Aumentando a produtividade em agências com permissões de equipe

September 23, 2020
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Ser mais eficiente no dia a dia de trabalho é um dos grandes desafios quando falamos em crescimento de negócio e produtividade em agências. A conta é bem simples: quanto melhor sua equipe trabalha em conjunto, mais rápido e melhor será a criação de sites de qualidade para seus clientes. Assim sobra tempo para aumentar a base de clientes, trabalhar em processos internos e criar novas ofertas de produtos.

Na Duda, os membros da sua equipe têm acesso a todos os sites da sua conta, automaticamente. No entanto, embora eles possam visualizar todos os sites, eles não podem necessariamente fazer alterações. Para fazer isso, eles devem receber permissões.

Se sua equipe é composta por apenas dois ou três funcionários, pode ser uma boa ideia que cada um deles tenha permissões totais para os sites. Mas, se você tiver mais do que alguns membros da equipe, o recurso Permissões de Equipe da Duda permite garantir que cada membro da equipe tenha as permissões relevantes para seu respectivo trabalho.


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As permissões de equipe melhoram o fluxo de trabalho e economizam temp

Leva apenas alguns instantes para definir as permissões da equipe e você faz isso apenas uma vez por membro da equipe (a definição se aplica automaticamente a todos os sites). Isso economiza muito tempo ao criar sites e pode melhorar todo o seu fluxo de trabalho.

Você vai encontrar vários grupos de equipes predefinidos (mais detalhes abaixo) na área Permissões de Equipe. Cada um desses grupos vem com permissões específicas. Se nenhum desses grupos for adequado para sua agência, você poderá criar um grupo personalizado e definir as permissões que funcionam melhor no seu fluxo de trabalho.

Grupos de Permissão de Equipe

Grupo de administradores

Os membros da equipe com essa permissão têm acesso a todos os recursos de editor na plataforma, desde a criação e exclusão de sites até o acesso à API, gerenciamento de categoria de seção e muito mais. Essa permissão é poderosa, pois oferece acesso total a todos os sites e permite funções como compra de imagens e configuração de domínio personalizada.

Caso de uso: este é o conjunto de permissões que o administrador do site de uma agência possui. Se você tem uma agência pequena (apenas dois ou três funcionários), pode dar a cada membro essa permissão. Mas se houver dezenas de membros da equipe em sua agência, essa permissão não será para todos. Afinal, você não quer que os designers excluam sites, nem que especialistas em comércio eletrônico criem blogs, certo?

Grupo Blogger

Esse grupo é ideal para membros de sua equipe que escrevem ou fazem upload de blogs. Permite que os membros da equipe adicionem postagens, editem e gerenciem os textos. Não permite adicionar ou remover o próprio blog. 

Caso de uso: você pode delimitar os responsáveis na equipe por criar e fazer a manutenção no layout do blog, como tamanhos de fonte e cores de plano de fundo. Esses entrariam, por exemplo, no grupo de designers. Ao mesmo tempo, os criadores de conteúdo podem ficar responsáveis só por abastecer e gerenciar as postagens, recebendo as permissões de Blogger e não correndo riscos de alterar a base visual do blog.


Grupo de Designers

Os designers são cruciais para o processo de criação do site, e é por isso que essa permissão é tão ampla. Os membros da equipe que recebem essa permissão podem criar sites, editar, gerenciar e-commerce e personalizações, republicar sites e atualizar o blog. No entanto, existem algumas permissões de conta que não são cruciais para o design de sites e essa permissão considera isso.

Caso de uso: Esse grupo não inclui a permissão de publicação do site, porque você pode não querer que os designers possam publicar sites antes que você e/ou seus clientes passem por uma aprovação final. Outra permissão que essa função não possui é a de compra de imagens. Isso ajuda a gerenciar os orçamentos do site, para que as imagens sejam compradas apenas por um administrador ou gerente. Os designers podem usar imagens com marca d'água enquanto constroem sites e, uma vez aprovado o design, entram em contato com o gerente para a compra.


Gerente de e-commerce

Se você possui membros da equipe dedicados que conhecem os detalhes do e-commerce, este grupo foi criado para eles. Ele possui apenas uma permissão, que tem recursos como: adição de novos produtos, configuração de preços, adição de tags de produtos e muito mais - tudo isso requer um conjunto de habilidades específico e um olhar atento à estratégia de vendas online do cliente.

Caso de uso: se você possui muitas lojas de e-commerce, provavelmente gasta bastante tempo atualizando os produtos. Se seus clientes lidam com isso sozinhos, isso é ótimo, mas se não, você pode querer membros da sua equipe dedicados à manutenção da loja. Isso pode incluir o upload de novos itens para lojas online, a cópia de produtos de qualidade, o upload de novas imagens, o controle das configurações da loja e muito mais. Essa permissão não inclui o acesso às Personalizações do Site, o que pode ser um grande benefício para sites que possuem lojas. Para incluir essa permissão, crie um grupo personalizado mais rico (consulte a próxima seção).

Grupos Personalizados

O objetivo das Permissões de Equipe é permitir que você e sua equipe trabalhem com mais eficiência. Portanto, se os grupos predefinidos não forem exatamente o que você procura, uma saída bem simples é criar Grupos Personalizados que considerem as permissões mais relevantes para o seu próprio fluxo de trabalho.

Ao criar grupos personalizados, você define como sua empresa trabalha a partir da função de cada membro do time (e não de sites individuais). Isso melhora todo o seu fluxo de trabalho, pois você permite que cada colaborador faça seu trabalho em todos os sites, sem designar pessoas novamente. Além disso, como você define isso uma vez para cada membro da equipe (e não sempre que houver um novo site), economiza tempo na definição de processos e no onboarding com novos clientes.

Designers com permissão de compra de imagem

Se você deseja dar aos designers a capacidade de comprar imagens, por exemplo, crie um grupo que inclua todas as permissões de design, bem como a permissão Comprar Imagem. Apenas certifique-se de dar um nome que deixe claro que essa permissão inclui a capacidade de fazer compras.

Membros da equipe com controle do desempenho do site

Deseja que seus designers tenham informações privilegiadas sobre o desempenho de um site? Crie um grupo que inclua permissões de Designer e também a permissão de Estatísticas. Dessa forma, eles poderão acompanhar o sucesso dos sites que estão criando, para que possam ajustar e melhorar os elementos.

Permitir que designers gerenciem seções

As seções são uma ferramenta útil para a construção de sites e podem economizar muito tempo no processo de criação. Embora qualquer designer possa salvar uma seção projetada como uma equipe, a permissão Gerenciar Categorias de Seção significa que eles também podem organizar e reorganizar as seções para que façam sentido para o time.

Permitir que designers criem widgets

Se seus designers dominam conhecimentos de programação, você pode conceder a eles permissões orientadas ao desenvolvedor, como a permissão HTML / CSS e a permissão Widget Builder. Isso proporciona aos designers maior poder e flexibilidade nos sites que eles projetam.

 

Agora é só colocar a mão na massa e definir as Permissões de Equipe para melhorar o fluxo de trabalho do seu time. Um recurso simples e prático da Duda, que faz toda a diferença nos processos internos e no aumento da produtividade em agências!

Comece um teste grátis e experimente as funções de Permissão para até 4 membros da sua equipe ;)

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By Shawn Davis April 1, 2026
Core Web Vitals aren't new, Google introduced them in 2020 and made them a ranking factor in 2021. But the questions keep coming, because the metrics keep changing and the stakes keep rising. Reddit's SEO communities were still debating their impact as recently as January 2026, and for good reason: most agencies still don't have a clear, repeatable way to measure, diagnose, and fix them for clients. This guide cuts through the noise. Here's what Core Web Vitals actually measure, what good scores look like today, and how to improve them—without needing a dedicated performance engineer on every project. What Core Web Vitals measure Google evaluates three user experience signals to determine whether a page feels fast, stable, and responsive: Largest Contentful Paint (LCP) measures how long it takes for the biggest visible element on a page — usually a hero image or headline — to load. Google considers anything under 2.5 seconds good. Above 4 seconds is poor. Interaction to Next Paint (INP) replaced First Input Delay (FID) in March 2024. Where FID measures the delay before a user's first click is registered, INP tracks the full responsiveness of every interaction across the page session. A good INP score is under 200 milliseconds. Cumulative Layout Shift (CLS) measures visual stability — how much page elements unexpectedly move while content loads. A score below 0.1 is good. Higher scores signal that images, ads, or embeds are pushing content around after load, which frustrates users and tanks conversions. These three metrics are a subset of Google's broader Page Experience signals, which also include HTTPS, safe browsing, and mobile usability. Core Web Vitals are the ones you can most directly control and improve. Why your clients' scores may still be poor Core Web Vitals scores vary dramatically by platform, hosting, and how a site was built. Some of the most common culprits agencies encounter: Heavy above-the-fold content . A homepage with an autoplay video, a full-width image slider, and a chat widget loading simultaneously will fail LCP every time. The browser has to resolve all of those resources before it can paint the largest element. Unstable image dimensions . When an image loads without defined width and height attributes, the browser doesn't reserve space for it. It renders the surrounding text, then jumps it down when the image appears. That jump is CLS. Third-party scripts blocking the main thread . Analytics pixels, ad tags, and live chat tools run on the browser's main thread. When they stack up, every click and tap has to wait in line — driving INP scores up. A single slow third-party script can push an otherwise clean site into "needs improvement" territory. Too many web fonts . Each font family and weight is a separate network request. A page loading four font files before rendering any text will fail LCP, especially on mobile connections. Unoptimized images . JPEGs and PNGs served at full resolution, without compression or modern formats like WebP or AVIF, add unnecessary weight to every page load. How to measure them accurately There are two types of Core Web Vitals data you should be looking at for every client: Lab data comes from tools like Google PageSpeed Insights, Lighthouse, and WebPageTest. It simulates page loads in controlled conditions. Lab data is useful for diagnosing specific issues and testing fixes before you deploy them. Field data (also called Real User Monitoring, or RUM) comes from actual users visiting the site. Google collects this through the Chrome User Experience Report (CrUX) and surfaces it in Search Console and PageSpeed Insights. Field data is what Google actually uses as a ranking signal — and it often looks worse than lab data because it reflects real-world device and connection variability. If your client's site has enough traffic, you'll see field data in Search Console under Core Web Vitals. This is your baseline. Lab data helps you understand why the scores are what they are. For clients with low traffic who don't have enough field data to appear in CrUX, you'll be working primarily with lab scores. Set that expectation early so clients understand that improvements may not immediately show up in Search Console. Practical fixes that move the needle Fix LCP: get the hero image loading first The single most effective LCP improvement is adding fetchpriority="high" to the hero image tag. This tells the browser to prioritize that resource over everything else. If you're using a background CSS image for the hero, switch it to anelement — background images aren't discoverable by the browser's preload scanner. Also check whether your hosting serves images through a CDN with caching. Edge delivery dramatically reduces the time-to-first-byte, which feeds directly into LCP. Fix CLS: define dimensions for every media element Every image, video, and ad slot on the page needs explicit width and height attributes in the HTML. If you're using responsive CSS, you can still define the aspect ratio with aspect-ratio in CSS while leaving the actual size fluid. The key is giving the browser enough information to reserve space before the asset loads. Avoid inserting content above existing content after page load. This is common with cookie banners, sticky headers that change height, and dynamically loaded ad units. If you need to show these, anchor them to fixed positions so they don't push content around. Fix INP: reduce what's competing for the main thread Audit third-party scripts and defer or remove anything that isn't essential. Tools like WebPageTest's waterfall view or Chrome DevTools Performance panel show you exactly which scripts are blocking the main thread and for how long. Load chat widgets, analytics, and ad tags asynchronously and after the page's critical path has resolved. For most clients, moving non-essential scripts to load after the DOMContentLoaded event is a meaningful INP improvement with no visible impact on the user experience. For websites with heavy JavaScript — particularly those built on frameworks with large client-side bundles — consider breaking up long tasks into smaller chunks using the browser's Scheduler API or simply splitting components so the main thread isn't locked for more than 50 milliseconds at a stretch. What platforms handle automatically One of the practical advantages of building on a platform optimized for performance is that many of these fixes are applied by default. Duda, for example, automatically serves WebP images, lazy loads below-the-fold content, minifies CSS, and uses efficient cache policies for static assets. As of May 2025, 82% of sites built on Duda pass all three Core Web Vitals metrics — the highest recorded pass rate among major website platforms. That baseline matters when you're managing dozens or hundreds of client sites. It means you're starting each project close to or at a passing score, rather than diagnosing and patching a broken foundation. How much do Core Web Vitals actually affect rankings? Honestly, they're a tiebreaker — not a primary signal. Google has been clear that content quality and relevance still dominate ranking decisions. A well-optimized site with thin, irrelevant content won't outrank a content-rich competitor just because its CLS is 0.05. What Core Web Vitals do affect is the user experience that supports those rankings. Pages with poor LCP scores have measurably higher bounce rates. Sites with high CLS lose users mid-session. Those behavioral signals — time on page, return visits, conversions — are things search engines can observe and incorporate. 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A monthly one-page performance summary showing before/after scores builds credibility and makes your technical work visible. Prioritize mobile. Google uses mobile-first indexing, and field data shows that mobile CWV scores are almost always worse than desktop. If you only have time to optimize one version, do mobile first. Core Web Vitals aren't a one-time fix. Platforms change, new scripts get added, campaigns bring in new widgets. Build the audit into your workflow and treat it like any other ongoing deliverable, and you'll stay ahead of the issues before they affect your clients' rankings. Duda's platform is built with Core Web Vitals performance in mind. Explore how it handles image optimization, script management, and site speed automatically — so your team spends less time debugging and more time building.
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