Mulheres em Tecnologia

July 22, 2021
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A participação de mulheres em empresas Tech é um assunto gostoso de escrever e de falar sobre, pois acredito que a diversidade no ambiente de trabalho inclui também a variedade de mentes: pessoas com diferentes perfis, backgrounds e histórias de vida agregam muito para a formação da cultura de uma empresa assim como na criatividade em propor diferentes soluções para um desafio.

Aqui você vai ler sobre mercado, história e um pouco da realidade na prática, de como trabalhamos aqui na Duda como exemplo de uma empresa de tecnologia que tem esse cuidado na inclusão de mulheres no time. 

Espero que goste da leitura, pois traz um contexto prático de como algumas das mulheres Top Talent do squad da Duda na LATAM enxergam o assunto, somando diversas vozes para empoderar e incentivar cada vez mais a carreira de mulheres em empresas de tecnologia! 

Independente do seu gênero, a leitura e a consideração da inclusão de diferentes perfis no seu time e o carinho com conhecer o passado e a trilha de cada um, pode ajudar muito a sua empresa a ter um time com respeito e diversidade.

Um breve histórico do Squad LATAM da Duda

A Duda.co é uma empresa global, com escritórios na Califórnia, Colorado, Tel Aviv, Londres e Florianópolis. Com mais de 10 anos de mercado global, há 5 anos a VP Alessandra Sadan iniciou a operação de venda da plataforma Duda para clientes de SaaS, Hosting e Agências de Marketing em países da LATAM além de Portugal e Espanha. 

O sucesso dos clientes levou a formar um squad focado na América Latina , que tem 2 anos operando com pessoas fisicamente em Florianópolis/SC/Brasil, a ilha do Silício Brasileira, e funciona como uma startup dentro da Duda, pois está focado na Expansão Internacional da marca para os países de línguas Portuguesa e Espanhola, que inclui LATAM e Iberia (Portugal e Espanha).

Lideranças Femininas e a História de Mulheres no Squad Duda LATAM

Por ser uma empresa de tecnologia, e esse squad ser quase que como uma startup dentro da Duda, a proporção de mulheres no time é motivo de orgulho: em Junho de 2021, 47% do squad LATAM está composto por mulheres, sendo essas ocupando os 2 cargos de liderança: 

  • Alessandra Sadan, como VP da América Latina (há 5 anos na operação, trabalha remoto desde a Califórnia) 
  • E eu que lhes escrevo aqui, atuando como Gerente Comercial, a frente dos times de Marketing e Vendas.

Além dessas posições, mulheres ocupam diversas frentes na Duda: Vendas, Marketing, Retenção e Suporte. Me considero privilegiada em escrever esse artigo, pois eu tive a sorte de ter tido alguns trabalhos anteriores com excelentes líderes mulheres no passado, assim como pares e mulheres fortes no time. 

No fundo, acredito que todas somos pares, independente do cargo em que ocupamos, pois o conceito de “chefe” nunca existiu para mim, e sim o conceito de liderança e trabalho em equipe, onde diferentes mentes quando se juntam, pensam melhor do que uma sozinha. 

Muitas lideradas que tive exerceram um forte papel de líderes para mim, pois é uma via de mão dupla entre aprender e ensinar, guiar e cooperar, por um objetivo comum. 

Além disso, mulheres têm a tendência de agir com sororidade. O conceito é crucial no movimento feminista para estimular o apoio mutuo entre as mulheres. A palavra tem origem no latim soror, que significa irmã, ou seja, sororidade é irmandade. 

E sobre as lideranças femininas no mercado? Quando  olhamos para os dados da Organização Internacional do Trabalho, podemos ver que as empresas que monitoram o impacto da diversidade de gênero na liderança chegam a ter um impacto na lucratividade bem significante com crescimentos de 5% a 20% a mais nos lucros. Porém, um percentual pequeno de mulheres ocupam cargos de liderança em várias empresas. 

Segundo a pesquisa Women in Business 2020, realizada pela Grant Thornton International, as mulheres ocupavam 34% dos cargos de liderança sênior (diretoria executiva) nas empresas inseridas no mercado brasileiro.

Durante a pandemia, as lideranças femininas se destacam como mais assertivas, pelas relações entre empatia e proteção, que são foco no combate à crise. Conhecer mais sobre o perfil e as Características que favorecem mulheres na liderança ajudam a entender porque empresas com lideranças femininas tem esse impacto na lucratividade descrito acima. 

Aqui na Duda, além de nossa VP e de mim, temos outras lideranças relevantes, como nossa vendedora sênior para o mercado de agências, Ligia Alface, que lidera também uma iniciativa chamada StartUp_Women


Esse tipo de liderança indireta, é fator de atração de outros talentos de mulheres que visam a Duda como empresa de escolha, por ver mulheres fortes e profissionais de excelência à frente de um projeto de expansão internacional, de uma empresa do Vale do Silício para a América Latina. 

Aqui na Duda, contratamos em 2021 uma BDR Senior, que foi atraída para a vaga justamente por esse ponto. Fernanda disse que: "Antes eu trabalhava num ambiente comercial predominantemente masculino, com gestores e vendedores homens, e uma das primeiras coisas que me chamou atenção na Duda foi ao saber que uma mulher referência em vendas, que eu já acompanhava de longe, estava trabalhando aqui. Só em pensar em trabalhar com outra vendedora já estava ótimo, e logo depois descobri que a VP LATAM também é uma mulher, e ao longo do processo seletivo tive a grata surpresa de saber que a minha gestora direta também seria outra mulher! É muito raro encontrar uma área de vendas em que todos os cargos de liderança são femininos, e aqui na Duda nós temos e valorizamos isso. É incrível entrar em uma reunião de vendas e ver equidade!" Sim, 50% do time de marketing e vendas é composto por mulheres.


Entendendo o Histórico de Mulheres na Tecnologia e o Preconceito

Ouvimos muito falar sobre o preconceito com mulheres em diversas empresas, principalmente as mais arcaicas. Um artigo interessante explora por que o machismo cria barreiras para as mulheres na tecnologia, uma vez que empresas Tech em teoria deveriam ser ambientes mais inovadores.

Um surpreendente estudo realizado na Columbia Business School, pesquisou o caso de Heidi Roizen, uma empresária de sucesso do Vale do Silício. O Professor Frank Flynn, apresentou para metade dos alunos o caso real com o nome da Heidi, e para  a outra metade o mesmo caso porém substituindo por um nome masculino: “Howard”. 

Os estudantes avaliaram que ambos “Howard” e Heidi eram competentes de maneira igual, porém eles gostaram de Howard e não gostaram de Heidi. Especificamente, os alunos sentiram que Heidi era significativamente menos agradável e digna de ser contratada do que Howard e a viam como mais “egoísta” do que Howard.

A ambiguidade de termos fatos e dados que mostram uma base forte de exemplos de profissionais mulheres que fizeram história na tecnologia, se contradiz com o preconceito que aparece em estudos e pesquisas. 

Um outro exemplo é Ada Lovelace (1815-1852), programadora, que já descrevia as operações lógicas de uma máquina há mais de um século antes de existir o computador como entendemos hoje. Mesmo face a todo o seu brilhantismo, ela tinha que assinar seus artigos publicados apenas com suas iniciais, para não ser identificada como mulher e não perder a credibilidade do seu conteúdo. 

Isso se deve não apenas a questões culturais da época, pois esse machismo estrutural existe até hoje, e inicia na infância, já que desde a escola esse tipo de crença que o homem é superior faz parte da cultura e é inerente a diversos aspectos da sociedade, tendo sido normalizado por muitas décadas.

Outro exemplo bem marcante foi um estudo realizado pela Universidade de Tel Aviv, em Israel, que traz evidências concretas: evidenciando como os preconceitos inconscientes dos professores contribuem para a disparidade de gênero

O experimento contava com estudantes divididos em três grupos, que iam da 6ª série adiante. Cada grupo realizou duas provas idênticas, sendo que a correção de um grupo foi feita por professores que sabiam o nome dos alunos (ou seja, podiam identificar as crianças) e a correção de outra prova foi feita sem que os mesmos soubessem os nomes das crianças. Surpreendentemente, existiram nos resultados do experimento, uma desigualdade na correção mesmo quando as respostas eram iguais, pelo simples fato de não saber se a prova era de um menino ou menina.


Esse tipo de situação também é chamado de
Preconceito inconsciente: “O que é notável sobre o novo trabalho é que ele não apenas teoriza sobre a disparidade de gênero, mas na verdade possui evidências muito sólidas.”. 

Isso me lembrou uma amiga, das poucas mulheres cursando o curso de Engenharia Elétrica em uma Universidade Federal no Brasil. Apesar de ser sumamente inteligente, ela sofreu preconceito dos colegas e professores por todos anos da faculdade, sendo testada constantemente, o que não acontecia com os estudantes homens.


Esse tipo de comportamento, dos colegas e professores, desde a Escola até a Faculdade, mina a autoestima de muitas mulheres para seguirem carreiras em empresas de Tecnologia ou mesmo atuarem na área de exatas, por isso devemos sempre cuidar e estar atentas quando algo desse estilo acontece conosco ou com outras mulheres no time.

Carreira em Tecnologia para Mulheres

Dar oportunidades iguais para todos crescerem na empresa é uma parte importante, porém ter foco na diversidade deve estar na mente dos recrutadores desde o início da jornada de um candidato. 


Isso não significa contratar alguém sem habilidades ou competências para executar o trabalho, mas sim estar aberto a entrevistar todos de forma igual sem o viés cultural e histórico de machismo estrutural como nos casos mencionados aqui. 


Em uma entrevista sobre
como sermos melhores aliadas das nossas colegas, Tara Pease, People Manager da Duda no escritório do Colorado nos Estados Unidos, sugere que: "Comemore os sucessos e ideias das mulheres publicamente e em alto e bom som. Não seja uma vítima da paralisia de espectador(a), compartilhe os sucessos das mulheres com os outros, estejam elas presentes ou não. Por outro lado, se você vir um comentário ou comportamento sexista, diga algo no momento e seja claro(a) e decisivo(a) para encerrá-lo. Isso criará uma cultura sobre qual comportamento é aceitável e qual não é. ”

É esse tipo de conduta que irá ditar comportamentos na sua empresa. Seja revisitando feitos de mulheres incríveis do passado (conheça aqui 4 que revolucionaram o mercado tecnológico), seja olhando para as mulheres que fazem parte do nosso dia a dia hoje. Todas precisam ter voz e ser reconhecidas igualmente. Além das mulheres revolucionárias e pioneiras em tecnologia que abriram portas para que hoje tenhamos essa abertura no mercado muito maior do que era antes, temos também muitas que estão fazendo a diferença nos dias de hoje e plantando as sementes para um futuro mais igualitário no mercado de trabalho.  Você pode ler aqui O que 7 mulheres incríveis da tecnologia têm a dizer sobre carreira e empoderamento.

Você é mulher, quer seguir carreira em tecnologia e quer saber quais são as barreiras e o que fazer para superá-las? Ler, conversar e trocar ideias com outras mulheres pode ajudar muito (lembra do que falei antes sobre sororidade? É bem isso!). 


O lado positivo de estarmos no ano 2021, é que
“há uma forte dimensão de gênero esperada na mudança”, segundo os autores do The Future of the Jobs. Estamos vivenciando transformações fundamentais e mudanças de mindset graças à grandes empresas e influenciadores do mercado levantando a bandeira de diversidade e inclusão.


Hoje com tantas oportunidades, é comum que as candidatas consideradas
Top Talents, ou seja, aquelas acima da curva, recebam muitas ofertas. Qual empresa elas vão escolher? E qual empresa será capaz de reter esses talentos? A resposta é simples: muito além do salário e dos desafios da job, está o chamado salário emocional, ligando entre outras coisas a cultura e ao ambiente de trabalho ser gratificante, com propósito, leveza e alegria.

Quer saber mais sobre mulheres em Tech com dicas de Filmes?

Se você leu e gostou desse artigo, talvez goste também de ver esse filme: ‘Estrelas Além do Tempo', indicado a três Oscars, incluindo o de Melhor Filme. O filme relata a história de 3 matemáticas negras que buscam se auto afirmar dentro da NASA, que ainda era muito racista e sexista, frente ao chefe e a um outro funcionário.


Para amantes de filmes, este outro artigo que deixo aqui também traz mais
15 dicas de filmes sobre empoderamento feminino!


E, para fechar com chave de ouro, preparei aqui uma lista de
15 mulheres maravilhosas em Tecnologia para você seguir no Linkedin:

  1. Juliana Tubino, CRO - RD Station
  2. Bianca Martinelli, Alexia Ventures
  3. Manuela Lenzi, Client Success Manager - Facebook
  4. Ligia Alface, Account Executive LATAM - Duda
  5. Cristina Junqueira, Co-Founder - Nubank
  6. Leticia de Castro Rodrigues, CRO - Cognitivo.ai
  7. Renee Sturcq, Head of Strategy - Movidesk
  8. Renata Chilvarquer Citron, Head of Education - iFood 
  9. Maíra Gracini, Senior Marketing Director, Latin America - Zendesk
  10. Fernanda Garcia, BDR LATAM - Duda
  11. Tainah Subtil, Partner Account Manager - RD Station
  12. Anna Turkot, Head of Content - Duda
  13. Nayara de Almeida D’Alma - International Expansion Manager at Involves, Co-founder of BeGlobal Consultancy & Diretora de Internacionalização ACATE
  14. Fabiane Auler,  Strategic Partnerships Specialist - RD Station
  15. Laís Macedo Ribeiro, Presidente - LIDE Futuro



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By Shawn Davis April 1, 2026
Core Web Vitals aren't new, Google introduced them in 2020 and made them a ranking factor in 2021. But the questions keep coming, because the metrics keep changing and the stakes keep rising. Reddit's SEO communities were still debating their impact as recently as January 2026, and for good reason: most agencies still don't have a clear, repeatable way to measure, diagnose, and fix them for clients. This guide cuts through the noise. Here's what Core Web Vitals actually measure, what good scores look like today, and how to improve them—without needing a dedicated performance engineer on every project. What Core Web Vitals measure Google evaluates three user experience signals to determine whether a page feels fast, stable, and responsive: Largest Contentful Paint (LCP) measures how long it takes for the biggest visible element on a page — usually a hero image or headline — to load. Google considers anything under 2.5 seconds good. Above 4 seconds is poor. Interaction to Next Paint (INP) replaced First Input Delay (FID) in March 2024. Where FID measures the delay before a user's first click is registered, INP tracks the full responsiveness of every interaction across the page session. A good INP score is under 200 milliseconds. Cumulative Layout Shift (CLS) measures visual stability — how much page elements unexpectedly move while content loads. A score below 0.1 is good. Higher scores signal that images, ads, or embeds are pushing content around after load, which frustrates users and tanks conversions. These three metrics are a subset of Google's broader Page Experience signals, which also include HTTPS, safe browsing, and mobile usability. Core Web Vitals are the ones you can most directly control and improve. Why your clients' scores may still be poor Core Web Vitals scores vary dramatically by platform, hosting, and how a site was built. Some of the most common culprits agencies encounter: Heavy above-the-fold content . A homepage with an autoplay video, a full-width image slider, and a chat widget loading simultaneously will fail LCP every time. The browser has to resolve all of those resources before it can paint the largest element. Unstable image dimensions . When an image loads without defined width and height attributes, the browser doesn't reserve space for it. It renders the surrounding text, then jumps it down when the image appears. That jump is CLS. Third-party scripts blocking the main thread . Analytics pixels, ad tags, and live chat tools run on the browser's main thread. When they stack up, every click and tap has to wait in line — driving INP scores up. A single slow third-party script can push an otherwise clean site into "needs improvement" territory. Too many web fonts . Each font family and weight is a separate network request. A page loading four font files before rendering any text will fail LCP, especially on mobile connections. Unoptimized images . JPEGs and PNGs served at full resolution, without compression or modern formats like WebP or AVIF, add unnecessary weight to every page load. How to measure them accurately There are two types of Core Web Vitals data you should be looking at for every client: Lab data comes from tools like Google PageSpeed Insights, Lighthouse, and WebPageTest. It simulates page loads in controlled conditions. Lab data is useful for diagnosing specific issues and testing fixes before you deploy them. Field data (also called Real User Monitoring, or RUM) comes from actual users visiting the site. Google collects this through the Chrome User Experience Report (CrUX) and surfaces it in Search Console and PageSpeed Insights. Field data is what Google actually uses as a ranking signal — and it often looks worse than lab data because it reflects real-world device and connection variability. If your client's site has enough traffic, you'll see field data in Search Console under Core Web Vitals. This is your baseline. Lab data helps you understand why the scores are what they are. For clients with low traffic who don't have enough field data to appear in CrUX, you'll be working primarily with lab scores. Set that expectation early so clients understand that improvements may not immediately show up in Search Console. Practical fixes that move the needle Fix LCP: get the hero image loading first The single most effective LCP improvement is adding fetchpriority="high" to the hero image tag. This tells the browser to prioritize that resource over everything else. If you're using a background CSS image for the hero, switch it to anelement — background images aren't discoverable by the browser's preload scanner. Also check whether your hosting serves images through a CDN with caching. Edge delivery dramatically reduces the time-to-first-byte, which feeds directly into LCP. Fix CLS: define dimensions for every media element Every image, video, and ad slot on the page needs explicit width and height attributes in the HTML. If you're using responsive CSS, you can still define the aspect ratio with aspect-ratio in CSS while leaving the actual size fluid. The key is giving the browser enough information to reserve space before the asset loads. Avoid inserting content above existing content after page load. This is common with cookie banners, sticky headers that change height, and dynamically loaded ad units. If you need to show these, anchor them to fixed positions so they don't push content around. Fix INP: reduce what's competing for the main thread Audit third-party scripts and defer or remove anything that isn't essential. Tools like WebPageTest's waterfall view or Chrome DevTools Performance panel show you exactly which scripts are blocking the main thread and for how long. Load chat widgets, analytics, and ad tags asynchronously and after the page's critical path has resolved. For most clients, moving non-essential scripts to load after the DOMContentLoaded event is a meaningful INP improvement with no visible impact on the user experience. For websites with heavy JavaScript — particularly those built on frameworks with large client-side bundles — consider breaking up long tasks into smaller chunks using the browser's Scheduler API or simply splitting components so the main thread isn't locked for more than 50 milliseconds at a stretch. What platforms handle automatically One of the practical advantages of building on a platform optimized for performance is that many of these fixes are applied by default. Duda, for example, automatically serves WebP images, lazy loads below-the-fold content, minifies CSS, and uses efficient cache policies for static assets. As of May 2025, 82% of sites built on Duda pass all three Core Web Vitals metrics — the highest recorded pass rate among major website platforms. That baseline matters when you're managing dozens or hundreds of client sites. It means you're starting each project close to or at a passing score, rather than diagnosing and patching a broken foundation. How much do Core Web Vitals actually affect rankings? Honestly, they're a tiebreaker — not a primary signal. Google has been clear that content quality and relevance still dominate ranking decisions. A well-optimized site with thin, irrelevant content won't outrank a content-rich competitor just because its CLS is 0.05. What Core Web Vitals do affect is the user experience that supports those rankings. Pages with poor LCP scores have measurably higher bounce rates. Sites with high CLS lose users mid-session. Those behavioral signals — time on page, return visits, conversions — are things search engines can observe and incorporate. The practical argument for fixing Core Web Vitals isn't just "because Google said so." It's that faster, more stable pages convert better. Every second of LCP improvement can reduce bounce rates by 15–20% depending on the industry and device mix. For client sites that monetize through leads or eCommerce, that's a revenue argument, not just an SEO argument. A repeatable process for agencies Audit every new site before launch. Run PageSpeed Insights and record LCP, INP, and CLS scores for both mobile and desktop. Flag anything in the "needs improvement" or "poor" range before the client sees the live site. Check Search Console monthly for existing clients. The Core Web Vitals report surfaces issues as they appear in field data. Catching a regression early — before it compounds — is significantly easier than explaining a traffic drop after the fact. Document what you've improved. Clients rarely see Core Web Vitals scores on their own. A monthly one-page performance summary showing before/after scores builds credibility and makes your technical work visible. Prioritize mobile. Google uses mobile-first indexing, and field data shows that mobile CWV scores are almost always worse than desktop. If you only have time to optimize one version, do mobile first. Core Web Vitals aren't a one-time fix. Platforms change, new scripts get added, campaigns bring in new widgets. Build the audit into your workflow and treat it like any other ongoing deliverable, and you'll stay ahead of the issues before they affect your clients' rankings. Duda's platform is built with Core Web Vitals performance in mind. Explore how it handles image optimization, script management, and site speed automatically — so your team spends less time debugging and more time building.
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