frente e no centro: não há dúvida de qual item foi deixado para trás. O botão de CTA é divertido e sedutor - "É para ser". O balão de diálogo acima do item do carrinho abandonado brincando sobre se sentir abandonado é um elemento de design inteligente. 

call to action exemplos Threadup

CTA e suas variações: 

30. Termine o seu pedido

31. Volte para o seu carrinho

32. Ver meu carrinho 

33. Complete a sua compra

34. Sentimos sua falta

35. Volte

36. É para ser 

37. Permita-se

38. Vamos às compras!

39. Frete grátis


O que evitar num CTA


Agora que você está com a inspiração lá em cima depois desses belos exemplos de call to action, vamos olhar rapidamente para o que deve ser evitado a todo custo. 


Uso da expressão "Clique aqui"


Essa é uma forma engessada, artificial e pouco personalizada de estimular o clique. O famoso “Clique aqui” é um exemplo clássico do que não fazer. 


Uso de fórmulas prontas e clichês


O CTA deve ser considerado o ponto culminante de sua estratégia. Deve ser entendido como parte de uma fase de ação após uma fase introdutória, ou mesmo dentro de uma campanha inteira.


Como vimos nos exemplos de call to action, há vários elementos importantes que precisam ser incluídos em um CTA se você quiser atrair as pessoas certas a realizar ações que façam sentido na busca de resultados.


O call to action que converte não deve conter apenas uma frase como chamariz, tampouco pode ser interpretado como um mero botão colorido – perdido no conteúdo do email ou da página, sem qualquer atrativo para o lead.


Por isso, as fórmulas prontas que muitos vendem como sucesso podem não se aplicar ao seu caso. 


Uso de recursos que não fazem sentido pro negócio


Outra dica do que evitar é o uso de recursos que não fazem sentido para o negócio. 


Saiba que o uso da linguagem informal, que se aplica a muitos negócios e está cada vez mais em alta, não é uma regra absoluta. Não basta sair colocando gírias e emojis nos seus CTAs para ter sucesso. 


Esse tipo de estratégia só funciona se estiver presente no tom de voz da marca e em toda a sua comunicação. 


Há casos em que o melhor CTA é o mais simples, objetivo e direto. Desde que ele tenha sido pensado como parte integrante da sua estratégia, é claro. 


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A homepage with an autoplay video, a full-width image slider, and a chat widget loading simultaneously will fail LCP every time. The browser has to resolve all of those resources before it can paint the largest element. Unstable image dimensions . When an image loads without defined width and height attributes, the browser doesn't reserve space for it. It renders the surrounding text, then jumps it down when the image appears. That jump is CLS. Third-party scripts blocking the main thread . Analytics pixels, ad tags, and live chat tools run on the browser's main thread. When they stack up, every click and tap has to wait in line — driving INP scores up. A single slow third-party script can push an otherwise clean site into "needs improvement" territory. Too many web fonts . Each font family and weight is a separate network request. A page loading four font files before rendering any text will fail LCP, especially on mobile connections. Unoptimized images . JPEGs and PNGs served at full resolution, without compression or modern formats like WebP or AVIF, add unnecessary weight to every page load. How to measure them accurately There are two types of Core Web Vitals data you should be looking at for every client: Lab data comes from tools like Google PageSpeed Insights, Lighthouse, and WebPageTest. It simulates page loads in controlled conditions. Lab data is useful for diagnosing specific issues and testing fixes before you deploy them. Field data (also called Real User Monitoring, or RUM) comes from actual users visiting the site. Google collects this through the Chrome User Experience Report (CrUX) and surfaces it in Search Console and PageSpeed Insights. Field data is what Google actually uses as a ranking signal — and it often looks worse than lab data because it reflects real-world device and connection variability. If your client's site has enough traffic, you'll see field data in Search Console under Core Web Vitals. This is your baseline. Lab data helps you understand why the scores are what they are. For clients with low traffic who don't have enough field data to appear in CrUX, you'll be working primarily with lab scores. Set that expectation early so clients understand that improvements may not immediately show up in Search Console. Practical fixes that move the needle Fix LCP: get the hero image loading first The single most effective LCP improvement is adding fetchpriority="high" to the hero image tag. This tells the browser to prioritize that resource over everything else. If you're using a background CSS image for the hero, switch it to anelement — background images aren't discoverable by the browser's preload scanner. Also check whether your hosting serves images through a CDN with caching. Edge delivery dramatically reduces the time-to-first-byte, which feeds directly into LCP. Fix CLS: define dimensions for every media element Every image, video, and ad slot on the page needs explicit width and height attributes in the HTML. If you're using responsive CSS, you can still define the aspect ratio with aspect-ratio in CSS while leaving the actual size fluid. The key is giving the browser enough information to reserve space before the asset loads. Avoid inserting content above existing content after page load. This is common with cookie banners, sticky headers that change height, and dynamically loaded ad units. If you need to show these, anchor them to fixed positions so they don't push content around. Fix INP: reduce what's competing for the main thread Audit third-party scripts and defer or remove anything that isn't essential. Tools like WebPageTest's waterfall view or Chrome DevTools Performance panel show you exactly which scripts are blocking the main thread and for how long. Load chat widgets, analytics, and ad tags asynchronously and after the page's critical path has resolved. For most clients, moving non-essential scripts to load after the DOMContentLoaded event is a meaningful INP improvement with no visible impact on the user experience. For websites with heavy JavaScript — particularly those built on frameworks with large client-side bundles — consider breaking up long tasks into smaller chunks using the browser's Scheduler API or simply splitting components so the main thread isn't locked for more than 50 milliseconds at a stretch. What platforms handle automatically One of the practical advantages of building on a platform optimized for performance is that many of these fixes are applied by default. Duda, for example, automatically serves WebP images, lazy loads below-the-fold content, minifies CSS, and uses efficient cache policies for static assets. As of May 2025, 82% of sites built on Duda pass all three Core Web Vitals metrics — the highest recorded pass rate among major website platforms. That baseline matters when you're managing dozens or hundreds of client sites. It means you're starting each project close to or at a passing score, rather than diagnosing and patching a broken foundation. How much do Core Web Vitals actually affect rankings? Honestly, they're a tiebreaker — not a primary signal. Google has been clear that content quality and relevance still dominate ranking decisions. A well-optimized site with thin, irrelevant content won't outrank a content-rich competitor just because its CLS is 0.05. What Core Web Vitals do affect is the user experience that supports those rankings. Pages with poor LCP scores have measurably higher bounce rates. Sites with high CLS lose users mid-session. Those behavioral signals — time on page, return visits, conversions — are things search engines can observe and incorporate. The practical argument for fixing Core Web Vitals isn't just "because Google said so." It's that faster, more stable pages convert better. Every second of LCP improvement can reduce bounce rates by 15–20% depending on the industry and device mix. For client sites that monetize through leads or eCommerce, that's a revenue argument, not just an SEO argument. A repeatable process for agencies Audit every new site before launch. Run PageSpeed Insights and record LCP, INP, and CLS scores for both mobile and desktop. Flag anything in the "needs improvement" or "poor" range before the client sees the live site. Check Search Console monthly for existing clients. The Core Web Vitals report surfaces issues as they appear in field data. Catching a regression early — before it compounds — is significantly easier than explaining a traffic drop after the fact. Document what you've improved. Clients rarely see Core Web Vitals scores on their own. A monthly one-page performance summary showing before/after scores builds credibility and makes your technical work visible. Prioritize mobile. Google uses mobile-first indexing, and field data shows that mobile CWV scores are almost always worse than desktop. If you only have time to optimize one version, do mobile first. Core Web Vitals aren't a one-time fix. Platforms change, new scripts get added, campaigns bring in new widgets. Build the audit into your workflow and treat it like any other ongoing deliverable, and you'll stay ahead of the issues before they affect your clients' rankings. Duda's platform is built with Core Web Vitals performance in mind. Explore how it handles image optimization, script management, and site speed automatically — so your team spends less time debugging and more time building.
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