10 dicas para manter a equipe produtiva em tempos difíceis

September 29, 2020
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Em um ambiente organizacional estável, sem muitas variáveis e influências externas, garantir a produtividade do time já é um desafio e tanto. Em um contexto mais complexo, então, o gestor precisa ser muito assertivo, para manter a equipe produtiva em tempos difíceis.


A pandemia global da COVID-19 trouxe muitos problemas. Para os líderes e gestores, um dos principais obstáculos a serem vencidos é manter a motivação e, com isso, a produtividade dos funcionários mesmo em um momento conturbado da nossa história. 


Isso porque, pela sua natureza, o ser humano tem mais capacidade de lidar com mudanças, mas não se sai tão bem com a incerteza. Daí a importância dos gestores apoiarem os profissionais, mantendo o time focado nas demandas e compromissos. Desse modo, todos os colaboradores se concentram no que mais importa: oferecer a melhor experiência para o cliente.


À medida que o novo normal é desenhado, os líderes têm o desafio de fortalecer o espírito do time e reacender a motivação dos funcionários. Por isso, neste post, elencamos 10 dicas para ajudar você na gestão de equipe. 

Confira as boas práticas que podem trazer sua equipe de volta à produtividade máxima.


Tenha conversas francas e mostre para onde a empresa está indo

Em tempos difíceis, a incerteza pode pesar muito em sua equipe. Por isso, uma maneira prática de orientar os profissionais é ser aberto e honesto sobre a direção que a empresa está tomando. 


Busque acompanhar cada membro da equipe e apresente ao time as principais informações sobre o posicionamento da empresa, as prioridades e estratégias colocadas em prática para estabilizar e prosperar nesta temporada imprevisível. 


Para os profissionais, esse conhecimento fornece uma sensação de controle, direção e propósito quando começam seu trabalho todos os dias.


Seja transparente e escute mais


Para manter a equipe produtiva em tempos difíceis, é fundamental ser transparente nas tomadas de decisão e comunicar-se com clareza com o time. Isso garante que os profissionais entendam as tarefas a serem realizadas, bem como saiba por que elas são essenciais. 


Como líder, também é crucial ouvir mais do que falar. Portanto, busque colocar o feedback em sua rotina, praticando a escuta ativa. Esse é o caminho para entender o que está acontecendo com os profissionais em casa e no trabalho. Além disso, dessa maneira, você consegue identificar o nível de turbulência em diferentes áreas de suas vidas e nos negócios. Na sequência, busque concentrar-se nas questões mais críticas e mostre a seus funcionários que as vozes deles são levadas a sério.



Descentralize as responsabilidades

Investir no aprimoramento dos profissionais, para que eles sejam capazes de conduzir os trabalhos de maneira mais autônoma, é fundamental. 


O modelo tradicional de trabalho coloca os líderes como os únicos responsáveis pelos resultados, cabendo a eles delegarem as demandas. Contudo, adotando um software de gestão e métodos de projetos ágeis, é possível dividir essa responsabilidade. Os colaboradores podem atuar como líderes de projetos com tarefas reais de gestão. Antes, porém, precisam ser orientados para assumir essa responsabilidade.


Com essa prática, você alivia um pouco do peso do papel de gestor e ainda transmite confiança para os colaboradores, elevando o nível de comprometimento com os resultados.

Simplifique o fluxo de trabalho

Este é um bom momento para “arrumar a casa” e simplificar o fluxo de trabalho de sua equipe. Defina prioridades claras e elimine todas as tarefas desnecessárias. Desse modo, os profissionais podem se concentrar nos projetos e demandas que realmente geram valor para o cliente. 


Afinal, não é porque os profissionais estão trabalhando remotamente que você pode aumentar a demanda. Em vez disso, ajudaria aliviar a carga de trabalho de seus funcionários, para que eles consigam administrar suas vidas pessoais em conjunto com o trabalho durante esse período difícil. 


Contar com boas
ferramentas de gestão pode ajudar muito na distribuição de tarefas, para evitar a sobrecarga de trabalho. Se possível, invista em um software de gestão para agências, que fornece a visibilidade das tarefas, otimizando o fluxo de trabalho.

Programe pausas durante o expediente e permita o trabalho assíncrono

Uma das maneiras de manter a equipe produtiva em tempos difíceis, durante o trabalho remoto principalmente, é concentrar-se na produção e nos resultados. Desde o início de março, quando a maioria das empresas adotaram o home office,, os funcionários relataram trabalhar de 2 a 3 horas a mais por dia. 

Somam-se a isso os desafios de cuidar de entes queridos doentes, manter a saúde, cuidar dos filhos que estão estudando em casa e manter um bom desempenho no trabalho.


Sabendo de tudo isso, uma boa prática como líder é permitir horários de trabalho assíncronos, dando aos funcionários espaço para planejar seus dias da maneira mais adequada. Assim, eles podem cuidar tanto do trabalho quanto das responsabilidades pessoais. 


Você pode ir além e ajudá-los a criar hábitos saudáveis ​​de equilíbrio. Impor uma pausa obrigatória em todos os dias de trabalho, por exemplo, é uma iniciativa importante. Este poderia ser o intervalo para almoço típico de uma hora. Contudo, neste caso, você insiste que todos os funcionários desconectem seus dispositivos de trabalho neste momento. 


Para garantir a saúde mental dos colaboradores no local de trabalho, eles são incentivados a tratar o desligamento como um evento programado, em vez de trabalhar durante intervalos que seriam para descanso. Algumas empresas estão, inclusive, bloqueando o envio de e-mails pelos funcionários após o expediente.


Isso porque, quando a casa funciona como escritório, os funcionários têm mais dificuldade em se desligar. Desde o início da pandemia, o Surfshark, um provedor de VPN, tem visto picos no uso entre meia-noite e 3h, prova de que as barreiras do dia de trabalho estão começando a diminuir. 


Diante disso, é fundamental que os líderes se esforcem para ajudar os funcionários a se desconectarem todos os dias, assegurando a saúde e o bem-estar deles.

Ajude os funcionários a cumprir metas de carreira

Converse com cada colaborador e descubra o que ele deseja obter de seu emprego e da empresa em geral. Se o funcionário quiser assumir mais responsabilidades ou mudar para um departamento diferente, investigue as possibilidades e volte a conversar com ele, apresentando opções. 

Ofereça caminhos claros ajudando-o na jornada de autorrealização. Se o avanço exigir um diploma, informe sobre o auxílio para mensalidades ou bolsas que a empresa pode oferecer.

Ao definir objetivos de longo prazo com os funcionários, você mostra que eles têm um papel futuro na empresa. Essa é uma iniciativa chave para manter a equipe produtiva em tempos difíceis.


Avalie as habilidades e dificuldades dos colaboradores

Você já pensou que o baixo desempenho do profissional pode ser justificado por uma falta de habilidade? Em alguns casos, a alocação de tarefas e atribuições pode melhorar muito a produtividade do time


Avalie  o perfil dos colaboradores, considerando o domínio técnico e comportamental, e entenda se as responsabilidades estão bem distribuídas e sob o comando dos profissionais certos. 


Observe as qualidades e dificuldades dos profissionais do seu time e busque a melhor maneira de aproveitar o potencial de cada um.

Comemore mais

Uma das estratégias para manter a equipe produtiva em tempos difíceis é comemorar cada conquista, independentemente do seu tamanho. Os colaboradores precisam da confirmação de que seu trabalho é valorizado e tem um impacto tangível.


A cada semana, você pode destacar pelo menos uma conquista. Pode ser qualquer coisa: desde taxas mais altas de abertura de e-mail até um projeto importante entregue dentro prazo. 


Comemorar pequenas vitórias aumenta a motivação, a produtividade e a confiança de sua equipe.

Vá além do escritório

Se os colaboradores tiverem uma causa comum, além do propósito do trabalho, isso pode ajudar muito, aumentando o entrosamento e o nível de compromisso do time. 


Muitas empresas patrocinam dias de serviço comunitário que permitem que os funcionários saiam do escritório para fazer algo que os faça se sentir bem. Igrejas e instituições de caridade sempre têm demandas que precisam ser preenchidas com a dedicação de voluntários.


Saia do escritório e ajude a
manter a equipe produtiva em tempos difíceis.

Seja solidário e empático

Agora, mais do que em qualquer outro momento, as pessoas precisam de acolhimento. Garanta que os membros da equipe se sintam apoiados e valorizados. Deixe claro a eles que você conhece os desafios de manter um equilíbrio saudável entre vida profissional e pessoal.

O líder precisa ser flexível e compreensivo com as mudanças de horários ou prioridades da vida doméstica durante esse período difícil. Nem sempre os profissionais conseguirão entregar os trabalhos das 8h às 18h. E está tudo bem: o que importa é ajudá-los a se manterem produtivos, propondo alternativas. 

Portanto, seja empático, conheça a realidade e as circunstâncias únicas da vida de cada membro da equipe. Essa sensibilidade vai impactar na produtividade dos profissionais, bem como no comprometimento deles. 

Abrace a flexibilidade proporcionada pela tecnologia, que suporta o ambiente de trabalho remoto, e ajuste o melhor modelo de entrega para cada colaborador.

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By Shawn Davis April 1, 2026
Core Web Vitals aren't new, Google introduced them in 2020 and made them a ranking factor in 2021. But the questions keep coming, because the metrics keep changing and the stakes keep rising. Reddit's SEO communities were still debating their impact as recently as January 2026, and for good reason: most agencies still don't have a clear, repeatable way to measure, diagnose, and fix them for clients. This guide cuts through the noise. Here's what Core Web Vitals actually measure, what good scores look like today, and how to improve them—without needing a dedicated performance engineer on every project. What Core Web Vitals measure Google evaluates three user experience signals to determine whether a page feels fast, stable, and responsive: Largest Contentful Paint (LCP) measures how long it takes for the biggest visible element on a page — usually a hero image or headline — to load. Google considers anything under 2.5 seconds good. Above 4 seconds is poor. Interaction to Next Paint (INP) replaced First Input Delay (FID) in March 2024. Where FID measures the delay before a user's first click is registered, INP tracks the full responsiveness of every interaction across the page session. A good INP score is under 200 milliseconds. Cumulative Layout Shift (CLS) measures visual stability — how much page elements unexpectedly move while content loads. A score below 0.1 is good. Higher scores signal that images, ads, or embeds are pushing content around after load, which frustrates users and tanks conversions. These three metrics are a subset of Google's broader Page Experience signals, which also include HTTPS, safe browsing, and mobile usability. Core Web Vitals are the ones you can most directly control and improve. Why your clients' scores may still be poor Core Web Vitals scores vary dramatically by platform, hosting, and how a site was built. Some of the most common culprits agencies encounter: Heavy above-the-fold content . A homepage with an autoplay video, a full-width image slider, and a chat widget loading simultaneously will fail LCP every time. The browser has to resolve all of those resources before it can paint the largest element. Unstable image dimensions . When an image loads without defined width and height attributes, the browser doesn't reserve space for it. It renders the surrounding text, then jumps it down when the image appears. That jump is CLS. Third-party scripts blocking the main thread . Analytics pixels, ad tags, and live chat tools run on the browser's main thread. When they stack up, every click and tap has to wait in line — driving INP scores up. A single slow third-party script can push an otherwise clean site into "needs improvement" territory. Too many web fonts . Each font family and weight is a separate network request. A page loading four font files before rendering any text will fail LCP, especially on mobile connections. Unoptimized images . JPEGs and PNGs served at full resolution, without compression or modern formats like WebP or AVIF, add unnecessary weight to every page load. How to measure them accurately There are two types of Core Web Vitals data you should be looking at for every client: Lab data comes from tools like Google PageSpeed Insights, Lighthouse, and WebPageTest. It simulates page loads in controlled conditions. Lab data is useful for diagnosing specific issues and testing fixes before you deploy them. Field data (also called Real User Monitoring, or RUM) comes from actual users visiting the site. Google collects this through the Chrome User Experience Report (CrUX) and surfaces it in Search Console and PageSpeed Insights. Field data is what Google actually uses as a ranking signal — and it often looks worse than lab data because it reflects real-world device and connection variability. If your client's site has enough traffic, you'll see field data in Search Console under Core Web Vitals. This is your baseline. Lab data helps you understand why the scores are what they are. For clients with low traffic who don't have enough field data to appear in CrUX, you'll be working primarily with lab scores. Set that expectation early so clients understand that improvements may not immediately show up in Search Console. Practical fixes that move the needle Fix LCP: get the hero image loading first The single most effective LCP improvement is adding fetchpriority="high" to the hero image tag. This tells the browser to prioritize that resource over everything else. If you're using a background CSS image for the hero, switch it to anelement — background images aren't discoverable by the browser's preload scanner. Also check whether your hosting serves images through a CDN with caching. Edge delivery dramatically reduces the time-to-first-byte, which feeds directly into LCP. Fix CLS: define dimensions for every media element Every image, video, and ad slot on the page needs explicit width and height attributes in the HTML. If you're using responsive CSS, you can still define the aspect ratio with aspect-ratio in CSS while leaving the actual size fluid. The key is giving the browser enough information to reserve space before the asset loads. Avoid inserting content above existing content after page load. This is common with cookie banners, sticky headers that change height, and dynamically loaded ad units. If you need to show these, anchor them to fixed positions so they don't push content around. Fix INP: reduce what's competing for the main thread Audit third-party scripts and defer or remove anything that isn't essential. Tools like WebPageTest's waterfall view or Chrome DevTools Performance panel show you exactly which scripts are blocking the main thread and for how long. Load chat widgets, analytics, and ad tags asynchronously and after the page's critical path has resolved. For most clients, moving non-essential scripts to load after the DOMContentLoaded event is a meaningful INP improvement with no visible impact on the user experience. For websites with heavy JavaScript — particularly those built on frameworks with large client-side bundles — consider breaking up long tasks into smaller chunks using the browser's Scheduler API or simply splitting components so the main thread isn't locked for more than 50 milliseconds at a stretch. What platforms handle automatically One of the practical advantages of building on a platform optimized for performance is that many of these fixes are applied by default. Duda, for example, automatically serves WebP images, lazy loads below-the-fold content, minifies CSS, and uses efficient cache policies for static assets. As of May 2025, 82% of sites built on Duda pass all three Core Web Vitals metrics — the highest recorded pass rate among major website platforms. That baseline matters when you're managing dozens or hundreds of client sites. It means you're starting each project close to or at a passing score, rather than diagnosing and patching a broken foundation. How much do Core Web Vitals actually affect rankings? Honestly, they're a tiebreaker — not a primary signal. Google has been clear that content quality and relevance still dominate ranking decisions. A well-optimized site with thin, irrelevant content won't outrank a content-rich competitor just because its CLS is 0.05. What Core Web Vitals do affect is the user experience that supports those rankings. Pages with poor LCP scores have measurably higher bounce rates. Sites with high CLS lose users mid-session. Those behavioral signals — time on page, return visits, conversions — are things search engines can observe and incorporate. 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