4 dicas para aumentar o ROI com desenvolvimento de sites

October 2, 2020
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Sites são ferramentas poderosíssimas de atração de clientes e vendas de produtos. Quando bem elaborados, são mecanismos que potencializam ainda mais as estratégias digitais. Por conta dessa importância, a área de desenvolvimento de sites se consolidou como fundamental no mercado de marketing digital.

E também levou empreendedores do digital a pensarem em como transformar a percepção dos seus clientes sobre esse produto como um investimento essencial em seus negócios. 
A melhor forma é calcular o retorno sobre o investimento, ou o famoso “ROI”. Além de calcular o lucro resultante do investimento, por meio dele é possível entender como maximizar resultados.

Interessado em aumentar o ROI na sua área de desenvolvimento de sites? Leia este artigo completo!






























o que é roi?

O chamado “ROI” vem da expressão norte-americana “Return on Investment” e quer dizer “Retorno sobre Investimento”.


Essa sigla se refere a indicador de lucro (ou prejuízo) para cada investimento realizado. Dessa forma, fica muito mais fácil saber se um investimento vale a pena ou não.


Para calculá-lo basta: 


ROI = ((Receita - Custo)/Custo) x 100


Assim, quanto maior for o ROI, maior é a vantagem do investimento.


custos no desenvolvimento de sites

Se você trabalha com construção de sites, sabe que não existe um preço exato, mas, sim, valores aproximados que variam de acordo com a complexidade do projeto que o cliente deseja.


As categorias de sites geralmente alternam em: institucional, blog, e-commerce, portal de notícias, apenas uma página e outros mais.


Assim, sabemos que os custos envolvidos na construção de um site depende não só da qualidade da sua equipe, mas também de outros pontos mais, confira:

DESIGN

Uma das peças-chaves para uma boa construção de sites é um bom design. Não só porque a beleza do produto vai chamar atenção dos consumidores, mas porque o tempo gasto em cada demanda também contabiliza como um custo no desenvolvimento.


Assim, é importante pontuar que na etapa “
design do site”, o tempo de produção, os colaboradores envolvidos, as ferramentas usadas por eles (como o Adobe Photoshop) entram como custos que precisam ser pontuados no momento do orçamento.

DESENVOLVIMENTO

Sabemos que o site não pode ser apenas bonito, ele precisa entregar resultados e ser eficiente. Um bom desenvolvedor de sites precisa facilitar a navegação e focar na otimização do site com estratégias SEO.


Na etapa “desenvolvimento do site”, todo o processo precisa ser levado em consideração, como o desenvolvimento front-end, programação de formulários e a implantação de CMS.


Além disso, é importante lembrar que a homologação precisa ser pontuada como um dos custos no desenvolvimento.




FERRAMENTAS

No início, a construção de sites estava ao alcance apenas para quem sabia realmente programar. Atualmente, qualquer pessoa pode criar o seu site, por meio das ferramentas de construção.


A Duda, por exemplo, trabalha com um editor intuitivo de arrasta e solta, perfeito para quem quer entregar sites com agilidade e com foco no sucesso do cliente.



QUAIS RESULTADOS UM BOM SITE DEVE OFERECER?

Antes de você pegar as dicas para aumentar o ROI, é muito importante compreender o que um bom site deve ter. Afinal, se a página na web não produzir os resultados esperados, o investimento será uma perda.

PROPOSTA DE VALOR

Qualquer pessoa já visitou algum site na qual ela entrou e não conseguiu identificar exatamente do que se tratava.


Esse, infelizmente, é um problema comum em muitos sites por aí.


Esse defeito, geralmente acontece quando o momento da construção do site foi mal planejado e a proposta de valor da marca não foi colocar como foco.


Por isso, um bom site deve ser objetivo e claro com o que ele realmente é: um e-commerce, blog, institucional?


VELOCIDADE DE SITES

Uma pesquisa feita pelo Aberdeen Group revelou que para cada 1 segundo que o site demora para ser carregado, 11% dos visitantes têm menos interesse em esperar pelo carregamento completo.


Além disso, o
Google já anunciou que a velocidade de carregamento do site é um dos 200 fatores de rankeamento que ele usa para identificar se o seu site merece estar na primeira página nas pesquisas.


Por conta disso, o seu site, embora deva ter imagens e um design bonito, ele precisa ser de fácil carregamento, tanto para os computadores, quanto para os celulares e tablets.

ESTRATÉGICO

Não vai adiantar muito apenas ter um site bonito, ele precisa ser estratégico.


O que quero dizer com isso é que ele precisa ser utilizado na sua estratégia de captação ou conversão de novos clientes.


Por isso, o seu site deve ser focado nas estratégias de SEO, para que não só os atuais, mas também os novos leads possam te encontrar.


SEGURO

Por último, mas não menos importante, um site deve ser seguro.


Ter o site invadido é um dos maiores pesadelos que existem. Por isso, é importante que o seu site esteja em uma plataforma segura e que possa te dar um bom suporte.


4 dicas para aumentar o retorno sobre investimento com o desenvolvimento de sites

1- Escalabilidade

Ter um negócio escalável é a capacidade reproduzir repetidamente em grandes quantidades aquilo que é capaz de gerar lucros.


Mas é possível fazer isso com o desenvolvimento de sites?


Sim, é possível
escalar vendas com sites! Com as ferramentas certas, o seu negócio vai conseguir atender as demandas crescentes, de maneira eficaz e sem precisar se preocupar com a necessidade de contratar novos funcionários ou investir em novos equipamentos.

2- Upselling e Cross selling

Uma das estratégias para melhorar o ROI é aumentar o ticket médio, que é o valor gasto em média pelos seus consumidores.


Para isso, as estratégias de Upselling e Cross selling são muito boas, pois elas são capazes de aumentar o retorno de um investimento e
aumentar a lucratividade.


Para a construção de sites:

Upselling

A lógica do upselling é puxar o preço para cima, ofertando serviços ainda melhores, por um preço um pouco maior, mas que valha a experiência.


Imagine que o seu cliente almeja um site bem simples, pois ele não entende muito bem de SEO. Com o upsell, o seu empreendimento de construção de sites pode oferecer um serviço mais aprimorado, com dados de performance e analytics, além de um plano um pouco mais robusto e completo.


Essa oferta pode ser essencial para ele dar os primeiros passos sobre o vasto mundo de SEO.


Cross selling

O cross selling tem o objetivo de complementar a experiência do cliente.


Na lógica dos construtores de sites, essa estratégia poderia ser aplicada nos aplicativos que vão agregar ainda mais o serviço.


Imagine que o seu cliente deseje tornar o site dele mais acolhedor. Você pode oferecer um
widget de acessibilidade, tornando o conteúdo para que pessoas com deficiência possam também interagir com o site.

3 - Segmentar

Ter afinidade com o seu público é importante para qualquer negócio, por isso, a segmentação também deve ser levada em conta como uma estratégia para aumentar o seu ROI, mesmo em uma construção de sites.


Ter cases de sites que deram certos naquela área, um portfólio e claro, a experiência para fazer com que sites de determinados segmentos performem melhor, pode fazer o ROI da sua empresa aumentar, pois o seu negócio se tornará autoridade em uma determinada prática.


4 - Fidelizar clientes

Conhecido por ser um dos grande gurus do marketing digital, Philip Kotler dá como uma das suas grandes dicas a fidelização dos clientes.


Segundo ele, conquistar um cliente novo pode ser de 5 a 7 vezes mais caro do que manter um atual.


Para que isso possa ser um meio de aumentar o seu ROI, foque na fidelização do cliente com o seu negócio e construa um relacionamento positivo, que esteja sempre em busca de melhorar aquilo que já existe.


Lembre-se que um consumidor satisfeito, não só te dará mais lucro por mais tempo, como também poderá indicar o seu negócio, podendo te ajudar até a criar uma boa segmentação para o seu negócio.


Melhore o seu retorno sobre investimentos na construção de sites

Sites deixaram de ser apenas um complemento há muito tempo. Eles são ferramentas poderosíssimas nas estratégias e por isso eles são extremamente importantes para qualquer empreendimento.


Por isso, na hora de construir o seu site, seja ele institucional, blog ou e-commerce, é preciso que ele seja elaborado com ferramentas que vão te dar o devido suporte.


Lembre-se que quanto maior o seu ROI, melhor será o seu investimento, por isso, invista em ferramentas que vão realmente te ajudar.


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By Shawn Davis April 1, 2026
Core Web Vitals aren't new, Google introduced them in 2020 and made them a ranking factor in 2021. But the questions keep coming, because the metrics keep changing and the stakes keep rising. Reddit's SEO communities were still debating their impact as recently as January 2026, and for good reason: most agencies still don't have a clear, repeatable way to measure, diagnose, and fix them for clients. This guide cuts through the noise. Here's what Core Web Vitals actually measure, what good scores look like today, and how to improve them—without needing a dedicated performance engineer on every project. What Core Web Vitals measure Google evaluates three user experience signals to determine whether a page feels fast, stable, and responsive: Largest Contentful Paint (LCP) measures how long it takes for the biggest visible element on a page — usually a hero image or headline — to load. Google considers anything under 2.5 seconds good. Above 4 seconds is poor. Interaction to Next Paint (INP) replaced First Input Delay (FID) in March 2024. Where FID measures the delay before a user's first click is registered, INP tracks the full responsiveness of every interaction across the page session. A good INP score is under 200 milliseconds. Cumulative Layout Shift (CLS) measures visual stability — how much page elements unexpectedly move while content loads. A score below 0.1 is good. Higher scores signal that images, ads, or embeds are pushing content around after load, which frustrates users and tanks conversions. These three metrics are a subset of Google's broader Page Experience signals, which also include HTTPS, safe browsing, and mobile usability. Core Web Vitals are the ones you can most directly control and improve. Why your clients' scores may still be poor Core Web Vitals scores vary dramatically by platform, hosting, and how a site was built. Some of the most common culprits agencies encounter: Heavy above-the-fold content . A homepage with an autoplay video, a full-width image slider, and a chat widget loading simultaneously will fail LCP every time. The browser has to resolve all of those resources before it can paint the largest element. Unstable image dimensions . When an image loads without defined width and height attributes, the browser doesn't reserve space for it. It renders the surrounding text, then jumps it down when the image appears. That jump is CLS. Third-party scripts blocking the main thread . Analytics pixels, ad tags, and live chat tools run on the browser's main thread. When they stack up, every click and tap has to wait in line — driving INP scores up. A single slow third-party script can push an otherwise clean site into "needs improvement" territory. Too many web fonts . Each font family and weight is a separate network request. A page loading four font files before rendering any text will fail LCP, especially on mobile connections. Unoptimized images . JPEGs and PNGs served at full resolution, without compression or modern formats like WebP or AVIF, add unnecessary weight to every page load. How to measure them accurately There are two types of Core Web Vitals data you should be looking at for every client: Lab data comes from tools like Google PageSpeed Insights, Lighthouse, and WebPageTest. It simulates page loads in controlled conditions. Lab data is useful for diagnosing specific issues and testing fixes before you deploy them. Field data (also called Real User Monitoring, or RUM) comes from actual users visiting the site. Google collects this through the Chrome User Experience Report (CrUX) and surfaces it in Search Console and PageSpeed Insights. Field data is what Google actually uses as a ranking signal — and it often looks worse than lab data because it reflects real-world device and connection variability. If your client's site has enough traffic, you'll see field data in Search Console under Core Web Vitals. This is your baseline. Lab data helps you understand why the scores are what they are. For clients with low traffic who don't have enough field data to appear in CrUX, you'll be working primarily with lab scores. Set that expectation early so clients understand that improvements may not immediately show up in Search Console. Practical fixes that move the needle Fix LCP: get the hero image loading first The single most effective LCP improvement is adding fetchpriority="high" to the hero image tag. This tells the browser to prioritize that resource over everything else. If you're using a background CSS image for the hero, switch it to anelement — background images aren't discoverable by the browser's preload scanner. Also check whether your hosting serves images through a CDN with caching. Edge delivery dramatically reduces the time-to-first-byte, which feeds directly into LCP. Fix CLS: define dimensions for every media element Every image, video, and ad slot on the page needs explicit width and height attributes in the HTML. If you're using responsive CSS, you can still define the aspect ratio with aspect-ratio in CSS while leaving the actual size fluid. The key is giving the browser enough information to reserve space before the asset loads. Avoid inserting content above existing content after page load. This is common with cookie banners, sticky headers that change height, and dynamically loaded ad units. If you need to show these, anchor them to fixed positions so they don't push content around. Fix INP: reduce what's competing for the main thread Audit third-party scripts and defer or remove anything that isn't essential. Tools like WebPageTest's waterfall view or Chrome DevTools Performance panel show you exactly which scripts are blocking the main thread and for how long. Load chat widgets, analytics, and ad tags asynchronously and after the page's critical path has resolved. For most clients, moving non-essential scripts to load after the DOMContentLoaded event is a meaningful INP improvement with no visible impact on the user experience. For websites with heavy JavaScript — particularly those built on frameworks with large client-side bundles — consider breaking up long tasks into smaller chunks using the browser's Scheduler API or simply splitting components so the main thread isn't locked for more than 50 milliseconds at a stretch. What platforms handle automatically One of the practical advantages of building on a platform optimized for performance is that many of these fixes are applied by default. Duda, for example, automatically serves WebP images, lazy loads below-the-fold content, minifies CSS, and uses efficient cache policies for static assets. As of May 2025, 82% of sites built on Duda pass all three Core Web Vitals metrics — the highest recorded pass rate among major website platforms. That baseline matters when you're managing dozens or hundreds of client sites. It means you're starting each project close to or at a passing score, rather than diagnosing and patching a broken foundation. How much do Core Web Vitals actually affect rankings? Honestly, they're a tiebreaker — not a primary signal. Google has been clear that content quality and relevance still dominate ranking decisions. A well-optimized site with thin, irrelevant content won't outrank a content-rich competitor just because its CLS is 0.05. What Core Web Vitals do affect is the user experience that supports those rankings. Pages with poor LCP scores have measurably higher bounce rates. Sites with high CLS lose users mid-session. Those behavioral signals — time on page, return visits, conversions — are things search engines can observe and incorporate. 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A monthly one-page performance summary showing before/after scores builds credibility and makes your technical work visible. Prioritize mobile. Google uses mobile-first indexing, and field data shows that mobile CWV scores are almost always worse than desktop. If you only have time to optimize one version, do mobile first. Core Web Vitals aren't a one-time fix. Platforms change, new scripts get added, campaigns bring in new widgets. Build the audit into your workflow and treat it like any other ongoing deliverable, and you'll stay ahead of the issues before they affect your clients' rankings. Duda's platform is built with Core Web Vitals performance in mind. Explore how it handles image optimization, script management, and site speed automatically — so your team spends less time debugging and more time building.
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