9 métricas de engajamento em sites essenciais para ficar de olho

May 24, 2021
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Para ajudar seus clientes a alcançar o próximo nível de sucesso com seus sites, você precisa ser capaz de identificar, compreender e melhorar as principais métricas de engajamento do site.


Mas o que define quais métricas de engajamento são essenciais para um site?


Embora existam muitas métricas de engajamento de um site que você pode acompanhar (muito mais do que listamos neste artigo), incluímos nesse artigo as métricas de engajamento do site mais importantes para o sucesso de SEO e conversão.



Você pode rastrear essas métricas por meio do painel do Duda e / ou do Google Analytics, bem como do Google Search Console.


Vamos dar uma olhada nas principais métricas de engajamento de um site:





Tráfego de visitantes únicos





Como disse Neil Patel, “o tráfego é a força vital do seu site”. Você precisa direcionar as pessoas ao site do seu cliente por meio de um ótimo conteúdo, uma estratégia de SEO inteligente, marketing pago, etc.


Quando incorporada como parte de uma estratégia, medir visitantes únicos pode ajudá-lo a ver quantas pessoas estão acessando um site durante um período específico, como mensal, semanal, diário ou de hora em hora. É uma medida importante do tráfego do site.


Ah, e também influencia os rankings de SEO. O Google acredita que as páginas com alto tráfego são consideradas confiáveis, úteis e populares e as classifica em uma posição mais alta nas pesquisas.





Visualizações de página





“Visualizações de página” mede o número de usuários que visitam uma página específica. Cada vez que um usuário abre ou atualiza uma página, isso é uma visualização de página.


As visualizações de página são uma métrica eficaz para determinar as tendências do visitante ao longo do tempo e ver quais tipos de página são mais populares entre os visitantes do site.





Como melhorar as métricas de tráfego






Para qualquer resultado de engajamento, primeiro é preciso gerar tráfego.

Algumas das formas mais comuns para melhorar métricas de tráfego:

  • Campanhas PPC
  • Adição de ótimo conteúdo a um site
  • Engajamento de mídia social
  • Construção de links estratégicos
  • Email Marketing



Uma vez que os visitantes estão no site, você pode usar o próximo grupo de métricas para medir o quão bem o site fornece o conteúdo certo para conversões.

Você também pode usar as seguintes métricas para ajudar a determinar se a publicidade está atraindo os visitantes certos.





Taxa de rejeição







O Google define a taxa de rejeição como a porcentagem de visitantes de um site que saem do site depois de visualizar apenas uma página.

Se a taxa de rejeição for alta, provavelmente significa que a página correspondente não cumpriu sua promessa (de um anúncio, por exemplo) ou valor esperado.


Vários setores têm certas taxas de rejeição esperadas. Crazy Egg oferece a análise abaixo:







A taxa de rejeição é uma boa métrica para ajudar a determinar se uma campanha publicitária está atraindo os visitantes certos.

Se a taxa de rejeição for alta na página de destino de uma campanha, talvez os visitantes não sejam os certos a serem segmentados - ou a página de destino pode precisar de um retrabalho.


Além disso, o Google usa essas informações em classificações de pesquisa.

As páginas com altas taxas de rejeição geralmente são prejudicadas nas classificações de pesquisa.



Tempo na página





Essa métrica é bastante simples. Ele simplesmente mede o tempo que um usuário passa em uma página. Também pode ajudar a informar o que um usuário faz em uma página.

Por exemplo, cinco segundos em um artigo de 1.300 palavras provavelmente significa que o usuário não achou o conteúdo que valesse a pena; ou pelo menos. não naquele momento.

Um curto período na página também pode indicar que é muito difícil navegar ou carregado lentamente.





Duração média da sessão





A duração média da sessão é derivada do tempo total que os usuários passam no site ao longo de um período (como dia, semana, mês), dividido pelo número total de sessões durante esse período.


Essa métrica pode ajudar a fornecer informações sobre quanto tempo os usuários passam no site antes de fechar o navegador ou navegar para longe.


A duração média da sessão não precisa ser longa. Só precisa ser longo o suficiente para resultar em conversões.





Fluxo de Comportamento





O Google Analytics visualiza como os usuários navegam por um site de várias páginas de destino para a próxima página em que clicam, para a próxima página em que clicam etc.

Você pode ver diferentes fluxos para diferentes visitantes, bem como quantos visitantes continuam para outra página (e quantos não).

É uma excelente maneira de ver se o site está movimentando o tráfego da maneira como foi projetado e pode revelar pontos fracos de queda que precisam ser resolvidos.





Taxa de conversão





No Google Analytics, você pode definir certas metas para seus clientes - como se os usuários clicam no CTA em uma página de destino ou baixam um e-book. É melhor definir vários objetivos e, em seguida, monitorá-los.


A taxa de conversão permite que você veja o desempenho de uma página específica. Também é uma excelente métrica para medir os resultados dos testes A / B.


A taxa de conversão é crítica porque as conversões (seja comprar um item, solicitar mais informações, ligar para a empresa, bater um papo, baixar conteúdo em troca de um endereço de e-mail, etc.) são, em última instância, todo o propósito do site.





Taxa de abandono do carrinho





Essa métrica pode ser configurada no Google Search Console como uma meta de conversão.

Outras plataformas, como as ferramentas de comércio eletrônico da Duda, rastreiam isso automaticamente e podem enviar um e-mail de lembrete aos visitantes do site sobre os itens deixados em um carrinho de compras.


A taxa de abandono do carrinho é importante porque mostra onde as coisas se quebram em um fluxo de comércio eletrônico.

Por que os clientes abandonam o carrinho?

O preço foi muito alto no final?

Frete muito caro?

Essa métrica é um bom indicador a ser observado, especialmente ao conduzir testes de página de comércio eletrônico.





Melhorar as métricas de comportamento





As métricas de comportamento do usuário acima podem ser aprimoradas garantindo que um site seja fácil de navegar, forneça conteúdo de alto valor e uma ótima experiência do usuário, tenha chamadas para a ação claras e mantenha páginas de destino que cumpram a promessa que levou os visitantes até lá.


Outra forma de melhorar todas essas métricas de comportamento do usuário é usar a personalização do site, o que significa criar uma experiência personalizada exclusiva e personalizada para os visitantes.

As ferramentas de personalização de sites da Duda tornam isso simples, mas eficaz.

As regras de personalização podem ser baseadas na hora do dia, localização do visitante, número de visitas anteriores ao site ou compras anteriores.

É uma maneira simples, mas incrível de oferecer aos usuários uma experiência melhor.





Métricas críticas de SEO: CORE WEB VITALS





As métricas que compõe os Core Web Vitals podem ser medidas por meio do Google Search Console.

Core Web Vitals e Pagespeed medem se um site oferece uma boa experiência ao usuário usando certas métricas que o Google determina como críticas para a experiência do usuário.

Acredita-se que essas métricas se tornem mais e mais importantes para as classificações do Google, portanto, é aconselhável alinhar os sites com essas práticas recomendadas antes que o gigante das buscas comece a tomar decisões algorítmicas.


Essas métricas estão todas relacionadas a SEO / UX na página e exigem que o site seja otimizado para dispositivos móveis e carregue rapidamente.





COLOCANDO TUDO PARA TRABALHAR PARA SEUS CLIENTES





Quando se trata de sucesso do site, todas essas métricas de engajamento do site são importantes.

Certifique-se de entender totalmente como essas métricas funcionam para informar para seus clientes o que está funcionando e o que não está.


Como diferencial do seu serviço, ofereça ao seu cliente um relatório mensal com as principais métricas e reuniões periódicas para montar estratégias com base nos resultados.


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Interaction to Next Paint (INP) replaced First Input Delay (FID) in March 2024. Where FID measures the delay before a user's first click is registered, INP tracks the full responsiveness of every interaction across the page session. A good INP score is under 200 milliseconds. Cumulative Layout Shift (CLS) measures visual stability — how much page elements unexpectedly move while content loads. A score below 0.1 is good. Higher scores signal that images, ads, or embeds are pushing content around after load, which frustrates users and tanks conversions. These three metrics are a subset of Google's broader Page Experience signals, which also include HTTPS, safe browsing, and mobile usability. Core Web Vitals are the ones you can most directly control and improve. Why your clients' scores may still be poor Core Web Vitals scores vary dramatically by platform, hosting, and how a site was built. Some of the most common culprits agencies encounter: Heavy above-the-fold content . A homepage with an autoplay video, a full-width image slider, and a chat widget loading simultaneously will fail LCP every time. The browser has to resolve all of those resources before it can paint the largest element. Unstable image dimensions . When an image loads without defined width and height attributes, the browser doesn't reserve space for it. It renders the surrounding text, then jumps it down when the image appears. That jump is CLS. Third-party scripts blocking the main thread . Analytics pixels, ad tags, and live chat tools run on the browser's main thread. When they stack up, every click and tap has to wait in line — driving INP scores up. A single slow third-party script can push an otherwise clean site into "needs improvement" territory. Too many web fonts . Each font family and weight is a separate network request. A page loading four font files before rendering any text will fail LCP, especially on mobile connections. Unoptimized images . JPEGs and PNGs served at full resolution, without compression or modern formats like WebP or AVIF, add unnecessary weight to every page load. How to measure them accurately There are two types of Core Web Vitals data you should be looking at for every client: Lab data comes from tools like Google PageSpeed Insights, Lighthouse, and WebPageTest. It simulates page loads in controlled conditions. Lab data is useful for diagnosing specific issues and testing fixes before you deploy them. Field data (also called Real User Monitoring, or RUM) comes from actual users visiting the site. Google collects this through the Chrome User Experience Report (CrUX) and surfaces it in Search Console and PageSpeed Insights. Field data is what Google actually uses as a ranking signal — and it often looks worse than lab data because it reflects real-world device and connection variability. If your client's site has enough traffic, you'll see field data in Search Console under Core Web Vitals. This is your baseline. Lab data helps you understand why the scores are what they are. For clients with low traffic who don't have enough field data to appear in CrUX, you'll be working primarily with lab scores. Set that expectation early so clients understand that improvements may not immediately show up in Search Console. Practical fixes that move the needle Fix LCP: get the hero image loading first The single most effective LCP improvement is adding fetchpriority="high" to the hero image tag. This tells the browser to prioritize that resource over everything else. If you're using a background CSS image for the hero, switch it to anelement — background images aren't discoverable by the browser's preload scanner. Also check whether your hosting serves images through a CDN with caching. Edge delivery dramatically reduces the time-to-first-byte, which feeds directly into LCP. Fix CLS: define dimensions for every media element Every image, video, and ad slot on the page needs explicit width and height attributes in the HTML. If you're using responsive CSS, you can still define the aspect ratio with aspect-ratio in CSS while leaving the actual size fluid. The key is giving the browser enough information to reserve space before the asset loads. Avoid inserting content above existing content after page load. This is common with cookie banners, sticky headers that change height, and dynamically loaded ad units. If you need to show these, anchor them to fixed positions so they don't push content around. Fix INP: reduce what's competing for the main thread Audit third-party scripts and defer or remove anything that isn't essential. Tools like WebPageTest's waterfall view or Chrome DevTools Performance panel show you exactly which scripts are blocking the main thread and for how long. Load chat widgets, analytics, and ad tags asynchronously and after the page's critical path has resolved. For most clients, moving non-essential scripts to load after the DOMContentLoaded event is a meaningful INP improvement with no visible impact on the user experience. For websites with heavy JavaScript — particularly those built on frameworks with large client-side bundles — consider breaking up long tasks into smaller chunks using the browser's Scheduler API or simply splitting components so the main thread isn't locked for more than 50 milliseconds at a stretch. What platforms handle automatically One of the practical advantages of building on a platform optimized for performance is that many of these fixes are applied by default. Duda, for example, automatically serves WebP images, lazy loads below-the-fold content, minifies CSS, and uses efficient cache policies for static assets. As of May 2025, 82% of sites built on Duda pass all three Core Web Vitals metrics — the highest recorded pass rate among major website platforms. That baseline matters when you're managing dozens or hundreds of client sites. It means you're starting each project close to or at a passing score, rather than diagnosing and patching a broken foundation. How much do Core Web Vitals actually affect rankings? Honestly, they're a tiebreaker — not a primary signal. Google has been clear that content quality and relevance still dominate ranking decisions. A well-optimized site with thin, irrelevant content won't outrank a content-rich competitor just because its CLS is 0.05. What Core Web Vitals do affect is the user experience that supports those rankings. Pages with poor LCP scores have measurably higher bounce rates. Sites with high CLS lose users mid-session. Those behavioral signals — time on page, return visits, conversions — are things search engines can observe and incorporate. The practical argument for fixing Core Web Vitals isn't just "because Google said so." It's that faster, more stable pages convert better. Every second of LCP improvement can reduce bounce rates by 15–20% depending on the industry and device mix. For client sites that monetize through leads or eCommerce, that's a revenue argument, not just an SEO argument. A repeatable process for agencies Audit every new site before launch. Run PageSpeed Insights and record LCP, INP, and CLS scores for both mobile and desktop. Flag anything in the "needs improvement" or "poor" range before the client sees the live site. Check Search Console monthly for existing clients. The Core Web Vitals report surfaces issues as they appear in field data. Catching a regression early — before it compounds — is significantly easier than explaining a traffic drop after the fact. Document what you've improved. Clients rarely see Core Web Vitals scores on their own. A monthly one-page performance summary showing before/after scores builds credibility and makes your technical work visible. Prioritize mobile. Google uses mobile-first indexing, and field data shows that mobile CWV scores are almost always worse than desktop. If you only have time to optimize one version, do mobile first. Core Web Vitals aren't a one-time fix. Platforms change, new scripts get added, campaigns bring in new widgets. Build the audit into your workflow and treat it like any other ongoing deliverable, and you'll stay ahead of the issues before they affect your clients' rankings. Duda's platform is built with Core Web Vitals performance in mind. Explore how it handles image optimization, script management, and site speed automatically — so your team spends less time debugging and more time building.
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