6 dicas para escolher o site builder certo para trabalhar

December 9, 2020
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Se antes era necessário escrever códigos extensos para criar sites, os site builders que vêm surgindo no mercado permitem que qualquer pessoa o faça com o mínimo de conhecimento possível. É o que chamamos de tecnologias low-code.
Pode-se dizer que essa é uma demanda do processo de transformação digital pelo qual grande parte das empresas tem passado, em que é preciso ganhar mais produtividade e agilidade para atender às demandas do público.
Mas também é provável que a atuação e presença mais ativa das marcas na internet as levem a optar por construções de sites funcionais e modernos de forma ainda mais inteligente. 
Sim, parece que é chegado o fim daqueles projetos longos de construção de site, histórico bem comum da maioria das agências de marketing, infelizmente.
Por isso, para conciliar criatividade e agilidade nas entregas de site, o primeiro passo é rever se a solução do site builder que seu time conta hoje realmente é adequado para a experiência que seu cliente precisa. Caso não, chegou a hora de escolher um novo site builder.
Ficou interessado? Continue lendo este texto para saber as vantagens do low-code e como um bom site builder que utilize low-code pode ajudar na expansão do seu negócio.




















































O QUE É O MOVIMENTO LOW-CODE?

O desenvolvimento de um novo site ou aplicação para internet costuma ser uma atividade centrada em um desenvolvedor que possua muito conhecimento sobre programação de código. De outro lado, a parte gráfica fica a cargo de um designer que pouco conhece sobre programação, o que sobrecarrega ainda mais o desenvolvedor no processo, criando uma certa dependência.


Com essa atividade centralizada em um profissional, o tempo de construção e entrega do produto costuma ser maior e a possibilidade de escalabilidade do projeto é quase zero. Ou seja, quando aparecer um projeto de site semelhante, nada ou quase nada tende a ser aproveitado do projeto anterior.


Mas essa prática tem sido abandonada aos poucos. Já existem no mercado plataformas de site builder
low-code que permitem que um site possa ser construído e entregue em menor tempo.


A tecnologia low-code consiste em plataformas que disponibilizam
soluções modulares que podem ser usadas por profissionais com muito ou pouco conhecimento de programação para desenvolver projetos de sites e aplicações para internet.


O low-code é uma
estrutura básica que pode ser customizada de acordo com a necessidade do cliente. 


Apesar de parecer um movimento novo, o low-code já era usado, timidamente, desde os anos 70.Mas, atualmente, está em uso em quase todas as modalidades de desenvolvimento de softwares e sites.


Então, para atender determinadas demandas de mercado, como a que estamos passando, recomenda-se a busca por um construtor de site que utilize a tecnologia low-code, capaz de acelerar o processo e acompanhar a transformação digital recente. Adiante, vamos compreender as vantagens da tecnologia.



POR QUE OPTAR POR NOVOS SITE BUILDERS?

O segmento de site builder não é novo e já temos no mercado plataformas consolidadas, porém com tecnologia que não corresponde mais às novas demandas de mercado oportunizadas pela transformação digital mundial.


Utilizar ferramentas diferentes para programar e desenhar o site pode demandar um tempo muito maior, que acaba colocando sua empresa ou seus serviços na linha de trás junto aos concorrentes.


O ideal, para projetos que exigem agilidade e manutenção recorrente, é buscar uma plataforma de site builder que
agregue ferramentas de design e programação em um só lugar, o que, prontamente, já reduz o custo com ferramentas isoladas e onerosas. Esse tem sido um dos desafios dos desenvolvedores de sites.

VANTAGENS DE UM SITE BUILDER COM TECNOLOGIA LOW-CODE

Como vimos, a tecnologia low-code permite que a agência ou o desenvolvedor crie sites de forma mais rápida por oferecer estruturas semiprontas para aplicação em diversos projetos.


Essa facilidade traz consigo algumas vantagens para o negócio como:



AGILIDADE

Uma vez que o tempo de construção é reduzido, pois o desenvolvedor não precisará sempre criar códigos do zero.

SEGURANÇA

Uma plataforma com low-code oferece segurança por ter uma estrutura que não permite a invasão de hackers.

AUMENTO DE PRODUTIVIDADE

Se os projetos são entregues com maior rapidez, além de oferecer entregas no tempo do cliente, os profissionais envolvidos ficam disponíveis para trabalhar em novos projetos com mais frequência.



POSSIBILIDADE DE INOVAÇÃO

Os desenvolvedores podem se dedicar a projetos mais complexos e que estejam cada vez mais próximos de uma experiência do usuário satisfatória, assumindo um papel mais estratégico na agência e trabalhando em otimizações significativas para a performance dos sites.

REDUÇÃO DE CUSTO

Usar uma plataforma de site builder que possibilite o desenvolvimento da interface e da programação da mesma estrutura reduz o custo com ferramentas extras. Assim como, há um melhor aproveitamento da equipe e possibilidade de recorrência de serviços.

INTEGRAÇÃO MAIOR DE EQUIPE

Por ser uma plataforma que facilite o trabalho de um profissional que não tenha tanto conhecimento de programação, o low-code muitas vezes permite que designers e conteudistas, por exemplo, trabalhem de forma integrada com o desenvolvedor.

critérios na escolha de um novo site builder

Além de todos os itens mencionados no tópico anterior, ao mudar de site builder, deve-se considerar ainda os seguintes requisitos:

1. SITES DE ALTO DESEMPENHO

A plataforma precisa oferecer uma estrutura de hospedagem com rápido carregamento das páginas. Velocidade é critério fundamental.

2. ROI EM MENOR TEMPO

Com a simplificação dos processos de desenvolvimento dos sites, a plataforma permite de um lado, a redução de custos e tempo, e de outro, a entrega ágil dos projetos, o que pode gerar rápido retorno sobre o investimento realizado.

3. INTERFACE INTUITIVA E VISUAL

Para que profissionais em diferentes níveis de conhecimento possam manusear os projetos sem prejuízo, a plataforma deve ofertar uma interface que seja de fácil manuseio e compreensão.

4. GESTÃO DO ACESSO DO CLIENTE

Dar liberdade ao cliente para que ele mesmo opere o site na atualização de conteúdo e algumas outras funções, sem interferir na arquitetura da página.

5. BIBLIOTECA DE TEMPLATES

Ainda com o objetivo de reduzir custos, faz-se necessário buscar uma plataforma que ofereça em seu acervo opções de templates e widgets que possam ser editados de acordo com a demanda de cada cliente.

6. ESCALABILIDADE DO PROJETO

Por fim, para aumentar a renda da empresa, é preciso buscar uma plataforma de construção de site que possibilite a criação de projetos escaláveis, ou seja, projetos-base que serão reutilizados para novos clientes, criando uma estrutura de produção em larga escala.


Uma plataforma que reúna todas essas funções e qualidades não só colocará o seu
negócio à frente dos concorrentes, como permitirá um aumento da cartela de clientes que, por sua vez, sinaliza maior lucratividade para a empresa.


Gostou do texto? Agora que você sabe o que uma boa plataforma de site builder precisa ter para alavancar seu negócio,
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Interaction to Next Paint (INP) replaced First Input Delay (FID) in March 2024. Where FID measures the delay before a user's first click is registered, INP tracks the full responsiveness of every interaction across the page session. A good INP score is under 200 milliseconds. Cumulative Layout Shift (CLS) measures visual stability — how much page elements unexpectedly move while content loads. A score below 0.1 is good. Higher scores signal that images, ads, or embeds are pushing content around after load, which frustrates users and tanks conversions. These three metrics are a subset of Google's broader Page Experience signals, which also include HTTPS, safe browsing, and mobile usability. Core Web Vitals are the ones you can most directly control and improve. Why your clients' scores may still be poor Core Web Vitals scores vary dramatically by platform, hosting, and how a site was built. Some of the most common culprits agencies encounter: Heavy above-the-fold content . A homepage with an autoplay video, a full-width image slider, and a chat widget loading simultaneously will fail LCP every time. The browser has to resolve all of those resources before it can paint the largest element. Unstable image dimensions . When an image loads without defined width and height attributes, the browser doesn't reserve space for it. It renders the surrounding text, then jumps it down when the image appears. That jump is CLS. Third-party scripts blocking the main thread . Analytics pixels, ad tags, and live chat tools run on the browser's main thread. When they stack up, every click and tap has to wait in line — driving INP scores up. A single slow third-party script can push an otherwise clean site into "needs improvement" territory. Too many web fonts . Each font family and weight is a separate network request. A page loading four font files before rendering any text will fail LCP, especially on mobile connections. Unoptimized images . JPEGs and PNGs served at full resolution, without compression or modern formats like WebP or AVIF, add unnecessary weight to every page load. How to measure them accurately There are two types of Core Web Vitals data you should be looking at for every client: Lab data comes from tools like Google PageSpeed Insights, Lighthouse, and WebPageTest. It simulates page loads in controlled conditions. Lab data is useful for diagnosing specific issues and testing fixes before you deploy them. Field data (also called Real User Monitoring, or RUM) comes from actual users visiting the site. Google collects this through the Chrome User Experience Report (CrUX) and surfaces it in Search Console and PageSpeed Insights. Field data is what Google actually uses as a ranking signal — and it often looks worse than lab data because it reflects real-world device and connection variability. If your client's site has enough traffic, you'll see field data in Search Console under Core Web Vitals. This is your baseline. Lab data helps you understand why the scores are what they are. For clients with low traffic who don't have enough field data to appear in CrUX, you'll be working primarily with lab scores. Set that expectation early so clients understand that improvements may not immediately show up in Search Console. Practical fixes that move the needle Fix LCP: get the hero image loading first The single most effective LCP improvement is adding fetchpriority="high" to the hero image tag. This tells the browser to prioritize that resource over everything else. If you're using a background CSS image for the hero, switch it to anelement — background images aren't discoverable by the browser's preload scanner. Also check whether your hosting serves images through a CDN with caching. Edge delivery dramatically reduces the time-to-first-byte, which feeds directly into LCP. Fix CLS: define dimensions for every media element Every image, video, and ad slot on the page needs explicit width and height attributes in the HTML. If you're using responsive CSS, you can still define the aspect ratio with aspect-ratio in CSS while leaving the actual size fluid. The key is giving the browser enough information to reserve space before the asset loads. Avoid inserting content above existing content after page load. This is common with cookie banners, sticky headers that change height, and dynamically loaded ad units. If you need to show these, anchor them to fixed positions so they don't push content around. Fix INP: reduce what's competing for the main thread Audit third-party scripts and defer or remove anything that isn't essential. Tools like WebPageTest's waterfall view or Chrome DevTools Performance panel show you exactly which scripts are blocking the main thread and for how long. Load chat widgets, analytics, and ad tags asynchronously and after the page's critical path has resolved. For most clients, moving non-essential scripts to load after the DOMContentLoaded event is a meaningful INP improvement with no visible impact on the user experience. For websites with heavy JavaScript — particularly those built on frameworks with large client-side bundles — consider breaking up long tasks into smaller chunks using the browser's Scheduler API or simply splitting components so the main thread isn't locked for more than 50 milliseconds at a stretch. What platforms handle automatically One of the practical advantages of building on a platform optimized for performance is that many of these fixes are applied by default. Duda, for example, automatically serves WebP images, lazy loads below-the-fold content, minifies CSS, and uses efficient cache policies for static assets. 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