Como precificar um site profissional

January 27, 2021
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Todo empresário antenado com as tendências de seu mercado e de consumo do seu público deve investir em um site que, além de informativo sobre aquilo que a empresa vende, precisa possibilitar que o consumidor tenha uma experiência de navegação agradável.

Mesmo assim, é comum clientes baterem à porta das agências pedindo por sites de baixo custo, demonstrando total desconhecimento sobre a jornada de desenvolvimento de um site. Ou seja, raramente o cliente leva em conta todo empenho, força e recurso investidos na confecção de uma página para a web, ainda mais se ela precisa corresponder às necessidades ditas no parágrafo anterior.
Por isso, se você é dono de agência, saiba que é importante definir o preço de um site profissional a partir do custo operacional, mas também da inteligência investida em cada etapa de desenvolvimento. Dessa forma, o cliente passa a enxergar mais valor no projeto que sua empresa irá entregar e reduz-se, assim, o risco de prejuízo financeiro. 
Quer saber como isso é possível? Leia este artigo, em que apresentamos um guia de precificação que levanta fatores que podem ser usados como argumento para defender o preço sugerido.







O que levar em conta ao definir o preço de site profissional 


Tipo de página

O briefing é a parte inicial de qualquer atendimento comercial. Por meio dele, a agência conhece as necessidades e desejos do cliente em relação ao serviço que se quer contratar. Na construção de site, portanto, é fundamental saber qual o tipo de site que o seu cliente precisa antes de definir o preço.


É possível que nesse briefing a ideia que o cliente possui sobre um site não seja exatamente o que ele precisa. Portanto, nessa etapa do comercial são levantadas as necessidades e os objetivos para definir a melhor proposta, com o produto e o formato mais adequados.


No mercado de sites, por exemplo, existem as
landing pages - páginas mais simples e com o objetivo maior de conversão - e existem também as páginas mais complexas, que unem vitrine, portfólio e oportunidades de conversão. Também existem sites de e-commerce que, como o nome sugere, são utilizados para venda de produtos e serviços, entre outras modalidades.


A compreensão do tipo e da complexidade do site vai influenciar em sua estrutura, que pode requerer mais ou menos tempo de desenvolvimento, soluções tecnológicas, experiência profissional do time envolvido e assim por diante.



Preço por diária ou projeto


Existem duas opções mais comuns de prestação de serviço no ramo de construção de site. Na modalidade freelancer, o profissional cobra por hora trabalhada ou diária. Essa diária vai contabilizar não só o custo em si do desenvolvimento do projeto, como todo o custo macro que ele tem, desde gastos com ferramentas e estrutura física, que devem ser incluídos na cobrança da diária.


Há também a possibilidade de cobrar um valor fechado pelo
projeto, mais comum para agências que possuem equipes de desenvolvimento e webdesign, e que seguem um modelo de escala e receita previsível. Neste caso, o que vai ser cobrado no valor do projeto é o custo dos recursos empregados, widgets, aplicações, templates e outras ferramentas, além dos serviços de domínio e hospedagem (caso o cliente não possua) e por fim, a margem de lucro em cima desse custo bruto que vai pagar a mão de obra da equipe e da agência. 


Se a agência trabalhar com um
site builder white label que agregue vários recursos em sua plataforma, esse valor de custo bruto pode ser bem menor e a empresa pode cobrar um preço mais focado no desenvolvimento criativo da equipe e oferecer um valor atrativo para o cliente.


Em ambos os casos, é preciso considerar esse custo indireto, mas que incide sobre o desenvolvimento do site. O desenvolvedor ou a agência devem se perguntar: qual o custo de manutenção do meu negócio? E, assim, considerar também aluguel, tarifas, salário de colaboradores e demais despesas. Esse valor deve ser calculado e garantido por meio do pagamento dos projetos que forem assumidos.


É possível também criar modelos de recorrência que considerem planos de médio e longo prazo para manutenção do site. Assim, você dilui o custo do cliente, que pode pagar por mensalidades, além de oferecer um serviço de performance e otimização frequente. É uma ótima dica para abrir espaços de upsell para outros serviços da agência.



Experiência de mercado


Outro ponto a se considerar é a expertise e portfólio da sua empresa. Você já atua há muito tempo no mercado e já construiu sites para grandes empresas? Sites que são bem sucedidos no seu objetivo? Apresente esses dados e informações ao cliente novo como justificativa do preço que está sendo cobrado.


Caso você seja novo no mercado e esteja buscando construir um portfólio, cabe
nivelar o preço do seu serviço ao que outras agências cobram, sem, no entanto, abaixar demais o preço só com a intenção de fisgar o cliente. Tente manter um padrão de preços e busque criar projetos que sirvam de vitrine e referência, criando uma reputação que abra portas para projetos de perfil elevado. Elaborar cases de sucesso é uma boa prática nesse sentido, além de usar o site da própria agência para mostrar a performance e a usabilidade que sua equipe é capaz de criar.



Como o mercado local atua

Não existe fórmula mágica; é preciso levar em conta todos os fatores mencionados acima na hora de calcular o preço de um site profissional. Além deles, é interessante também tomar como base a precificação que é feita pela concorrência, conhecer como as empresas da região em que você ou seu negócio atuam, trabalham e cobram no desenvolvimento de site. 


Essa pesquisa é fundamental para que sua agência não cobre nem a mais, o que pode afastar os clientes e direcioná-los ao concorrente, nem a menos, acumulando um prejuízo ao fim de muitos projetos.



Construção e manutenção

Por fim, outro ponto importante que vale ser reforçado e esclarecido ao cliente é que, além da construção, existe a manutenção do site e que estes são serviços diferentes com custos distintos também. O cliente pode optar só pela construção, como pode optar pela construção e manutenção. Como a manutenção é uma atividade regular e consiste em manter o site no ar, funcionando bem, cuidando, inclusive do pagamento do domínio e hospedagem, será trabalhado um outro valor. Assim como você pode oferecer upgrades ao site, que também terão um custo à parte do que foi contratado inicialmente na construção.


A opção de manutenção recorrente contribui para uma gestão mais planejada e previsível, além de dar mais opções de performance para o cliente. Com esse modelo, é possível também manter uma oferta segura de entrega de sites com a equipe interna, sem precisar terceirizar a cada serviço de sites vendido.


Em resumo, entenda bem a necessidade de seu cliente e apresente o formato e os recursos mais interessantes para essa necessidade. Sugira também outras possibilidades que estejam dentro do seu escopo de atuação, como hospedagem e domínio, upgrades, manutenção, afinal esses serviços podem complementar o orçamento da agência. Por fim, mostre suas referências, o
valor da sua empresa no mercado para justificar o preço praticado.


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Core Web Vitals aren't new, Google introduced them in 2020 and made them a ranking factor in 2021. But the questions keep coming, because the metrics keep changing and the stakes keep rising. Reddit's SEO communities were still debating their impact as recently as January 2026, and for good reason: most agencies still don't have a clear, repeatable way to measure, diagnose, and fix them for clients. This guide cuts through the noise. Here's what Core Web Vitals actually measure, what good scores look like today, and how to improve them—without needing a dedicated performance engineer on every project. What Core Web Vitals measure Google evaluates three user experience signals to determine whether a page feels fast, stable, and responsive: Largest Contentful Paint (LCP) measures how long it takes for the biggest visible element on a page — usually a hero image or headline — to load. Google considers anything under 2.5 seconds good. Above 4 seconds is poor. Interaction to Next Paint (INP) replaced First Input Delay (FID) in March 2024. Where FID measures the delay before a user's first click is registered, INP tracks the full responsiveness of every interaction across the page session. A good INP score is under 200 milliseconds. Cumulative Layout Shift (CLS) measures visual stability — how much page elements unexpectedly move while content loads. A score below 0.1 is good. Higher scores signal that images, ads, or embeds are pushing content around after load, which frustrates users and tanks conversions. These three metrics are a subset of Google's broader Page Experience signals, which also include HTTPS, safe browsing, and mobile usability. Core Web Vitals are the ones you can most directly control and improve. Why your clients' scores may still be poor Core Web Vitals scores vary dramatically by platform, hosting, and how a site was built. Some of the most common culprits agencies encounter: Heavy above-the-fold content . A homepage with an autoplay video, a full-width image slider, and a chat widget loading simultaneously will fail LCP every time. The browser has to resolve all of those resources before it can paint the largest element. Unstable image dimensions . When an image loads without defined width and height attributes, the browser doesn't reserve space for it. It renders the surrounding text, then jumps it down when the image appears. That jump is CLS. Third-party scripts blocking the main thread . Analytics pixels, ad tags, and live chat tools run on the browser's main thread. When they stack up, every click and tap has to wait in line — driving INP scores up. A single slow third-party script can push an otherwise clean site into "needs improvement" territory. Too many web fonts . Each font family and weight is a separate network request. A page loading four font files before rendering any text will fail LCP, especially on mobile connections. Unoptimized images . JPEGs and PNGs served at full resolution, without compression or modern formats like WebP or AVIF, add unnecessary weight to every page load. How to measure them accurately There are two types of Core Web Vitals data you should be looking at for every client: Lab data comes from tools like Google PageSpeed Insights, Lighthouse, and WebPageTest. It simulates page loads in controlled conditions. Lab data is useful for diagnosing specific issues and testing fixes before you deploy them. Field data (also called Real User Monitoring, or RUM) comes from actual users visiting the site. Google collects this through the Chrome User Experience Report (CrUX) and surfaces it in Search Console and PageSpeed Insights. Field data is what Google actually uses as a ranking signal — and it often looks worse than lab data because it reflects real-world device and connection variability. If your client's site has enough traffic, you'll see field data in Search Console under Core Web Vitals. 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