Comparativo Lighthouse e Core Web Vitals

November 10, 2021
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Entre as várias maneiras de medir o desempenho do seu site e a experiência do usuário, o Google Lighthouse e o Core Web Vitals se destacam como dois dos mais conhecidos.

Este artigo analisa a fundo as duas abordagens para ajudar você a entender o que são, as diferenças e quando usar cada uma delas.

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Lighthouse e Core Web Vitals: O que são? 

O Lighthouse é uma ferramenta do Google que audita o desempenho, acessibilidade, SEO e outros indicadores boas práticas recomendadas dos seus sites em um ambiente de testes.

Com base nas auditorias e verificações que realiza, o Lighthouse gera um relatório que pode ser usado para avaliar e melhorar o desempenho dos seus sites.

Quando o assunto é conversão, um segundo pode fazer muita diferença e ter sites rápidos pode ser o pulo do gato no seu negócio.

A Amazon, por exemplo, estima que 1 segundo de lentidão possa representar até USD 1.6 bilhões a menos nas vendas.


O ambiente de teste do Lighthouse simula como seria visitar seu site em uma conexão de Internet 3G mais lenta usando um dispositivo móvel.


Globalmente, mais de 90% da população mundial tem acesso a uma rede de banda larga móvel, no entanto, 8,5% desse número ainda usa redes 3G.

Essa restrição de velocidade faz com que quaisquer problemas no site que deixem as páginas lentas se destaquem, enquanto também refletem as condições do mundo real para muitos usuários que visitam seu site.


O Lighthouse também usa uma velocidade fixa da CPU para simular a experiência de visita ao seu site.

O dispositivo usado atualmente é um Moto G4, que não é tão poderoso quanto os smartphones de primeira linha da atualidade.

O uso de uma CPU ligeiramente fraca no ambiente de teste reflete o fato de que muitos visitantes do seu site usam dispositivos móveis mais antigos.


Os Core Web Vitals são um conjunto de três métricas que tentam medir e resumir a experiência geral do usuário ao visitar suas páginas da web.

Essas métricas usam dados de campo, que contrastam com o ambiente de teste controlado simulado pela ferramenta Lighthouse.

Esses dados de campo são dados do mundo real anonimamente enviados ao Google por usuários reais quando eles visitam uma página específica.


É importante lembrar que os Core Web Vitals se tornaram um fator de classificação do Google em agosto de 2021.

A pontuação que você obtém nessas métricas pode fazer a diferença em quão proeminente você aparece nas próprias páginas de resultados do mecanismo de pesquisa do Google para suas consultas de pesquisa direcionadas.


Os Core Web Vitals não se limitam à velocidade bruta - Veja as três áreas específicas de experiência do usuário que cobrem:


Tempo de carregamento: quanto tempo leva para a página terminar de carregar?

Interatividade: com que rapidez sua página responde após a primeira interação do usuário com ela?

Estabilidade visual: quão estável é o seu site nos navegadores dos usuários?

Dica de Pro: confie primeiramente nos dados do Core Web Vitals para avaliar o desempenho e a experiência do usuário, porque se tratam de dados agregados do mundo real, e não de dados pontuais baseados em um conjunto controlado de condições de laboratório.

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Lighthouse e Core Web Vitals: Métricas e os limites ideais

Então, quais são as métricas (e seus limites ideais) usadas nessas duas diferentes abordagens para medir o desempenho e a experiência do usuário?

 

Lighthouse


O relatório de performance do Lighthouse usa seis diferentes métricas:


1) Largest Contentful Paint ou tempo de renderização do maior elemento de conteúdo visível (LCP)

Uma medida do tempo de carregamento de sua página que verifica quanto tempo leva para o maior elemento acima da dobra (imagem, texto etc.) carregar.

Acima da dobra significa que a métrica considera apenas o que aparece na página, sem rolar para baixo.


Limite ideal: menos de 2,5 segundos


2) Cumulative Layout Shift ou deslocamento Cumulativo de Layout (CLS)

Mede a estabilidade visual de um carregamento de página focando em mudanças inesperadas de layout não causadas por uma interação do usuário.

O cálculo real do CLS multiplica duas medidas de movimento: fração de impacto e fração de distância.

Quanto mais baixa for a pontuação calculada, melhor será a estabilidade visual da sua página.


Às vezes, quando uma página é carregada, os elementos mudam inesperadamente e frustram os usuários.

Por exemplo, você pode carregar uma página e começar a ler um parágrafo, apenas para carregar uma imagem que empurra o parágrafo para baixo na página.

Especificar as dimensões da imagem é uma maneira de melhorar suas pontuações CLS (entre várias outras maneiras).


Limite ideal: menor que 0,1


3) Tempo total de bloqueio (TBT)

Mede a quantidade total de tempo que uma página está bloqueada para responder à entrada do usuário.

Essas entradas incluem cliques do mouse ou toques no teclado.


Limite ideal: menos de 200 milissegundos


4) First Contentful Paint ou Primeira Exibição de Conteúdo (FCP)

É o tempo que leva até que a primeira parte do conteúdo seja carregada na página. O conteúdo deve vir do DOM (Document Object Model) da página.

O DOM inclui conteúdo de página padrão, como imagens e texto.


Limite ideal: menos de 1,8 segundos


5) Índice de velocidade

Mede todo o processo de carregamento das partes visuais de uma página, capturando um vídeo do carregamento da página e verificando a diferença entre os frames.

A duração total mede essencialmente quanto tempo leva para ir da tela em branco à página completa.


Limite ideal: menos de 3,4 segundos


6) Tempo para interativo

Mede quanto tempo a página leva para se tornar totalmente interativa, de forma que responda de forma confiável e rápida às entradas do usuário.


Limite ideal: menos de 0,1


 


Core Web Vitals


Duas das três métricas que compõem os Core Web Vitals são as mesmas LCP e CLS que o Lighthouse usa (e têm os mesmos limites ideais).

A terceira métrica nos Core Web Vitals é o First Input Delay (FID), que mede a interatividade e a capacidade de resposta de uma página.

O cálculo leva o tempo desde a primeira interação do usuário, como clicar em um botão, até que o navegador possa começar a responder a essa interação.


Lembre-se de que o Lighthouse usa dados de laboratório simulados para gerar relatórios, enquanto as pontuações do Core Web Vitals são baseadas em dados reais do usuário.

O FID só é mensurável usando dados do mundo real porque depende da ação real de um usuário. O Lighthouse usa a métrica de Tempo Total de Bloqueio como proxy para o valor do FID.

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lighthouse core web vitals

Lighthouse e Core Web Vitals: Entenda o score

Lighthouse

Como você pode ver na calculadora de pontuação do Lighthouse, o relatório usa um cálculo de média ponderada para fornecer uma pontuação de desempenho total. As métricas LCP e TBT são particularmente ponderadas neste cálculo.


Observando a distribuição de todas as pontuações métricas em cada teste executado, o Lighthouse mede onde sua página específica se enquadra nessa distribuição.

Isso permite que o Lighthouse converta pontuações métricas brutas em um valor padrão de 0-100.

Uma boa pontuação do Lighthouse para qualquer métrica de desempenho individual ou para a pontuação de desempenho média ponderada total é qualquer coisa acima de 90.


 


Core Web Vitals


O foco do mundo real do Core Web Vitals torna a pontuação de desempenho um pouco mais simples do que o Lighthouse.

Para obter uma boa pontuação em qualquer uma das três métricas, você deve obter uma pontuação “Bom” nessa métrica para 75 por cento dos visitantes de sua página.

Se sua pontuação for “Bom” em todas as três métricas, você será aprovado na avaliação do Core Web Vitals.

A definição de "Bom" é que a pontuação de uma métrica cai dentro do limite ideal previamente delineado.


As pontuações são calculadas usando dados de campo agregados de muitos usuários em um período de 28 dias.

É importante ter em mente esse período de 28 dias porque, se você obtiver uma pontuação ruim e fizer algumas melhorias, precisará esperar um pouco para que o Google comece a fazer essas melhorias.

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Score do Lighthouse e Core Web Vitals: Como obter

Lighthouse


Se você deseja obter um relatório do Lighthouse, as maneiras mais fáceis de usar são usar a extensão do Lighthouse para o seu navegador Chrome ou simplesmente visitar o Web Dev Portal do Google e inserir seu URL.

Outras opções incluem Chrome Dev Tools, Page Speed Insights e uso da linha de comando.

Core Web Vitals

Uma série de ferramentas medem Core Web Vitals, incluindo Chrome User Experience

Relatório (cRUX), Google Search Console e PageSpeed Insights. A maneira mais rápida e simples de verificar o Core Web Vitals de qualquer URL é por meio do PageSpeed Insights.


Duda à frente da concorrência nos Core Web Vitals

Entre todas as plataformas de criação de sites, a Duda lidera o caminho para garantir que os sites de nossos usuários tenham uma pontuação consistentemente boa nos Core Web Vitals.

Dado que os Core Web Vitals são um fator de classificação nos resultados de pesquisa do Google, é importante que seu site ou os sites de seus clientes obtenham uma boa pontuação nessas métricas.

Boas pontuações do Core Web Vitals também são vitais do ponto de vista de conversão - os clientes preferem fazer negócios com sites que fornecem um desempenho sólido e uma forte experiência do usuário.

lighthouse core web vitals

Desde que Core Web Vitals se tornou um fator de classificação, a Duda lidera com a maior proporção de sites em nossa plataforma com pontuação “Bom” em comparação com concorrentes como WordPress, Drupal, Wix e Squarespace.

Alguns concorrentes (sem mencionar nomes) omitem a Duda de seus gráficos de comparação do Data Studio na tentativa de fazer parecer que são líderes do setor.

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By Shawn Davis April 1, 2026
Core Web Vitals aren't new, Google introduced them in 2020 and made them a ranking factor in 2021. But the questions keep coming, because the metrics keep changing and the stakes keep rising. Reddit's SEO communities were still debating their impact as recently as January 2026, and for good reason: most agencies still don't have a clear, repeatable way to measure, diagnose, and fix them for clients. This guide cuts through the noise. Here's what Core Web Vitals actually measure, what good scores look like today, and how to improve them—without needing a dedicated performance engineer on every project. What Core Web Vitals measure Google evaluates three user experience signals to determine whether a page feels fast, stable, and responsive: Largest Contentful Paint (LCP) measures how long it takes for the biggest visible element on a page — usually a hero image or headline — to load. Google considers anything under 2.5 seconds good. Above 4 seconds is poor. Interaction to Next Paint (INP) replaced First Input Delay (FID) in March 2024. Where FID measures the delay before a user's first click is registered, INP tracks the full responsiveness of every interaction across the page session. A good INP score is under 200 milliseconds. Cumulative Layout Shift (CLS) measures visual stability — how much page elements unexpectedly move while content loads. A score below 0.1 is good. Higher scores signal that images, ads, or embeds are pushing content around after load, which frustrates users and tanks conversions. These three metrics are a subset of Google's broader Page Experience signals, which also include HTTPS, safe browsing, and mobile usability. Core Web Vitals are the ones you can most directly control and improve. Why your clients' scores may still be poor Core Web Vitals scores vary dramatically by platform, hosting, and how a site was built. Some of the most common culprits agencies encounter: Heavy above-the-fold content . A homepage with an autoplay video, a full-width image slider, and a chat widget loading simultaneously will fail LCP every time. The browser has to resolve all of those resources before it can paint the largest element. Unstable image dimensions . When an image loads without defined width and height attributes, the browser doesn't reserve space for it. It renders the surrounding text, then jumps it down when the image appears. That jump is CLS. Third-party scripts blocking the main thread . Analytics pixels, ad tags, and live chat tools run on the browser's main thread. When they stack up, every click and tap has to wait in line — driving INP scores up. A single slow third-party script can push an otherwise clean site into "needs improvement" territory. Too many web fonts . Each font family and weight is a separate network request. A page loading four font files before rendering any text will fail LCP, especially on mobile connections. Unoptimized images . JPEGs and PNGs served at full resolution, without compression or modern formats like WebP or AVIF, add unnecessary weight to every page load. How to measure them accurately There are two types of Core Web Vitals data you should be looking at for every client: Lab data comes from tools like Google PageSpeed Insights, Lighthouse, and WebPageTest. It simulates page loads in controlled conditions. Lab data is useful for diagnosing specific issues and testing fixes before you deploy them. Field data (also called Real User Monitoring, or RUM) comes from actual users visiting the site. Google collects this through the Chrome User Experience Report (CrUX) and surfaces it in Search Console and PageSpeed Insights. Field data is what Google actually uses as a ranking signal — and it often looks worse than lab data because it reflects real-world device and connection variability. If your client's site has enough traffic, you'll see field data in Search Console under Core Web Vitals. This is your baseline. Lab data helps you understand why the scores are what they are. For clients with low traffic who don't have enough field data to appear in CrUX, you'll be working primarily with lab scores. Set that expectation early so clients understand that improvements may not immediately show up in Search Console. Practical fixes that move the needle Fix LCP: get the hero image loading first The single most effective LCP improvement is adding fetchpriority="high" to the hero image tag. This tells the browser to prioritize that resource over everything else. If you're using a background CSS image for the hero, switch it to anelement — background images aren't discoverable by the browser's preload scanner. Also check whether your hosting serves images through a CDN with caching. Edge delivery dramatically reduces the time-to-first-byte, which feeds directly into LCP. Fix CLS: define dimensions for every media element Every image, video, and ad slot on the page needs explicit width and height attributes in the HTML. If you're using responsive CSS, you can still define the aspect ratio with aspect-ratio in CSS while leaving the actual size fluid. The key is giving the browser enough information to reserve space before the asset loads. Avoid inserting content above existing content after page load. This is common with cookie banners, sticky headers that change height, and dynamically loaded ad units. If you need to show these, anchor them to fixed positions so they don't push content around. Fix INP: reduce what's competing for the main thread Audit third-party scripts and defer or remove anything that isn't essential. Tools like WebPageTest's waterfall view or Chrome DevTools Performance panel show you exactly which scripts are blocking the main thread and for how long. Load chat widgets, analytics, and ad tags asynchronously and after the page's critical path has resolved. For most clients, moving non-essential scripts to load after the DOMContentLoaded event is a meaningful INP improvement with no visible impact on the user experience. For websites with heavy JavaScript — particularly those built on frameworks with large client-side bundles — consider breaking up long tasks into smaller chunks using the browser's Scheduler API or simply splitting components so the main thread isn't locked for more than 50 milliseconds at a stretch. What platforms handle automatically One of the practical advantages of building on a platform optimized for performance is that many of these fixes are applied by default. Duda, for example, automatically serves WebP images, lazy loads below-the-fold content, minifies CSS, and uses efficient cache policies for static assets. As of May 2025, 82% of sites built on Duda pass all three Core Web Vitals metrics — the highest recorded pass rate among major website platforms. That baseline matters when you're managing dozens or hundreds of client sites. It means you're starting each project close to or at a passing score, rather than diagnosing and patching a broken foundation. How much do Core Web Vitals actually affect rankings? Honestly, they're a tiebreaker — not a primary signal. Google has been clear that content quality and relevance still dominate ranking decisions. A well-optimized site with thin, irrelevant content won't outrank a content-rich competitor just because its CLS is 0.05. What Core Web Vitals do affect is the user experience that supports those rankings. Pages with poor LCP scores have measurably higher bounce rates. Sites with high CLS lose users mid-session. Those behavioral signals — time on page, return visits, conversions — are things search engines can observe and incorporate. The practical argument for fixing Core Web Vitals isn't just "because Google said so." It's that faster, more stable pages convert better. Every second of LCP improvement can reduce bounce rates by 15–20% depending on the industry and device mix. For client sites that monetize through leads or eCommerce, that's a revenue argument, not just an SEO argument. A repeatable process for agencies Audit every new site before launch. Run PageSpeed Insights and record LCP, INP, and CLS scores for both mobile and desktop. Flag anything in the "needs improvement" or "poor" range before the client sees the live site. Check Search Console monthly for existing clients. The Core Web Vitals report surfaces issues as they appear in field data. Catching a regression early — before it compounds — is significantly easier than explaining a traffic drop after the fact. Document what you've improved. Clients rarely see Core Web Vitals scores on their own. A monthly one-page performance summary showing before/after scores builds credibility and makes your technical work visible. Prioritize mobile. Google uses mobile-first indexing, and field data shows that mobile CWV scores are almost always worse than desktop. If you only have time to optimize one version, do mobile first. Core Web Vitals aren't a one-time fix. Platforms change, new scripts get added, campaigns bring in new widgets. Build the audit into your workflow and treat it like any other ongoing deliverable, and you'll stay ahead of the issues before they affect your clients' rankings. Duda's platform is built with Core Web Vitals performance in mind. Explore how it handles image optimization, script management, and site speed automatically — so your team spends less time debugging and more time building.
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